COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 26 de março de 2015

O SEQUESTRO DO EMBAIXADOR AMERICANO PLANEJADO PELO EX-MINISTRO DE LULA, "FRANKLIN MARTINS" E EXECUTADO P/GRUPOS TERRORISTAS "MR8" E "ALN"


O SEQUESTRO DO EMBAIXADOR AMERICANO,Charles Burk Elbrick,  PLANEJADO PELO EX-MINISTRO DE LULA, "Franklin Martins da Silva" em 1969 E EXECUTADO PELOS GRUPOS TERRORISTAS "MR8" (Movimento Revolucionário 8 de Outubro, do RJ) de DILMA ROUSSEFF E PELA "ALN"(Aliança Nacional, de SP) em 1969 também.

VAMOS LUTAR FIRMES, AMIGOS, PARA DEFENDER A DEMOCRACIA NOVAMENTE! 

Veja o sofrimento imposto ao idoso Embaixador Americano e sua esposa pelos DESGRAÇADOS TERRORISTAS COMUNISTAS DO MR8 e ALN, que presidem sobre nós e dos dois ex-maridos de Dilma, Cláudio Galeno Linhares, que é jornalista e ativista estudantil na Nicarágua(veja aqui: http://www.brasil247.com/pt/247/brasil/151607/Ex-marido-de-Dilma-%E2%80%9C%C3%A9ramos-socialistas-Sou-at%C3%A9-hoje%E2%80%9D.htm e Carlos F. Paixão Araujo (foragido que conta seus crimes aqui: https://www.youtube.com/watch?v=ancDbw4uec8 e aqui: http://oglobo.globo.com/brasil/ex-marido-de-dilma-fica-sob-protecao-da-pf-apos-suposta-ameaca-12545947 ) e que nunca pagaram pelo que fizeram! Certamente Dilma participou do plano deste crime, não sabemos da execução!


https://youtu.be/9_ODe6ar7ag



Cinema Nacional - O Que É Isso, Companheiro?

Preste atenção nos detalhes do vocabulário usado pelos COMUNISTAS até hoje:

Aos 13min55seg você ouve uma cena expondo um ASSALTO A BANCO que até hoje os COMUNISTAS chamam um assalto a Banco de  "EXPROPRIAÇÃO REVOLUCIONÁRIA. ESTAMOS EXPROPRIANDO UMA INSTITUIÇÃO BANCÁRIA" diz o ator interpretando o papel de um terrorista no primeiro assalto a Banco em 1969, entendeu? 

Eles são peritos em convencer o povão para aderir aos movimentos deles como faz Lula, Dilma, João Pedro Stédile e vários outros Petralhas Comunistas.

Esta é a forma que eles usaram e continuam usando hoje para enganarem muitos dos que aderiram/aderem ao GRUPOS TERRORISTAS das décadas de 60 e 70 e continuam enganando hoje através do MST, MTST, MLST, LCP, MCC, etc. 

A verborragia usada pelos "comunas" é sempre a mesma, incitando as massas não-pensantes na direção que eles querem. É o que tem ocorrido com o povão Brasileiro, comprado pelas 'BOLSAS DE TUDO" para conseguirem apoio e implantarem o COMUNISMO BOLIVARIANO de vez!

Ouça aos 42min40seg: "Esses terroristas se organizam como um grupo de "cegos". Ninguém conhece quase nada sobre a organização que eles atuam e as poucas pessoas que eles conhecem, usam todos nomes falsos. A tática deles é essa. Ou vc tortura e logo, ou não avança nas investigações. Essa é a lógica da guerrilha: se você não tortura, eles vencem! E se tortura, eles vencem também! Acabam te DENUNCIANDO como exemplo de BARBÁRIE! É uma grande hipocrisia mas que funciona, e como funciona! 
Se você quer saber a maioria deles são apenas crianças e cheias de sonhos! Apenas crianças usadas por uma ESCÓRIA perigosa(grupos terroristas) e se escória chegar ao poder(como chegou) NÃO VAI HAVER APENAS TORTURA, MAS MUITO FUZILAMENTO SUMÁRIO(veja CUBA, RÚSSIA, CHINA, KORÉIA NO NORTE, VENEZUELA, ETC)!
A MENTIRA ENCARNADA COMO VERDADE : DITADURA MILITAR EM 1969?

Lógico que as FFAA jamais poderiam abrir as porteiras para os COMUNISTAS. Houve perseguição para impedir deles tomarem o poder e transformar o BRASIL numa CUBA GIGANTE, como continuam querendo fazer hoje.

