COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 21 de julho de 2016

Infográfico: Maioria dos evangélicos não compartilha sua fé...enterram seus talentos!

Infográfico: Maioria dos evangélicos não compartilha sua fé

Missão Lifeway apresenta nova pesquisa sobre evangelização e discipulado

Infográfico: Maioria dos evangélicos não compartilha sua fé
Maioria dos evangélicos não compartilha sua fé
O estudo divulgado recentemente pela missão LifeWay sobre evangelismo e discipulado não foi surpresa para muitos líderes evangélicos.
A LifeWay International é ligada à convenção batista e possui um departamento de literatura e um instituto de pesquisas.  Seu estudo mais recente aponta que 80% das pessoas que frequentam a igreja uma ou mais vezes por mês acreditam ter a responsabilidade pessoal de compartilhar sua fé. Porém, 61% afirmou não ter conversado com outra pessoa sobre como ser salvo nos últimos seis meses.
Esse levantamento é parte de um projeto da LifeWay Research visando mostrar como está a  maturidade espiritual  dos fiéis e seu compromisso com evangelismo e discipulado. Para os entrevistados, eram apresentados oito “atributos bíblicos” dos cristãos maduros.
Dentre os  oito, “compartilhar sobre Cristo” teve a menor pontuação média entre os participantes que se identificaram como membros de igrejas evangélicas . Cerca de 75% dizem estar satisfeitos com sua capacidade de comunicar o evangelho , enquanto  apenas 12% não se sente confortável em compartilhar sobre sua fé.
Mesmo a grande maioria dizendo acreditar que é seu dever partilhar a sua fé e terem segurança de saber como se faz, somente 25% diz ter falado sobre sua fé uma vez ou duas vezes nos últimos seis meses s, e 14% fizeram isso três vezes ou mais.
A pesquisa também perguntou quantas vezes eles “convidaram uma pessoa descrente para ir a um culto ou algum outro programa em sua igreja?” Quase metade (48%) respondeu: “zero”. Trinta e três por cento disseram ter convidado alguém uma ou duas vezes, e 19% disseram ter feito isso três vezes ou mais nos últimos seis meses.
O pastor Ed Stetzer, presidente da LifeWay Research, afirma:  “Muitas vezes tenho dito que só os novos convertidos se preocupam realmente em compartilhar sua fé. Na realidade, as pessoas que estão há mais tempo na igreja tendem a não compartilhar sobre Cristo menos que os novos na fé. Enquanto os recém-convertidos acham mais ‘natural’ compartilhar sua nova experiência de vida, os cristãos maduros quando o fazem precisam se programar para isso”.
Ainda segundo Stetzer, “a frequência com que alguém ora pelos seus parentes e amigos que não são cristãos é o melhor indicador da maturidade espiritual”,
Durante o estudo, 21% dos entrevistados dizem oram todos os dias pelos seus conhecidos que não são cristãos. Vinte e seis por cento afirmam orar algumas vezes por semana. Um quinto (20%) diz que raramente ou nunca ora pela conversão de outros.
“Se você tem dificuldade para compartilha sua fé, orar pelos outros é uma ótima maneira de começar. Muitas vezes a importância da oração não é vista apenas nas pessoas que desejamos  alcançar par Cristo. Ela também causa um impacto sobre a vida de quem ora “, conclui Stetzer.
Os demais resultados da pesquisa serão divulgados em breve e vão influenciar o novo material de discipulado que está sendo preparado pela editora Lifeway.
O portal Gospel Prime produziu um infográfico com os resultados da pesquisa. Também disponibilizamos um código para você copiar o infográfico em seu site ou blog.
Infográfico
Infográfico sobre Evangelismo

FONTE: https://noticias.gospelprime.com.br/infografico-evangelismo-evangelicos-fe-estudo/?utm_source=onesignal&utm_medium=web&utm_campaign=push

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

AS 95 TESES DE MARTINHO LUTERO CONTRA O CATÓLICISMO!

Em 31 de Outubro de 1517, Martinho Lutero afixou na porta da capela de Wittemberg 95 teses que gostaria de discutir com os teólogos católicos, as quais versavam principalmente sobre penitência, indulgências e a salvação pela fé. O evento marca o início da Reforma Protestante, de onde posteriormente veio a Igreja Presbiteriana, e representa um marco e um ponto de partida para a recuperação das sãs doutrinas.
VEJA O VÍDEO ANTES DE PROSSEGUIR.....

https://www.youtube.com/watch?v=QoPuYqh32Vw


AGORA LEIA ESTE PEQUENO ARTIGO: "Papa Francisco pede perdão aos protestantes": http://archive.is/JkUo9

Movido pelo amor e pelo empenho em prol do esclarecimento da verdade discutir-se-á em Wittemberg, sob a presidência do Rev. padre Martinho Lutero, o que segue. Aqueles que não puderem estar presentes para tratarem o assunto verbalmente conosco, o poderão fazer por escrito.
Em nome de nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.

Obs. Muitas das teses abaixo não são seguidas pelos evangélicos atualmente porque elas foram escritas baseada na experiência como padre, vivida por Lutero. Obviamente que elas trazem uma forte influência do catolicismo e por isto não são mais observadas pela maioria das Igrejas Evangélicas, atualmente. Porém o ponto central da salvação pela graça mediante a fé é o forte das teses de Martinho Lutero.

Muitas dessas "teses" serviram para mostrar o quanto o Clero Romano explorava os fiéis de antigamente, aliás, até hoje.


No início do século XVI, a Igreja Católica praticava algumas ações abusivas e que tinham como intuito satisfazer o interesse de alguns clérigos. Uma das práticas inadequadas praticadas por tais católicos era a venda de indulgências. As indulgências são as formas propostas pelos religiosos para que os fiéis paguem seus pecados através de penitências, mas o que vinha acontecendo era a venda de bênçãos. Os fiéis eram levados a pagar em valores financeiros para ter seus pecados supostamente perdoados pelos clérigos.
Martinho Lutero era um padre da Igreja Católica que lecionava teologia na região do que viria a ser a Alemanha. Conhecendo tais práticas inadequadas que haviam se tornado comuns no ambiente católico, manteve uma postura dura de oposição. Martinho Lutero acreditava que o tráfico de indulgência que ocorria poderia levar a um processo que culminaria na crença das pessoas de que pagar para aliviar os pecados resolveria plenamente, deixando de lado a confissão e o verdadeiro arrependimento esperados em uma boa conduta de cristãos.
Entre os anos de 1516 e 1517, Marinho Lutero proferiu três sermões atacando a prática das indulgências. Mas o ápice de seu manifesto contra tais práticas deturpadas da fé católica foi a afixação de suas 95 Teses na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg.
As 95 Teses de Martinho Lutero foram afixadas no dia 31 de outubro de 1517, nelas o padre convidava os teólogos católicos a uma discussão sobre penitência, indulgência e salvação pela fé. Martinho Lutero condenava em suas teses o que identificava como avareza e paganismo no seio da Igreja Católica, atacando a prática de um abuso.
Rapidamente, as teses de Martinho Lutero se espalharam pelo mundo católico europeu. Em apenas duas semanas, as teses foram traduzidas para o alemão e amplamente copiadas e impressas. De tal forma que, nesse período, se espalhou por toda a região da Alemanha e, nos próximos dois meses, conquistou toda a Europa. Embora o Papa não tivesse sido questionado diretamente pelas 95 Teses de Martinho Lutero, nem quanto a autoridade ou quanto as indulgências, a resposta foi severa e grosseira. Lutero foi chamado de alemão bêbado que não tinha consciência do que escrevia pelo próprio Supremo Pontífice da Igreja Católica. E o Papa continuou pressionando, exigiu que Martinho Lutero retirasse seus escritos, em 1520. O alemão se recusou a anular seus escritos e foi excomungado em 1521 e passou a ser considerado como um fora-da-lei pelo imperador Carlos I, da Espanha.
O protesto de Martinho Lutero acabou se tornando no movimento inicial da Reforma Protestante, que acabaria por apresentar novas condutas e práticas para os cristãos, modernizando a prática medieval do culto católico. Da Reforma Protestante surgiram novas religiões também cristãs, mas que não deviam mais reverência ao papado.