Preste atenção nas palavras do ator que faz o papel do Embaixador Americano a 1h01m20s : "Querida Elvira: ainda hoje senti dedos que fizeram meus curativos. Eu não posso ver rostos mas vejo suas mãos portando armas. Quando poderia imaginar que fossem tão jovens. Eu sei o quanto essas crianças certamente podem ser perigosas. Eu nunca posso ouvir suas vozes e seu ódio reprimido mas são GAROTOS comandados por MONSTROS. Dessas mãos que seguram armas deduzo pelas vozes o que se passa dentro de cada.O que cada voz com ódio representa. Meu problema é que posso chegar a conclusão apenas em sonhos. Dessas mãos que seguram armas, deduzo pelas vozes o que se passa dentro de cada. O que cada voz com ódio representa. Meu problema é que posso chegar a conclusão apenas... em sonhos... Essas são as mãos que trocaram meus curativos. Foram elas que lavaram minha camisa outro dia... sou agradecido a ela por isso... O que a teria levado a torná-la uma pessoa tão fria e triste? Essas mãos são as de um homem desgastado. Um homem velho em meio a esses garotos. Uma espécie de contra-revolucionário combinado com um ódio por ele mesmo para poder ser estendido a um membro do serviço diplomático. Esse quadro é o que me deixa mais preocupado. Tenta esconder-se dentro de sua própria armadilha...eu acho que deveria se dar mais ao respeito e não remoer seu rancor pela humanidade. Esse outro parece ser mais amigo e conversa sobre o que sente e acredita      " (Algo semelhante ao descrito no livro Diário de Uma Prisão, de Ho Chi Min).

A 1h39m30s o autor do filme postou as seguintes informações: Seis meses depois do sequestro o embaixador Elbrich retorna aos EUA, sofrendo um derrame cerebral e aposentando-se...ele morreu em 1983.
 Em 1979, cedendo a pressão popular, o governo do Brasil concedeu anistia à todos os envolvidos em crimes políticos.

Em 1989, vinte anos após o sequestro do embaixador Elbrich, eleições livres são realizadas e a democracia retorna ao Brasil, não devido às ações dos terroristas, pois estes queriam implantar o Comunismo Cubano no Brasil, pois para isto foram treinados desde 1960 em Cuba, mas pela pressão popular. Na verdade, a democracia nunca deixou de existir, tendo que haver um período de restauração da democracia pela ajuda das FFAA. A verdade precisa ser dita: se as FFAA não tivessem intervido no Brasil, hoje seríamos uma CUBA GIGANTE povoada de miseráveis, pois o COMUNISMO nunca trouxe progresso aos países onde ele foi implantado.

APFL - Associação Pró Ficha Limpa


segunda-feira, 31 de março de 2014

VEJA A CRUELDADE DOS TERRORISTAS DURANTE O REGIME MILITAR

Cid Benjamin: se militares não negociassem, Charles Elbrick ia morrer

O jornalista Cid Benjamin foi um dos idealizadores do sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick
O jornalista Cid Benjamin foi um dos idealizadores do sequestro do embaixador norte-americano Charles Elbrick

Quatro de setembro de 1969, auge dos anos de chumbo. Numa ação sem precedentes na história brasileira, o movimento MR-8, uma dissidência do Partido Comunista, sequestra o então embaixador norte-americano no país, Charles Burke Elbrick. Para soltá-lo, duas exigências: a libertação de 15 presos políticos e a publicação de um manifesto na imprensa.

O regime não demorou a ceder: menos de 48 horas, os presos foram libertados e o texto, publicado. Por trás da ação estava um grupo de jovens originários do movimento estudantil, entre eles Cid Benjamin, então com apenas 21 anos. Ele foi o idealizador – ao lado do mais tarde ministro Franklin Martins – e um dos principais executores da ação.

Meses mais tarde, Cid foi preso. Por sua militância, pagou com isolamento, tortura e exílio – foram quase dez anos entre Argélia, Cuba, Chile e Suécia. Hoje, aos 65 anos, jornalista e diretor de comunicação da Comissão da Verdade do Rio, ele fala sem arrependimento e sem revanchismo sobre o passado – como sugere o título de seu livro, Gracias a la vida – Memórias de um militante. Cid diz não guardar ódio de seus torturadores, mas quer vê-los julgados. A luta armada, afirma, foi um erro político, porém uma alternativa legítima para lutar contra um regime ditatorial. E sobre o embaixador, admite:
– Nós o teríamos matado se as exigências não fossem atendidas.

Flamenguista, Cid Benjamin elogiou a camisa da seleção alemã, que jogará a Copa do Mundo deste ano de vermelho e preto, ao repórter Rafael Plaisant, da agência alemã de notícias Deutsche Welle (DW) que o entrevistou. Leia, adiante, os melhores trechos da entrevista:
– Hoje há vozes questionando o comprometimento daquela esquerda armada com a democracia. O argumento é de que as intenções dela não eram muito mais democráticas que as do regime. Você concorda?
– Não. Os mesmos que deram o golpe em 1964 levaram Getúlio Vargas ao suicídio em 1954; tentaram impedir a posse do Juscelino Kubitschek em 1956 e do Jango em 1961; e depois deram o golpe em 1964. Com o AI-5, eles tornaram um regime que já era ditatorial em algo muito mais duro. E foi justamente esse endurecimento da ditadura que fez com que uma parcela dos opositores, que não estavam na luta armada inicialmente, acabasse optando por esse caminho.