Fontes:
http://www.espacoacademico.com.br/034/34tc_lutero.htm
http://www.culturabrasil.pro.br/95teses.htm

1ª Tese
Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos...., certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento.
2ª Tese
E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo-se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes.
3ª Tese
Todavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda sorte de modificações da carne.
4ª Tese
Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vida eterna.
5ª Tese
O papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acordo com os cânones, que são estatutos papais.
6ª Tese
O papa não pode perdoar divida senão declarar e confirmar aquilo que Já foi perdoado por Deus; ou então faz nos casos que lhe foram reservados. Nestes casos, se desprezados, a dívida deixaria de ser em absoluto anulada ou perdoada.
7ª Tese
Deus a ninguém perdoa a dívida sem que ao mesmo tempo o subordine, em sincera humildade, ao sacerdote, seu vigário.
8ª Tese
Canones poenitendiales, que não as ordenanças de prescrição da maneira em que se deve confessar e expiar, apenas aio Impostas aos vivos, e, de acordo com as mesmas ordenanças, não dizem respeito aos moribundos.
9ª Tese
Eis porque o Espírito Santo nos faz bem mediante o papa, excluído este de todos os seus decretos ou direitos o artigo da morte e da necessidade suprema
10ª Tese
Procedem desajuizadamente e mal os sacerdotes que reservam e impõem aos moribundos poenitentias canonicas ou penitências para o purgatório a fim de ali serem cumpridas.
11ª Tese
Este joio, que é o de se transformar a penitência e satisfação, Previstas pelos cânones ou estatutos, em penitência ou penas do purgatório, foi semeado quando os bispos se achavam dormindo.
12ª Tese
Outrora canonicae poenae, ou sejam penitência e satisfação por pecadores cometidos eram impostos, não depois, mas antes da absolvição, com a finalidade de provar a sinceridade do arrependimento e do pesar.
13ª Tese
Os moribundos tudo satisfazem com a sua morte e estão mortos para o direito canônico, sendo, portanto, dispensados, com justiça, de sua imposição.
14ª Tese
Piedade ou amor Imperfeitos da parte daquele que se acha às portas da morte necessariamente resultam em grande temor; logo, quanto menor o amor, tanto maior o temor.
15ª Tese
Este temor e espanto em si tão só, sem falar de outras cousas, bastam para causar o tormento e o horror do purgatório, pois que se avizinham da angústia do desespero.
16ª Tese
Inferno, purgatório e céu parecem ser tão diferentes quanto o são um do outro o desespero completo, incompleto ou quase desespero e certeza.
17ª Tese
Parece que assim como no purgatório diminuem a angústia e o espanto das almas, nelas também deve crescer e aumentar o amor.
18ª Tese
Bem assim parece não ter sido provado, nem por boas ações e nem pela Escritura, que as almas no purgatório se encontram fora da possibilidade do mérito ou do crescimento no amor.
19ª Tese
Ainda parece não ter sido provado que todas as almas do purgatório tenham certeza de sua salvação e não receiem por ela, não obstante nós termos absoluta certeza disto.
20ª Tese
Por isso o papa não quer dizer e nem compreende com as palavras “perdão plenário de todas as penas” que todo o tormento é perdoado, mas as penas por ele impostas.
21ª Tese
Eis porque erram os apregoadores de indulgências ao afirmarem ser o homem perdoado de todas as penas e salvo mediante a indulgência do papa.
22ª Tese
Pensa com efeito, o papa nenhuma pena dispensa às almas no purgatório das que segundo os cânones da Igreja deviam ter expiado e pago na presente vida.
23ª Tese
Verdade é que se houver qualquer perdão plenário das penas, este apenas será dado aos mais perfeitos, que são muito poucos.
24ª Tese
Assim sendo, a maioria do povo é ludibriada com as pomposas promessas do indistinto perdão, impressionando-se o homem singelo com as penas pagas.
25ª Tese
Exatamente o mesmo poder geral, que o papa tem sobre o purgatório, qualquer bispo e cura d'almas o tem no seu bispado e na sua paróquia, quer de modo especial e quer para com os seus em particular.
26ª Tese
O papa faz muito bem em não conceder às almas o perdão em virtude do poder das chaves (ao qual não possui), mas pela ajuda ou em forma de intercessão.
27ª Tese
Pregam futilidades humanas quantos alegam que no momento em que a moeda soa ao cair na caixa a alma se vai do purgatório.
28ª Tese
Certo é que no momento em que a moeda soa na caixa vêm o lucro e o amor ao dinheiro cresce e aumenta; a ajuda, porém, ou a intercessão da Igreja tão só correspondem à vontade e ao agrado de Deus.
29ª Tese
E quem sabe, se todas as almas do purgatório querem ser libertadas, quando há quem diga o que sucedeu com Santo Severino e Pascoal.
30ª Tese
Ninguém tem certeza da suficiência do seu arrependimento e pesar verdadeiros; muito menos certeza pode ter de haver alcançado pleno perdão dos seus pecados.
31ª Tese
Tão raro como existe alguém que possui arrependimento e, pesar verdadeiros, tão raro também é aquele que verdadeiramente alcança indulgência, sendo bem poucos os que se encontram.
32ª Tese
Irão para o diabo juntamente com os seus mestres aqueles que julgam obter certeza de sua salvação mediante breves de indulgência.
33ª Tese
Há que acautelasse muito e ter cuidado daqueles que dizem: A indulgência do papa é a mais sublime e mais preciosa graça ou dadiva de Deus, pela qual o homem é reconciliado com Deus.
34ª Tese
Tanto assim que a graça da indulgência apenas se refere à pena satisfatória estipulada por homens.
35ª Tese
Ensinam de maneira ímpia quantos alegam que aqueles que querem livrar almas do purgatório ou adquirir breves de confissão não necessitam de arrependimento e pesar.
36ª Tese
Todo e qualquer cristão que se arrepende verdadeiramente dos seus pecados, sente pesar por ter pecado, tem pleno perdão da pena e da dívida, perdão esse que lhe pertence mesmo sem breve de indulgência.
37ª Tese
Todo e qualquer cristão verdadeiro, vivo ou morto, é participante de todos os bens de Cristo e da Igreja, dádiva de Deus, mesmo sem breve de indulgência.
38ª Tese
Entretanto se não deve desprezar o perdão e a distribuição por parte do papa. Pois, conforme declarei, o seu perdão constitui uma declaração do perdão divino.
39ª Tese
É extremamente difícil, mesmo para os mais doutos teólogos, exaltar diante do povo ao mesmo tempo a grande riqueza da indulgência e ao contrário o verdadeiro arrependimento e pesar.
40ª Tese
O verdadeiro arrependimento e pesar buscam e amam o castigo: mas a profusão da indulgência livra das penas e faz com que se as aborreça, pelo menos quando há oportunidade para isso.
41ª Tese
É necessário pregar cautelosamente sobre a indulgência papal para que o homem singelo não julgue erroneamente ser a indulgência preferível às demais obras de caridade ou melhor do que elas.
42ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos, não ser pensamento e opinião do papa que a aquisição de indulgência de alguma maneira possa ser comparada com qualquer obra de caridade.
43ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos proceder melhor quem dá aos pobres ou empresta aos necessitados do que os que compram indulgências.
44ª Tese
Ê que pela obra de caridade cresce o amor ao próximo e o homem torna-se mais piedoso; pelas indulgências, porém, não se torna melhor senão mais seguro e livre da pena.
45ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que aquele que vê seu próximo padecer necessidade e a despeito disto gasta dinheiro com indulgências, não adquire indulgências do papa. mas provoca a ira de Deus.
46ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem fartura , fiquem com o necessário para a casa e de maneira nenhuma o esbanjem com indulgências.
47ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos, ser a compra de indulgências livre e não ordenada
48ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa precisa conceder mais indulgências, mais necessita de uma oração fervorosa do que de dinheiro.
49ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos, serem muito boas as indulgências do papa enquanto o homem não confiar nelas; mas muito prejudiciais quando, em conseqüência delas, se perde o temor de Deus.
50ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que, se papa tivesse conhecimento da traficância dos apregoadores de indulgências, preferiria ver a catedral de São Pedro ser reduzida a cinzas a ser edificada com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
51ª Tese
Deve-se ensinar aos cristãos que o papa, por dever seu, preferiria distribuir o seu dinheiro aos que em geral são despojados do dinheiro pelos apregoadores de indulgências, vendendo, se necessário fosse, a própria catedral de São Pedro.
52º Tese
Comete-se injustiça contra a Palavra de Deus quando, no mesmo sermão, se consagra tanto ou mais tempo à indulgência do que à pregação da Palavra do Senhor.
53ª Tese
São inimigos de Cristo e do papa quantos por causa da prédica de indulgências proíbem a Palavra de Deus nas demais igrejas.
54ª Tese
Esperar ser salvo mediante breves de indulgência é vaidade e mentira, mesmo se o comissário de indulgências, mesmo se o próprio papa oferecesse sua alma como garantia.
55ª Tese
A intenção do papa não pode ser outra do que celebrar a indulgência, que é a causa menor, com um sino, uma pompa e uma cerimônia, enquanto o Evangelho, que é o essencial, importa ser anunciado mediante cem sinos, centenas de pompas e solenidades.
56ª Tese
Os tesouros da Igreja, dos quais o papa tira e distribui as indulgências, não são bastante mencionados e nem suficientemente conhecido na Igreja de Cristo.
57ª Tese
Que não são bens temporais, é evidente, porquanto muitos pregadores a estes não distribuem com facilidade, antes os ajuntam.
58ª Tese
Tão pouco são os merecimentos de Cristo e dos santos, porquanto estes sempre são eficientes e, independentemente do papa, operam salvação do homem interior e a cruz, a morte e o inferno para o homem exterior.
59ª Tese
São Lourenço aos pobres chamava tesouros da Igreja, mas no sentido em que a palavra era usada na sua época.
60ª Tese
Afirmamos com boa razão, sem temeridade ou leviandade, que estes tesouros são as chaves da Igreja, a ela dado pelo merecimento de Cristo.
61ª Tese
Evidente é que para o perdão de penas e para a absolvição em determinados casos o poder do papa por si só basta.
62ª Tese
O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
63ª Tese
Este tesouro, porém, é muito desprezado e odiado, porquanto faz com que os primeiros sejam os últimos.
64ª Tese
Enquanto isso o tesouro das indulgências é sabiamente o mais apreciado, porquanto faz com que os últimos sejam os primeiros.
65ª Tese
Por essa razão os tesouros evangélicos outrora foram as redes com que se apanhavam os ricos e abastados.
66ª Tese
Os tesouros das indulgências, porém, são as redes com que hoje se apanham as riquezas dos homens.
67ª Tese
As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como a mais sublime graça decerto assim são consideradas porque lhes trazem grandes proventos.
68ª Tese
Nem por isso semelhante indigência não deixa de ser a mais Intima graça comparada com a graça de Deus e a piedade da cruz.
69ª Tese
Os bispos e os sacerdotes são obrigados a receber os comissários das indulgências apostólicas com toda a reverência-
70ª Tese
Entretanto têm muito maior dever de conservar abertos olhos e ouvidos, para que estes comissários, em vez de cumprirem as ordens recebidas do papa, não preguem os seus próprios sonhos.
71ª Tese
Aquele, porém, que se insurgir contra as palavras insolentes e arrogantes dos apregoadores de indulgências, seja abençoado.
72ª Tese
Quem levanta a sua voz contra a verdade das indulgências papais é excomungado e maldito.
73ª Tese
Da mesma maneira em que o papa usa de justiça ao fulminar com a excomunhão aos que em prejuízo do comércio de indulgências procedem astuciosamente.
74ª Tese
Muito mais deseja atingir com o desfavor e a excomunhão àqueles que, sob o pretexto de indulgência, prejudiquem a santa caridade e a verdade pela sua maneira de agir.
75ª Tese
Considerar as indulgências do papa tão poderosas, a ponto de poderem absolver alguém dos pecados, mesmo que (cousa impossível) tivesse desonrado a mãe de Deus, significa ser demente.
78 ª Tese
Bem ao contrario, afirmamos que a indulgência do papa nem mesmo o menor pecado venial pode anular o que diz respeito à culpa que constitui.
77ª Tese
Dizer que mesmo São Pedro, se agora fosse papa, não poderia dispensar maior indulgência, significa blasfemar S. Pedro e o papa.
78ª Tese
Em contrario dizemos que o atual papa, e todos os que o sucederam, é detentor de muito maior indulgência, isto é, o Evangelho, as virtudes o dom de curar, etc., de acordo com o que diz 1Coríntios 12.
79ª Tese
Afirmar ter a cruz de indulgências adornada com as armas do papa e colocada na igreja tanto valor como a própria cruz de Cristo, é blasfêmia.
80ª Tese
Os bispos, padres e teólogos que consentem em semelhante linguagem diante do povo, terão de prestar contas deste procedimento.
81ª Tese
Semelhante pregação, a enaltecer atrevida e insolentemente a Indulgência, faz com que mesmo a homens doutos é difícil proteger a devida reverência ao papa contra a maledicência e as fortes objeções dos leigos.
82 ª Tese
Eis um exemplo: Por que o papa não tira duma só vez todas as almas do purgatório, movido por santíssima' caridade e em face da mais premente necessidade das almas, que seria justíssimo motivo para tanto, quando em troca de vil dinheiro para a construção da catedral de S. Pedro, livra um sem número de almas, logo por motivo bastante Insignificante?
83ª Tese
Outrossim: Por que continuam as exéquias e missas de ano em sufrágio das almas dos defuntos e não se devolve o dinheiro recebido para o mesmo fim ou não se permite os doadores busquem de novo os benefícios ou pretendas oferecidos em favor dos mortos, visto' ser Injusto continuar a rezar pelos já resgatados?
84ª Tese
Ainda: Que nova piedade de Deus e dó papa é esta, que permite a um ímpio e inimigo resgatar uma alma piedosa e agradável a Deus por amor ao dinheiro e não resgatar esta mesma alma piedosa e querida de sua grande necessidade por livre amor e sem paga?
85ª Tese
Ainda: Por que os cânones de penitencia, que, de fato, faz muito caducaram e morreram pelo desuso, tornam a ser resgatados mediante dinheiro em forma de indulgência como se continuassem bem vivos e em vigor?
86ª Tese
Ainda: Por que o papa, cuja fortuna hoje é mais principesca do que a de qualquer Credo, não prefere edificar a catedral de S. Pedro de seu próprio bolso em vez de o fazer com o dinheiro de fiéis pobres?
87ª Tese
Ainda: Quê ou que parte concede o papa do dinheiro proveniente de indulgências aos que pela penitência completa assiste o direito à indulgência plenária?
88ª Tese
Afinal: Que maior bem poderia receber a Igreja, se o papa, como Já O faz, cem vezes ao dia, concedesse a cada fiel semelhante dispensa e participação da indulgência a título gratuito.
89ª Tese
Visto o papa visar mais a salvação das almas do que o dinheiro, por que revoga os breves de indulgência outrora por ele concedidos, aos quais atribuía as mesmas virtudes?
90ª Tese
Refutar estes argumentos sagazes dos leigos pelo uso da força e não mediante argumentos da lógica, significa entregar a Igreja e o papa a zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.
91ª Tese
Se a Indulgência fosse apregoada segundo o espírito e sentido do papa, aqueles receios seriam facilmente desfeitos, nem mesmo teriam surgido.
92ª Tese
Fora, pois, com todos estes profetas que dizem ao povo de Cristo: Paz! Paz! e não há Paz.
93ª Tese
Abençoados sejam, porém, todos os profetas que dizem à grei de Cristo: Cruz! Cruz! e não há cruz.
94ª Tese
Admoestem-se os cristãos a que se empenhem em seguir sua Cabeça Cristo através do padecimento, morte e inferno.
95ª Tese
E assim esperem mais entrar no Reino dos céus através de muitas tribulações do que facilitados diante de consolações infundadas.

SEGUNDA TRADUÇÃO:

1 Ao dizer: "Fazei penitência", etc. [Mt 4.17], o nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo quis que toda a vida dos fiéis fosse penitência.
2 Esta penitência não pode ser entendida como penitência sacramental (isto é, da confissão e satisfação celebrada pelo ministério dos sacerdotes).
3 No entanto, ela não se refere apenas a uma penitência interior; sim, a penitência interior seria nula, se, externamente, não produzisse toda sorte de mortificação da carne.
4 Por conseqüência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus.
5 O papa não quer nem pode dispensar de quaisquer penas senão daquelas que impôs por decisão própria ou dos cânones.
6 O papa não pode remitir culpa alguma senão declarando e confirmando que ela foi perdoada por Deus, ou, sem dúvida, remitindo-a nos casos reservados para si; se estes forem desprezados, a culpa permanecerá por inteiro.
7 Deus não perdoa a culpa de qualquer pessoa sem, ao mesmo tempo, sujeitá-la, em tudo humilhada, ao sacerdote, seu vigário.
8 Os cânones penitenciais são impostos apenas aos vivos; segundo os mesmos cânones, nada deve ser imposto aos moribundos.
9 Por isso, o Espírito Santo nos beneficia através do papa quando este, em seus decretos, sempre exclui a circunstância da morte e da necessidade.
10 Agem mal e sem conhecimento de causa aqueles sacerdotes que reservam aos moribundos penitências canônicas para o purgatório.
11 Essa erva daninha de transformar a pena canônica em pena do purgatório parece ter sido semeada enquanto os bispos certamente dormiam.
12 Antigamente se impunham as penas canônicas não depois, mas antes da absolvição, como verificação da verdadeira contrição.
13 Através da morte, os moribundos pagam tudo e já estão mortos para as leis canônicas, tendo, por direito, isenção das mesmas.
14 Saúde ou amor imperfeito no moribundo necessariamente traz consigo grande temor, e tanto mais, quanto menor for o amor.
15 Este temor e horror por si sós já bastam (para não falar de outras coisas) para produzir a pena do purgatório, uma vez que estão próximos do horror do desespero.
16 Inferno, purgatório e céu parecem diferir da mesma forma que o desespero, o semidesespero e a segurança.
17 Parece desnecessário, para as almas no purgatório, que o horror diminua na medida em que cresce o amor.
18 Parece não ter sido provado, nem por meio de argumentos racionais nem da Escritura, que elas se encontram fora do estado de mérito ou de crescimento no amor.
19 Também parece não ter sido provado que as almas no purgatório estejam certas de sua bem-aventurança, ao menos não todas, mesmo que nós, de nossa parte, tenhamos plena certeza.
20 Portanto, sob remissão plena de todas as penas, o papa não entende simplesmente todas, mas somente aquelas que ele mesmo impôs.
21 Erram, portanto, os pregadores de indulgências que afirmam que a pessoa é absolvida de toda pena e salva pelas indulgências do papa.
22 Com efeito, ele não dispensa as almas no purgatório de uma única pena que, segundo os cânones, elas deveriam ter pago nesta vida.
23 Se é que se pode dar algum perdão de todas as penas a alguém, ele, certamente, só é dado aos mais perfeitos, isto é, pouquíssimos.
24 Por isso, a maior parte do povo está sendo necessariamente ludibriada por essa magnífica e indistinta promessa de absolvição da pena.
25 O mesmo poder que o papa tem sobre o purgatório de modo geral, qualquer bispo e cura tem em sua diocese e paróquia em particular.
26 O papa faz muito bem ao dar remissão às almas não pelo poder das chaves (que ele não tem), mas por meio de intercessão.
27 Pregam doutrina humana os que dizem que, tão logo tilintar a moeda lançada na caixa, a alma sairá voando [do purgatório para o céu].
28 Certo é que, ao tilintar a moeda na caixa, podem aumentar o lucro e a cobiça; a intercessão da Igreja, porém, depende apenas da vontade de Deus.
29 E quem é que sabe se todas as almas no purgatório querem ser resgatadas? Dizem que este não foi o caso com S. Severino e S. Pascoal.
30 Ninguém tem certeza da veracidade de sua contrição, muito menos de haver conseguido plena remissão.
31 Tão raro como quem é penitente de verdade é quem adquire autenticamente as indulgências, ou seja, é raríssimo.
32 Serão condenados em eternidade, juntamente com seus mestres, aqueles que se julgam seguros de sua salvação através de carta de indulgência.
33 Deve-se ter muita cautela com aqueles que dizem serem as indulgências do papa aquela inestimável dádiva de Deus através da qual a pessoa é reconciliada com Deus.
34 Pois aquelas graças das indulgências se referem somente às penas de satisfação sacramental, determinadas por seres humanos.
35 Não pregam cristãmente os que ensinam não ser necessária a contrição àqueles que querem resgatar ou adquirir breves confessionais.
36 Qualquer cristão verdadeiramente arrependido tem direito à remissão pela de pena e culpa, mesmo sem carta de indulgência.
37 Qualquer cristão verdadeiro, seja vivo, seja morto, tem participação em todos os bens de Cristo e da Igreja, por dádiva de Deus, mesmo sem carta de indulgência.
38 Mesmo assim, a remissão e participação do papa de forma alguma devem ser desprezadas, porque (como disse) constituem declaração do perdão divino.
39 Até mesmo para os mais doutos teólogos é dificílimo exaltar perante o povo ao mesmo tempo, a liberdade das indulgências e a verdadeira contrição.
40 A verdadeira contrição procura e ama as penas, ao passo que a abundância das indulgências as afrouxa e faz odiá-las, pelo menos dando ocasião para tanto.
41 Deve-se pregar com muita cautela sobre as indulgências apostólicas, para que o povo não as julgue erroneamente como preferíveis às demais boas obras do amor.
42 Deve-se ensinar aos cristãos que não é pensamento do papa que a compra de indulgências possa, de alguma forma, ser comparada com as obras de misericórdia.
43 Deve-se ensinar aos cristãos que, dando ao pobre ou emprestando ao necessitado, procedem melhor do que se comprassem indulgências.
44 Ocorre que através da obra de amor cresce o amor e a pessoa se torna melhor, ao passo que com as indulgências ela não se torna melhor, mas apenas mais livre da pena.
45 Deve-se ensinar aos cristãos que quem vê um carente e o negligencia para gastar com indulgências obtém para si não as indulgências do papa, mas a ira de Deus.
46 Deve-se ensinar aos cristãos que, se não tiverem bens em abundância, devem conservar o que é necessário para sua casa e de forma alguma desperdiçar dinheiro com indulgência.
47 Deve-se ensinar aos cristãos que a compra de indulgências é livre e não constitui obrigação.
48 Deve-se ensinar aos cristãos que, ao conceder indulgências, o papa, assim como mais necessita, da mesma forma mais deseja uma oração devota a seu favor do que o dinheiro que se está pronto a pagar.
49 Deve-se ensinar aos cristãos que as indulgências do papa são úteis se não depositam sua confiança nelas, porém, extremamente prejudiciais se perdem o temor de Deus por causa delas.
50 Deve-se ensinar aos cristãos que, se o papa soubesse das exações dos pregadores de indulgências, preferiria reduzir a cinzas a Basílica de S. Pedro a edificá-la com a pele, a carne e os ossos de suas ovelhas.
51 Deve-se ensinar aos cristãos que o papa estaria disposto - como é seu dever - a dar do seu dinheiro àqueles muitos de quem alguns pregadores de indulgências extraem ardilosamente o dinheiro, mesmo que para isto fosse necessário vender a Basílica de S. Pedro.
52 Vã é a confiança na salvação por meio de cartas de indulgências, mesmo que o comissário ou até mesmo o próprio papa desse sua alma como garantia pelas mesmas.
53 São inimigos de Cristo e do papa aqueles que, por causa da pregação de indulgências, fazem calar por inteiro a palavra de Deus nas demais igrejas.
54 Ofende-se a palavra de Deus quando, em um mesmo sermão, se dedica tanto ou mais tempo às indulgências do que a ela.
55 A atitude do papa é necessariamente esta: se as indulgências (que são o menos importante) são celebradas com um toque de sino, uma procissão e uma cerimônia, o Evangelho (que é o mais importante) deve ser anunciado com uma centena de sinos, procissões e cerimônias.
56 Os tesouros da Igreja, dos quais o papa concede as indulgências, não são suficientemente mencionados nem conhecidos entre o povo de Cristo.
57 É evidente que eles, certamente, não são de natureza temporal, visto que muitos pregadores não os distribuem tão facilmente, mas apenas os ajuntam.
58 Eles tampouco são os méritos de Cristo e dos santos, pois estes sempre operam, sem o papa, a graça do ser humano interior e a cruz, a morte e o inferno do ser humano exterior.
59 S. Lourenço disse que os pobres da Igreja são os tesouros da mesma, empregando, no entanto, a palavra como era usada em sua época.
60 É sem temeridade que dizemos que as chaves da Igreja, que lhe foram proporcionadas pelo mérito de Cristo, constituem este tesouro.
61 Pois está claro que, para a remissão das penas e dos casos, o poder do papa por si só é suficiente.
62 O verdadeiro tesouro da Igreja é o santíssimo Evangelho da glória e da graça de Deus.
63 Este tesouro, entretanto, é o mais odiado, e com razão, porque faz com que os primeiros sejam os últimos.
64 Em contrapartida, o tesouro das indulgências é o mais benquisto, e com razão, pois faz dos últimos os primeiros.
65 Por esta razão, os tesouros do Evangelho são as redes com que outrora se pescavam homens possuidores de riquezas.
66 Os tesouros das indulgências, por sua vez, são as redes com que hoje se pesca a riqueza dos homens.
67 As indulgências apregoadas pelos seus vendedores como as maiores graças realmente podem ser entendidas como tal, na medida em que dão boa renda.
68 Entretanto, na verdade, elas são as graças mais ínfimas em comparação com a graça de Deus e a piedade na cruz.
69 Os bispos e curas têm a obrigação de admitir com toda a reverência os comissários de indulgências apostólicas.
70 Têm, porém, a obrigação ainda maior de observar com os dois olhos e atentar com ambos os ouvidos para que esses comissários não preguem os seus próprios sonhos em lugar do que lhes foi incumbido pelo papa.
71 Seja excomungado e maldito quem falar contra a verdade das indulgências apostólicas.
72 Seja bendito, porém, quem ficar alerta contra a devassidão e licenciosidade das palavras de um pregador de indulgências.
73 Assim como o papa, com razão, fulmina aqueles que, de qualquer forma, procuram defraudar o comércio de indulgências,
74 muito mais deseja fulminar aqueles que, a pretexto das indulgências, procuram defraudar a santa caridade e verdade.
75 A opinião de que as indulgências papais são tão eficazes ao ponto de poderem absolver um homem mesmo que tivesse violentado a mãe de Deus, caso isso fosse possível, é loucura.
76 Afirmamos, pelo contrário, que as indulgências papais não podem anular sequer o menor dos pecados veniais no que se refere à sua culpa.
77 A afirmação de que nem mesmo S. Pedro, caso fosse o papa atualmente, poderia conceder maiores graças é blasfêmia contra São Pedro e o papa.
78 Afirmamos, ao contrário, que também este, assim como qualquer papa, tem graças maiores, quais sejam, o Evangelho, os poderes, os dons de curar, etc., como está escrito em 1 Co 12.
79 É blasfêmia dizer que a cruz com as armas do papa, insignemente erguida, equivale à cruz de Cristo.
80 Terão que prestar contas os bispos, curas e teólogos que permitem que semelhantes conversas sejam difundidas entre o povo.
81 Essa licenciosa pregação de indulgências faz com que não seja fácil, nem para os homens doutos, defender a dignidade do papa contra calúnias ou perguntas, sem dúvida argutas, dos leigos.
82 Por exemplo: por que o papa não evacua o purgatório por causa do santíssimo amor e da extrema necessidade das almas - o que seria a mais justa de todas as causas -, se redime um número infinito de almas por causa do funestíssimo dinheiro para a construção da basílica - que é uma causa tão insignificante?
83 Do mesmo modo: por que se mantêm as exéquias e os aniversários dos falecidos e por que ele não restitui ou permite que se recebam de volta as doações efetuadas em favor deles, visto que já não é justo orar pelos redimidos?
84 Do mesmo modo: que nova piedade de Deus e do papa é essa: por causa do dinheiro, permitem ao ímpio e inimigo redimir uma alma piedosa e amiga de Deus, porém não a redimem por causa da necessidade da mesma alma piedosa e dileta, por amor gratuito?
85 Do mesmo modo: por que os cânones penitenciais - de fato e por desuso já há muito revogados e mortos - ainda assim são redimidos com dinheiro, pela concessão de indulgências, como se ainda estivessem em pleno vigor?
86 Do mesmo modo: por que o papa, cuja fortuna hoje é maior do que a dos mais ricos Crassos, não constrói com seu próprio dinheiro ao menos esta uma basílica de São Pedro, ao invés de fazê-lo com o dinheiro dos pobres fiéis?
87 Do mesmo modo: o que é que o papa perdoa e concede àqueles que, pela contrição perfeita, têm direito à remissão e participação plenária?
88 Do mesmo modo: que benefício maior se poderia proporcionar à Igreja do que se o papa, assim como agora o faz uma vez, da mesma forma concedesse essas remissões e participações 100 vezes ao dia a qualquer dos fiéis?
89 Já que, com as indulgências, o papa procura mais a salvação das almas do o dinheiro, por que suspende as cartas e indulgências outrora já concedidas, se são igualmente eficazes?
90 Reprimir esses argumentos muito perspicazes dos leigos somente pela força, sem refutá-los apresentando razões, significa expor a Igreja e o papa à zombaria dos inimigos e desgraçar os cristãos.
91 Se, portanto, as indulgências fossem pregadas em conformidade com o espírito e a opinião do papa, todas essas objeções poderiam ser facilmente respondidas e nem mesmo teriam surgido.
92 Fora, pois, com todos esses profetas que dizem ao povo de Cristo: "Paz, paz!" sem que haja paz!
93 Que prosperem todos os profetas que dizem ao povo de Cristo: "Cruz! Cruz!" sem que haja cruz!
94 Devem-se exortar os cristãos a que se esforcem por seguir a Cristo, seu cabeça, através das penas, da morte e do inferno;
95 e, assim, a que confiem que entrarão no céu antes através de muitas tribulações do que pela segurança da paz.

domingo, 20 de dezembro de 2015

Evangélicos são presos por recusarem conversão ao catolicismo...Olavetes investem contra facebook de cristãos que noticiaram o fato!

Evangélicos são presos por recusarem conversão ao catolicismo

Perseguição religiosa no México vem aumentando nos últimos anos
A ONG International Christian Concern, que luta pelos diretos humanos e contra a perseguição religiosa, está fazendo uma denúncia inusitada.
Sete evangélicos do Estado de Chiapas, no México, foram presos após recusarem-se a se converter ao catolicismo. Autoridades estaduais e federais foram informadas sobre as ameaças de expulsar ilegalmente ou encarcerar pessoas por causa de sua religião, mas se recusaram a intervir.
A prisão não é um ato isolado, é o último passo num processo iniciado pelas autoridades de Leyva Velazquez. No pequeno município, a comunidade evangélica não é bem-vinda. Segundo Luis Herrera, um dos diretores do Conselho Cristão das Igrejas do México, oito famílias da aldeia negaram-se a assinar documentos comprovando sua conversão ao catolicismo. Todos eram membros da Iglesia Renovación En Cristo La Dulce Presencia de Dios.  Outros acabaram cedendo.
A constituição do México protege o direito de todos os cidadãos a professar e praticar a crença religiosa de sua escolha. Mesmo assim, as perseguições à minoria evangélica são comuns em algumas regiões do país.
O incidente deste mês mostra a tendência crescente de perseguição religiosa em áreas rurais do México, bem como a ineficácia por parte do governo estadual e federal de proteger as minorias religiosas. Em junho, cerca de 70 casos de perseguição religiosa contra comunidades evangélicas foram registrados. Ao todo, envolveram entre 20 e 100 pessoas nos estados de Chiapas, Hidalgo, Oaxaca, Puebla e Guerrero.
A Federación Inter Americana de Juristas Cristianos (FIAJC) emitiu uma nota pública sobre caso de perseguição por intolerância religiosa no México.
“Infelizmente, casos de intolerância religiosa e violações dos direitos civis básicos estão ocorrendo com frequência no México, onde os membros de religiões minoritárias são perseguidos pela religião predominante [catolicismo]. Eles sofrem, por exemplo, corte de energia e água, crianças são expulsas da escola e proibidos de enterrar seus mortos no cemitério público.  pior pouco é que o governo intervém nessas situações. A FIAJAC requer providências urgentes das autoridades locais para que o povo mexicano garanta a plena liberdade de expressar sua fé. Da mesma forma que está se disponibilizando para contribuir legalmente com as famílias presas”. Com informações Anajure e Charisma News
Fonte: https://noticias.gospelprime.com.br/evangelicos-presos-recusarem-catolicismo/

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

ALERTA AOS CRISTÃOS: Como é que foi possível uma Alemanha majoritariamente cristã ser enganada pela ideologia nazista?



O antimarxismo estridente de Hitler

Antissemitismo e a luta nazista contra o marxismo soviético

Julio Severo
Como é que foi possível uma Alemanha majoritariamente cristã ser enganada pela ideologia nazista? O Rev. Erwin W. Lutzer, em seu livro “Hitler’s Cross: How the Cross of Christ was used to promote the Nazi agenda” (A Cruz de Hitler: Como a Cruz de Cristo era usada para promover a agenda nazista), explica como os cristãos alemães abraçaram Adolf Hitler como um salvador contra o marxismo:
“Muitos padres e pastores foram enganados. O Padre Falkan, um padre paroquial católico, disse: Devo confessar que fiquei contente de ver os nazistas chegarem ao poder, pois naquela época senti que Hitler como católico era um homem temente a Deus que poderia combater o comunismo em prol da Igreja Católica… o antissemitismo dos nazistas assim como o antimarxismo deles apelavam para a Igreja Católica.’”
A verdade é que o antimarxismo dos nazistas apelava não somente para os católicos, mas também para os luteranos, industrialistas e conservadores na Alemanha. Para eles, Hitler só estava usando uma capa socialista (Nacional Socialismo) para combater uma ideologia muito popular entre as classes trabalhadoras alemães: o comunismo.

A luta de Hitler contra o marxismo soviético

O comunismo soviético estava ameaçando a Alemanha e Hitler pôde unir alemães conservadores e cristãos (católicos e protestantes) sob a bandeira de luta total contra o marxismo soviético. A condenação de Hitler ao marxismo era explícita. Ele disse:
Marxismo: veneno mortal.
A face feia do marxismo.
A democracia no Ocidente hoje é o precursor do marxismo. A democracia oferece um terreno propicio, no qual consegue desenvolver-se a epidemia [marxista].
O problema mais importante que confronta a Alemanha: o marxismo.
Expressei pela primeira vez a convicção de que a questão do futuro da nação alemã é a questão da destruição do marxismo.
Uma praga como o marxismo.
A obra de destruição do marxismo, a sua propaganda envenenadora, cega o povo.
O marxismo tem que ser aniquilado.
O marxismo marchará com a democracia até que consiga, por via indireta, os seus criminosos fins.
Esforçava-me, por todos os meios ao meu alcance, por convencê-los da perniciosidade dos erros do marxismo.
O problema futuro da nação alemã devia ser o aniquilamento do marxismo. Na funesta política de alianças da Alemanha eu via apenas o fruto da ação destruidora dessa doutrina. O pior era que esse veneno destruía quase insensivelmente os fundamentos de uma sadia concepção do Estado e da economia, sem que os por ele atingidos se apercebessem de que a sua maneira de agir, as manifestações da sua vontade já eram uma consequência destruidora do marxismo… Muitas vezes se tentou procurar um remédio para essa enfermidade, mas confundiam-se os sintomas com a causa. Como ninguém conhecia ou queria conhecer a verdadeira causa do mal-estar da nação, a luta contra o marxismo não passou de um charlatanismo sem eficiência.
Essas ideias espantosamente antimarxistas, sustentadas por Adolf Hitler em sua autobiografia “Mein Kampf” (Minha Luta), publicada em 1926, conquistariam qualquer audiência antimarxista moderna.
Se, como o escritor socialista George Orwell disse, “Durante tempos de engano universal, dizer a verdade se torna um ato revolucionário,” então Hitler demonstrou um ato revolucionário ao dizer a verdade sobre o marxismo. Aliás, ele revolucionou sua geração com seu antimarxismo. E qualquer outro indivíduo em nossos dias corajoso o suficiente para dizer a verdade sobre o marxismo estaria fazendo um ato revolucionário.
Com seu discurso antimarxista estridente e inflamatório, Hitler levou a Alemanha a uma euforia incrivelmente antimarxista que acabou lhe dando total poder político por meios democráticos. O que de forma especial o impulsionou ao poder foi o ambiente ideal: A Alemanha estava passando por uma grave crise econômica.
Richard J. Evans, em seu livro “A Chegada do Terceiro Reich” (Editora Planeta do Brasil, 2010), comentou: “Pequenas empresas e oficinas foram especialmente atingidas. Em sua incompreensão das forças mais amplas que estavam destruindo seu meio de vida, aqueles mais gravemente afetados acharam fácil acreditar nas afirmações de jornalistas católicos e conservadores de que os financistas judeus eram os culpados.”
No entanto, nas suas campanhas para se eleger Hitler não focava nos judeus. Seu foco era o marxismo soviético. “Num discurso para centenas de empresários em 1932, Hitler culpou o marxismo pelos problemas da Alemanha, mas nem chegou a mencionar os judeus. Evans disse: ‘O antissemitismo, tão proeminente na propaganda nazista na década de 1920, assumiu posição secundária e teve pouca influência em conquistar apoio para os nazistas nas eleições do início da década de 1930.’” (Joseph Keysor “Hitler, the Holocaust, and the Bible: A Scriptural Analysis of Anti-Semitism, National Socialism, and the Churches in Nazi Germany” [Hitler, o Holocausto e a Bíblia: Uma Análise Bíblica do Antissemitismo, Nacional Socialismo e as Igrejas na Alemanha Nazista] Athanatos Publishing Group.)
O discurso dele contra o marxismo soviético acabou lhe garantindo vitória.
Em seu livro “Hitler, God, & the Bible” (Hitler, Deus e a Bíblia), publicado por WND Books em 2012, Ray Comfort disse: “Se Hitler era qualquer coisa, ele era um mestre da propaganda. A fim de o Partido Nazista se levantar, ele fez campanhas em prol do fim do marxismo…”
De acordo com Comfort, ele unificou as igrejas alemãs nessa missão.

A luta de Hitler contra o marxismo judaico

Entretanto, havia um problema. A verdade e revolução dele incluíam a demonização dos judeus. A demonização do marxismo e a demonização dos judeus andavam de mãos dadas. A motivação dele era o antissemitismo. Ele rejeitava o marxismo porque havia sido criado por um judeu. Ele rejeitava o marxismo porque estava sendo liderado de modo proeminente por judeus russos. Ainda que não tivesse um foco nos judeus em sua campanha de 1932 para se eleger, Hitler disse em sua autobiografia de 1926:
Abriram-se-me os olhos para dois perigos que eu mal conhecia pelos nomes e que, de nenhum modo, se me apresentavam nitidamente na sua horrível significação para a existência do povo germânico: marxismo e judaísmo.
No bolchevismo russo, precisamos ver a tentativa empreendida pelos judeus do século XX de alcançar a dominação do mundo.
Karl Marx, autor de O Capital, era filho de pais protestantes, que haviam se convertido do judaísmo. Como muitos outros que mais tarde se identificaram com o socialismo, conhecido anteriormente em suas formas utópicas na França, ele foi educado na filosofia neo-hegeliana. Na época essa doutrina destacadamente evolucionista entrou em conflito com o Cristianismo luterano de um modo convencional e fundamentalista. Parecia não haver chance de reconciliação entre filosofia e religião.
Por isso, o marxismo internacional é simplesmente a versão aceita pelo judeu Karl Marx de idéias e conceitos já há muito tempo existentes de fato sob a forma de aceitação de uma determinada fé política. Sem o alicerce de uma semelhante intoxicação geral já existente, jamais teria sido possível o espantoso êxito político dessa doutrina. Entre os milhões de indivíduos de um mundo que lentamente se corrompia, Karl Marx foi, de fato, um que reconheceu, com o olho seguro de um profeta, a verdadeira substância tóxica e a apanhou para, como um feiticeiro, com ela aniquilar rapidamente a vida das nações livres da terra. Tudo isso, porém, a serviço de sua raça.
A doutrina judaica do marxismo repele o princípio aristocrático na natureza.
A força que deu ao marxismo a sua espantosa influência sobre as massas não foi a obra intelectual preparada pelos judeus, mas sim a formidável propaganda oral que inundou a nação, acabando pela dominação das camadas populares… Esse livro não foi escrito para o povo mas exclusivamente para os líderes intelectuais da máquina que os judeus montaram para a conquista do mundo.
Em seu livro “Beyond Totalitarianism: Stalinism and Nazism Compared” (Além do Totalitarismo: Stalinismo e Nazismo Comparados), publicado pela Cambridge University Press em 2009, Michael Geyer e Sheila Fitzpatrick revelaram que a luta nazista contra a União Soviética era uma luta racial. Eles disseram:
A intenção de Hitler era conduzir a guerra contra a União Soviética como uma guerra político-ideológica e racial-ideológica de destruição… a prontidão de conduzir uma cruzada anti-bolchevique implicava um acordo de prosseguir a guerra como uma guerra racial contra o “bolchevismo judeu.”
Ao mesmo tempo, os autores admitem: “Os comissários bolcheviques… eram muitas vezes judeus.”

Proeminência dos judeus

Depois da eleição de Hitler, o antissemitismo visto em “Mein Kampf” ressuscitou com vingança e Hitler voltou a enfatizar os judeus como uma ameaça tão importante quanto o marxismo soviético, fazendo parecer que os judeus tinham uma proeminência exclusivamente maligna em tudo. Mas essa é uma mentira grosseira e maliciosa. Já que Deus abençoou Abraão, Isaque e Jacó e seus descendentes, os judeus têm uma proeminência e excelência em tudo em que se envolvem. Os judeus estavam envolvidos no nascimento dos Estados Unidos? Sim. O resultado? Excelente! Os judeus estavam envolvidos no nascimento da União Soviética? Sim. O resultado? Horrível.
Se os judeus tivessem proeminência exclusivamente em eventos malignos, os caluniadores teriam razão para condená-los. Mas esse não é o caso. Como todo mundo mais, os judeus estão envolvidos em eventos malignos e bons. E pelo fato de que eles têm uma bênção especial de Deus, tudo o que eles tocam, bom ou mau, se torna muito melhor ou muito pior. Por isso, o jeito certo de canalizar a bênção de Deus, especialmente bênçãos econômicas, concedidas aos judeus é uma união com cristãos verdadeiros. Tal união e bom canal aconteceram no nascimento dos Estados Unidos. O jeito errado de canalizar as bênçãos judaicas é deixar que os ateus as usem para avançar sua causa. O Dr. Bernard Nathanson, o aborteiro mais proeminente do mundo, era ateu de origem judaica. Ele havia presidido mais de 60 mil abortos nos EUA. O caso dele poderia ser facilmente usado por antissemitas para declarar que todos os judeus são maus. No entanto, Nathanson acabou questionando seu negócio de aborto e o abandonou. Além disso, o único Salvador da humanidade, Jesus Cristo, é judeu. Ele é tal bom exemplo judaico colossal que facilmente ultrapassa qualquer mau exemplo judeu, especialmente Karl Marx.
Os que odeiam os judeus deveriam se lembrar de que Jesus não é brasileiro, americano, russo ou árabe. Ele é judeu! Os que odeiam os judeus por si odeiam também Jesus.
Por causa da aliança de Deus com os descendentes de Abraão, Isaque e Jacó, os judeus sempre têm um grande potencial para extremo bem ou mal. Contudo, nenhum judeu mau ultrapassará, em proeminência, ao supremo Judeu Bom, Jesus.
Embora a motivação de Hitler para atacar o marxismo soviético fosse seu ódio aos judeus, a motivação dos judeus para ajudar a fundar a União Soviética não foi ódio aos russos. O antigo governo czarista era tão antissemita quanto a Inquisição católica ou até mesmo o sistema nazista. Os judeus russos, auxiliados por capitalistas americanos, ajudaram a fundar o sistema soviético para salvar os judeus da perseguição e morte do governo czarista.

Henry Ford: Judeus, os principais problemas do mundo

A crítica de Hitler ao marxismo e, simultaneamente, aos judeus não era de modo algum um trabalho pioneiro. Seis anos antes da publicação de “Mein Kampf” na Alemanha, o magnata da indústria automobilística Henry Ford Sr. lançou nos Estados Unidos seu livro antissemita “O Judeu Internacional: O Principal Problema do Mundo,” publicado em 1920. “O Judeu Internacional” foi publicado em várias línguas e disseminado amplamente nos Estados Unidos e no exterior. A primeira edição brasileira foi publicada pela Editora Globo em 1933. Esse livro americano, muito popular hoje na internet, era muito mais estridentemente anti-judeu do que Mein Kampf. Nele Ford disse:
Werner Sombart, em sua obra “Os Judeus e o Capitalismo Moderno,” diz que “se as condições nos Estados Unidos continuarem a se desenvolver da mesma forma que na última geração, se as taxas de imigração e aumento da natalidade entre as diversas nacionalidades permanecerem a mesma coisa, nossa imaginação pode fazer um quadro mental dos Estados Unidos daqui a cinquenta ou cem anos como um país habitado tão-somente por eslavos [russos], negros e judeus, entre os quais os judeus naturalmente ocuparão a posição de liderança econômica.” Sombart é um escritor pró-judeu.
A questão é: Se os judeus controlam tudo, como foi que isso aconteceu? Os EUA são um pais livre. Os judeus perfazem apenas três por cento da população. Para cada judeu, há 97 gentios. Para os 3 milhões de judeus nos Estados Unidos, há 97 milhões de gentios. Se os judeus controlam tudo, é por causa da capacidade superior deles, ou é por causa da inferioridade e atitude indiferente dos gentios?
Os verdadeiros capitalistas do mundo são judeus, que são capitalistas por amor ao capital.
Os judeus criaram o capitalismo, nos dizem. Mas o capitalismo demonstrou ter mau comportamento. Por isso, agora os criadores judeus vão destruir sua criação. Eles fizeram isso na Rússia. E agora, o povo americano será bonzinho e deixará seus benfeitores judeus fazerem o mesmo nos EUA?
Mas os judeus não destruíram o capitalismo na Rússia. Quando Lênin e Trotsky fizerem seu discurso de despedida e se aposentarem sob a influência protetiva dos capitalistas judeus do mundo, todos verão que apenas o capital dos gentios e russos foi destruído, e que o capital judeu foi entronizado.
A conclusão, quando todos os fatos são considerados, é irresistível, de que a revolução bolchevique foi um investimento cuidadosamente preparado pelos banqueiros judeus internacionais.
No capítulo 15, intitulado “Será que o ‘Kahal’ Judeu é o ‘Soviético’ Moderno?” de seu livro, Ford diz:
O soviético não é uma instituição russa, mas judaica. Essa invenção dos judeus russos não é de hoje, nem é um instrumento político novo que foi estabelecido como um canal das ideias de Lênin e Trotsky. O soviético é de origem judaica antiga, um instrumento que os próprios judeus inventaram para manter sua vida racial e nacional diferenciada depois que os romanos conquistaram a Palestina. O bolchevismo moderno, que é hoje conhecido como meramente a capa exterior de um golpe há muito tempo planejado para estabelecer a dominação de uma raça, imediatamente fundou a forma soviética de governo porque os judeus de todos os países que contribuíram para o bolchevismo russo haviam há muito tempo sido treinados na natureza e estrutura soviética.
Há também um capítulo inteiro, 19, intitulado “A Marca Totalmente Judaica da ‘Rússia Vermelha.’”
No capítulo 20, intitulado “Testemunho Judaico em Favor do Bolchevismo,” Ford diz:
É muito bem conhecido que “o que o idealismo judaico e o descontentamento judaico contribuíram de forma tão potente para realizar na Rússia” vem também sendo tentado nos Estados Unidos. 
O “idealismo judaico e o descontentamento judaico” não são dirigidos contra o capital. O capital é alistado a seu serviço. A única ordem governamental contra a qual a campanha judaica é dirigida é a ordem governamental gentílica; e o único “capital” que ela ataca é o capital dos gentios.
Os pensamentos do capitalista Ford são espantosamente semelhantes aos pensamentos do nacional socialista Hitler. Mais tarde, Ford pediu desculpas públicas por seu livro antissemita e Hitler tratou sua própria biografia como bobagem.
Entretanto, “Mein Kampf” e especialmente “O Judeu Internacional” têm sido um ferramental particularmente poderosa hoje para indivíduos antissemitas que estão tentando validar suas convicções de ódio. Embora ambos livros outrora alcançassem milhares, seu alcance é agora ainda maior na internet. Hoje, eles podem tocar uma geração inteira, conectada ao ódio anti-judeu através da internet. Ambos livros têm sido favoritos entre muçulmanos.
Quase 70 anos antes desses livros, o fundador do marxismo expressou as mesmas ideias odiosas, conforme mostrou o Rev. Richard Wurmbrand, um pastor luterano romeno de origem judaica radicado nos EUA, em seu livreto “Marx and Satan” (Marx e Satanás). O Rev. Wurmbrand disse:
Embora fosse judeu, Marx escreveu um livro maligno anti-judeu chamado “A Questão Judaica.” Em 1856, ele escreveu no jornal The New York Tribune um artigo intitulado “O Empréstimo Russo,” em que lemos: “Sabemos que por trás de todos os ditadores está um judeu, assim como atrás de todos os papas está um jesuíta. Assim como o exército de jesuítas mata toda liberdade de pensamento, assim também o desejo dos oprimidos teria chance de sucesso, a utilidade das guerras incitadas por capitalistas cessaria, se não fosse pelos judeus, que roubam os tesouros da humanidade. Não é de admirar que 1856 anos atrás Jesus expulsou os agiotas do templo de Jerusalém. Eles eram como os agiotas de nossa época que estão atrás dos ditadores e das ditaduras. A maioria deles é judeu. O fato de que os judeus ficaram tão fortes a ponto de colocar em perigo a vida do mundo faz-nos expor a organização deles e o proposito deles, para que o fedor disso desperte os trabalhadores do mundo para combater e eliminar tal câncer.”
Marx não expressou sua ideia na União Soviética ou na Alemanha nazista, que não existiam na década de 1850. Ele fez isso no coração da imprensa americana, Nova Iorque, na nação mais capitalista do mundo.
Marx era um homem envolvido em ocultismo que abraçou uma luta contra o capitalismo, uma luta que acabou trazendo desastres e genocídios para a humanidade. As obras e legado de um ocultista são confusão, enganação espiritual e morte.

Confusão: Hitler era esquerdista ou direitista?

Duas questões aparentemente contraditórias na luta de Hitler contra o marxismo soviético eram que 1) o movimento nazista era o Partido dos Trabalhadores Alemães Nacional Socialista, e 2) a Alemanha nazista era socialista por causa de seu tratado que durou poucos meses em 1939 com a União Soviética, a maior potência socialista do mundo na época.
Como um homem profundamente envolvido em práticas esotéricas e ocultistas, Hitler era um mestre do engano e espertamente criou um movimento com apelo socialista, para distanciar o povo alemão do marxismo soviético. O libertário inglês Tim Stanley explica melhor sua enganação e estratégia:
Então, como é que se explica a razão pela qual Hitler muitas vezes se chamava socialista? É uma questão de moda: nas décadas de 1920 e 1930, o socialismo era a onda do futuro e tinha um efeito enorme no discurso político. Muita gente usava a terminologia do marxismo sem necessariamente ter ligação com ele ou até mesmo sem necessariamente compreendê-lo. E muitos governos falavam da necessidade de levantar os padrões de vida, ajudar os pobres ou até mesmo administrar a economia — mas nós não os chamaríamos marxistas. Os Estados Unidos tinham sua política econômica do “New Deal”; a Suécia tinha sua democracia social. Os japoneses militarizaram seu país inteiro, mas fizeram isso para expandir o domínio de um imperador que eles pensavam era um deus vivo, o que dificilmente é uma conduta comunista clássica. Na Inglaterra, o governo de Stanley Baldwin gastou milhões num programa de construção de casas e fundou a BBC, de propriedade do Estado, Mas Stanley não era Stálin.
Que Hitler não era socialista ficou evidente semanas depois que ele se tornou chanceler da Alemanha, quando ele começou a prender socialistas e comunistas.
O marxismo é definido por luta de classes, e o socialismo é concretizado com a vitória total do proletariado contra as classes governantes. Em contraste, Hitler ofereceu uma aliança entre trabalho e capital na forma de corporativismo — com o propósito expresso de impedir a luta de classes. Os marxistas viam isso como uma das fases do desenvolvimento capitalista e poucos na época legitimamente interpretaram o Terceiro Reich como uma sociedade socialista. O radical George Bernard Shaw, por exemplo, certamente expressou simpatia por Hitler quando ele subiu ao poder, mas depois descreveu o socialismo do ditador como fraudulento — como um jeito de atrapalhar a revolução inevitável. Na opinião de Shaw, Hitler usava a “mais nova máscara do capitalismo.”
Considerando que o ditador adorava o apoio de uma burguesia que aceitava que era necessário fazer sacrifícios para defender seus lucros contra o socialismo, dá para definir o Terceiro Reich como capitalismo adotando aspectos da economia socialista a fim de defender os interesses dos capitalistas. Shaw estava certo.
Tim Stanley diz que, para Hitler, derrotar o movimento comunista “judaico” era a única coisa que era realmente importante.
A enganação ocultista de Hitler é evidente na confusão que as pessoas enfrentam ao tentarem descrevê-lo hoje. Por exemplo, toda vez que os ateus insistem em que ele era um exemplo de chauvinismo católico e cristão eles esquecem o ódio intenso dele ao Cristianismo. Toda vez que os cristãos tentam retratá-lo como ateu, eles esquecem como ele usava, com alegria, linguagem cristã ou adorava trabalhar com colaboradores católicos e luteranos. Toda vez que os direitistas tentam retratá-lo como socialista, eles esquecem as conexões dele com industrialistas e intenso ódio ao marxismo soviético. E toda vez que os esquerdistas tentam retratá-lo como direitista, eles esquecem como ele socializou a economia alemã no final da década de 1930, embora não por amor à construção do socialismo, mas para preparar a Alemanha para a guerra.
Independente se você escolhe ver Hitler como esquerdista ou direitista, ele era um ocultista. Um homem envolvido em ocultismo usará qualquer causa disponível, quer seja uma causa esquerdista ou direitista, para avançar seus objetivos ocultos. No caso de Hitler, sua bandeira principal era a luta contra os judeus e contra o marxismo soviético. Qualquer causa ou luta que ele adotasse, contra o marxismo ou contra o capitalismo, terminaria em desastre, porque ele era ocultista. As obras e legado de um ocultista são confusão, enganação espiritual e morte.
Como evidência de que a Alemanha nazista era exclusivamente socialista, muitos apontam para o Pacto Soviético-Nazista de 1939, o qual durou apenas alguns meses. Contudo, se tal união de vida curta com a União Soviética é evidência de que a Alemanha nazista era socialista, o que os mesmos críticos diriam sobre a aliança entre EUA e União Soviética, a qual durou de 1941 a 1945 durante a 2ª Guerra Mundial, por muito mais tempo do que a curta aliança entre nazistas e soviéticos?
A diferença mais importante era que enquanto a Alemanha nazista massacrou milhões de judeus na Europa, a União Soviética tinha judeus em sua liderança política e militar, inclusive no Exército Vermelho.
Embora Henry Ford tivesse pedido desculpas pelo “Judeu Internacional,” mais tarde ele aceitou a Grande Cruz da Águia Alemã do governo nazista de Hitler em julho de 1938. Um dos capitalistas americanos mais proeminentes sendo premiado por um governo “socialista”? Como um capitalista antimarxista e anti-judeu, Ford estava apenas sendo premiado por um governo antimarxista e anti-judeu. Ele nunca recebeu tal prêmio da União Soviética, que era marxista e não anti-judeu, pelo menos não enquanto Hitler estava vivo.

Raça inferior e burra: judeus e russos?

Adolf Hitler e Ford usavam o fato de que Karl Marx era judeu e que muitos defensores do marxismo na União Soviética eram judeus como um pretexto justo para demonizar os judeus. Com Ford e Hitler, a demonização do marxismo e a demonização dos judeus andavam de mãos dadas.
Hoje, na demonização do marxismo, o judeu foi substituído pelo russo. A demonização do marxismo e a demonização dos russos andam de mãos dadas em muitos círculos conservadores, que parecem ver Karl Marx como russo e, de modo semelhante, os defensores do marxismo como russos. Aliás, eles parecem ver os russos em si como personificações do mal e do marxismo, exatamente como Hitler e Ford viam os judeus em si como personificações do mal e do marxismo.
Se no passado havia infinitas teorias de conspiração sobre os judeus, agora há infinitas teorias de conspiração sobre os russos. Essas teorias são interessantes, pois ao mesmo tempo em que tradicionalmente Hitler e muitos outros retratavam os russos como eslavos inferiores e ignorantes incapazes de elevados projetos políticos e militares, a propaganda deles apresentava as conspirações eslavas ou russas como fenomenalmente ameaçadoras. A propósito, os judeus eram semelhantemente vistos como inferiores e ameaçadores.
Os nazistas eram tremendamente contraditórios no modo como retratavam os russos. Para eles, os russos eram inferiores, desprezíveis (só porque eles estavam ligados a judeus marxistas) e incompetentes em façanhas militares e políticas. Mas eles eram, inacreditavelmente, uma ameaça extraordinária e cósmica (de novo, só porque eles estavam ligados a judeus marxistas)!
Essa propaganda nazista sobreviveu mesmo depois que a União Soviética caiu em 1990. Hoje, a Europa pró-homossexualismo, muitas vezes sob pressão de um governo americano igualmente pró-homossexualismo, fica retratando os russos como inferiores, desprezíveis e uma ameaça, ainda que a Rússia seja a única potência que protege sua sociedade contra a agenda gay agressiva. Ao mesmo tempo, a Europa, com a bênção dos EUA, vem recebendo milhões de imigrantes muçulmanos ilegais, cujas crenças não meramente rejeitam a agenda gay, mas matam homossexuais. Eles gostam especialmente de matar cristãos. Esses imigrantes e seu fanatismo islâmico são uma ameaça real e a civilização europeia está em perigo sério de extinção por causa deles. Mesmo assim, os russos são retratados como uma ameaça maior, ainda que a oposição russa, diferente da oposição islâmica, à agenda gay não envolva o assassinato de homossexuais.
O multiculturalismo politicamente correto na Europa e nos EUA abraça de coração os muçulmanos e sua ideologia assassina erroneamente chamada de “religião de paz,” mas não tolera os russos, que são majoritariamente cristãos ortodoxos.
Para o multiculturalismo europeu e americano, os russos cristãos ortodoxos são inferiores aos muçulmanos. Não diferente do “multiculturalismo” nazista, que abraçava plenamente alianças com muçulmanos enquanto tratava os russos como inferiores.
Em seu livreto “Marx e Satanás,” o Rev. Richard Wurmbrand explica que o fundador do marxismo tinha as mesmas ideias nazistas sobre os eslavos e os russos. Ele disse:
Marx escreveu na sua virada de ano novo de 1848 acerca da “ralé eslava,” que incluía russos, checos e croatas. O destino não havia deixado nada de resto para essas raças “retrógradas,” a não ser “a tarefa imediata de perecer na tempestade revolucionária mundial.”
“A futura guerra mundial fará com que não só classes e dinastias reacionárias, mas também povos reacionários inteiros, desapareçam da face da terra. E isso será progresso.”
“O próprio nome deles desaparecerá.”
Hitler e Marx tinham pelo menos três preferências em comum: ambos eram ocultistas e desprezavam judeus e russos.

Genocídio nazista de prisioneiros russos

O ódio de Hitler ao marxismo soviético e ao papel dos judeus nele era evidente no modo como os nazistas tratavam os prisioneiros soviéticos de guerra, especialmente porque o Exército Vermelho tinha aproximadamente 500 mil judeus militares, entre soldados e oficiais de alta patente. Crystal Rayle, no artigo “Cativos do Inferno: O Tratamento de Prisioneiros Soviéticos de Guerra Capturados pelo Exército Nazista 1941-1942” (Greensboro Historical Review, edição 1, maio de 2008, publicado pela Universidade da Carolina do Norte, EUA) disse:
Os russos prisioneiros de guerra capturados pela Wehrmacht (forças armadas) nazista durante a 2ª Guerra Mundial sobreviveram a algumas das formas mais desumanas de tratamento imaginável. A propaganda nazista decisivamente influenciou a crença de que os soviéticos estavam, juntamente com os judeus da Europa, conspirando contra a Alemanha, resultando na captura e subsequente genocídio de milhões de prisioneiros soviéticos de guerra.
Os historiadores tendem a concordar que os alemães trataram os prisioneiros soviéticos de guerra com mais crueldade do que outros prisioneiros de guerra, inclusive a noção de que eles foram deliberadamente aniquilados.
Ao lado dos judeus, os prisioneiros soviéticos de guerra foram o segundo maior grupo de vítimas cujas vidas foram destruídas pelo regime nazista.
Os prisioneiros soviéticos de guerra, ainda que fossem as segundas maiores vítimas da 2ª Guerra Mundial, tendem a ser considerados como as “outras” vítimas. Embora nada possa se comparar com as experiências dos seis milhões de judeus que perderam a vida durante o Holocausto, os prisioneiros soviéticos de guerra merecem uma presença mais forte na história do genocídio. Os nazistas consideravam os soviéticos, diferente de outros grupos, como inimigos políticos e raciais do Reich. Os soldados despachados para defender a União Soviética eram perseguidos por causa de sua inferioridade racial como um povo eslavo bem como por sua ligação com o bolchevismo [marxismo soviético].
Os prisioneiros [soviéticos] de guerra se tornaram as primeiras cobaias do uso do gás venenoso Zyklon B [usado depois nos judeus].
O raciocínio de ódio de Hitler pelo bolchevismo e pelo comunismo surgiu de sua ideia de que o bolchevismo era um produto dos judeus.
Hitler demonizava os soviéticos descrevendo-os como tendo um corpo eslavo-tártaro com uma cabeça judaica. Hitler acreditava que o marxismo era um produto dos judeus.  
De acordo com Rayle, Hitler odiava os russos porque em sua mente os judeus e os marxistas soviéticos estavam basicamente ligados.
Considerando que Hitler — que era aliado dos palestinos islâmicos e tolerava tanto o islamismo, mas não os judeus — foi derrotado décadas atrás e que a União Soviética caiu muitos anos atrás, como explicar que os EUA e a Europa toleram tanto o islamismo, que ameaça extinguir a civilização americana e europeia, e sejam tão intolerantes com a Rússia, cujo Cristianismo ortodoxo poderia ser um aliado contra o islamismo, a maior máquina assassina da história?
Se queremos destruir essa máquina, não deveríamos fazer o que Hitler fez: ser inimigo dos judeus e ser amigo dos inimigos islâmicos deles.
Comparado com o marxismo, o islamismo é uma ameaça significativamente maior. Conforme mostrou o exemplo de Hitler, uma luta estridente contra o marxismo soviético pode ser uma cobertura para um grande mal.
Esta é uma guerra de sobrevivência.
Se os EUA e a Europa quiserem sobreviver ao ataque islâmico e marxista violento, não deveriam fazer como Hitler fez. Em vez disso, deveriam alistar e abraçar a colaboração de judeus e russos.
Todos eles deveriam se livrar de quaisquer sentimentos, opiniões e políticas hitleristas e islâmicos contrários aos judeus e especialmente a Israel.
E eles deveriam ter o cuidado com uma luta estridente contra o marxismo, que foi a desculpa perfeita usada por Hitler para lutar contra os judeus. Seu encantamento de confusão é poderoso mesmo hoje.
União com os judeus (especialmente pleno reconhecimento da Terra Prometida como presente dado por Deus a eles e de Jerusalém como sua capital legítima) pode salvar os EUA, a Europa e a Rússia de um futuro infernal islâmico.
Com informações da Biblioteca Virtual Judaica, Mein Kampf, The International Jewish e Telegraph. 
Versão em inglês deste artigo: Hitler’s Strident Anti-Marxism
Leitura recomendada:

Questões judaicas: um esclarecimento aos cristãos sobre sua percepção dos judeus

ADENDO ADHT: Hoje muitos cristãos estão sendo enganados pelos pregadores da Teologia da Missão Integral. Acima vemos como até pastores foram enganados e acabaram por apoiar Hitler. Não podemos aceitar as trevas do Marxismo sendo misturada com a água pura do Evangelho.


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