– Foi o melhor caminho?
– Foi um caminho politicamente errado, mas não do ponto de vista da legitimidade. Foi legítimo pegar em armas para combater um regime de opressão. Isso é reconhecido pela Carta de Direitos Humanos da ONU e pela Doutrina Social da Igreja. Foi uma avaliação política incorreta naquele momento no Brasil. Não se teria condições de conseguir um amplo apoio popular e, com isso, derrubar a ditadura. Mas foi a forma possível depois do acirramento do regime militar.
Depois, os militares tentaram se igualar e dizer que éramos todos antidemocráticos, o que não corresponde à verdade.

– Até que ponto a luta armada levou a um maior endurecimento do regime?
– Muito antes de se pensar em luta armada, os golpistas, como eu disse, já vinham tentando dar um golpe. E depois, já dentro da ditadura, a linha dura foi tomando corpo, começando com a saída do (primeiro presidente da ditadura, Humberto de Alencar) Castelo Branco, que era mais moderado. A luta armada só ganhou peso e alguma relevância social depois do AI-5, quando outros canais de participação política e exercício da oposição foram fechados.

– A luta armada acabou então sendo algo inevitável?
– As manifestações bateram no teto. Os canais institucionais e de luta legal foram muito restringidos. Havia o exemplo recente da Revolução Cubana e do Vietnã, onde a luta armada do povo conseguiu expulsar o invasor americano. Isso tudo influenciou. Agora, se não houvesse o endurecimento do regime, a luta armada não teria acontecido da forma como aconteceu.

Na época, você, então com pouco mais de 20 anos, tinha noção de que vencer era quase impossível?
Achávamos que seria uma luta árdua, longa, mas com alguma chance de vitória. E, de certa maneira, Cuba e Vietnã serviam como alento. Mostravam que, através da guerrilha, o fraco poderia enfrentar e vencer o mais forte. Se, na época, tivéssemos a percepção de que seria uma derrota, não teríamos tomado aquele caminho.

– Quando surgiu a ideia de sequestrar o embaixador?
– A ideia foi minha e do (jornalista e ex-ministro) Franklin Martins. Uma vez, estávamos conversando juntos no Rio quando o carro com a bandeirinha dos EUA no capô passou pela gente, e reparamos que o embaixador fazia todo dia o mesmo trajeto, sem segurança. Já havia, na época, uma preocupação nossa em libertar presos.

– A captura foi relativamente fácil…
– A captura foi fácil, a devolução é que foi difícil. A casa foi localizada e vigiada. Quando nós saímos com o embaixador, eles vieram atrás. Houve cenas típicas de filmes policiais, com perseguições, carros avançando sinal, subindo pela calçada. Foi complicado. Mas, no final, ninguém foi preso.

– Vocês pediram a leitura de um manifesto na TV e a libertação de 15 presos. Se o regime não tivesse atendido, o que vocês teriam feito?
– Nós o teríamos matado se as exigências não fossem atendidas. Isso, dito hoje, parece estranho, mas nós tínhamos uma avaliação tranquila e clara de que os militares aceitariam nossas exigências, dado o grau de subserviência da ditadura militar aos Estados Unidos.

– Ele não entregou vocês depois…
– Quando foi questionado se poderia nos identificar, ele disse que não poderia, porque nós só falávamos com ele com capuz. O que não era verdade. Tínhamos uma relação cordial com ele no cativeiro. Conosco, ele criticava a tortura e a censura. Depois ele deu declarações muito elogiosas a nosso respeito. Disse que éramos jovens, idealistas, queríamos o melhor para o país. Naturalmente ele discordava dos métodos, mas nos respeitava e considerava corajosos.

– Pela militância, você pagou com tortura, exílio, isolamento e prisão… Arrepende-se?
– Fui preso meses após o sequestro. Fiquei dois meses na prisão e, em junho de1970, fui trocado pelo embaixador alemão. Não me arrependo. Valeu a pena. Eu faria tudo de novo, mas de forma diferente. Não sou incapaz de perceber erros em nossa trajetória. Mas o rumo geral da trajetória de militância política, de resistência à ditadura, isso eu mantenho e não me arrependo em nada.

– Hoje você ainda se declara comunista?
– A partir da experiência com os países do Leste Europeu, eu, que sempre me declarei comunista, não me declaro mais. Na cabeça das pessoas, comunismo ficou sendo isso, e isso não tem nada a ver com o que eu quero. Eu quero um regime socialista, com democracia, com liberdade e pluripartidarismo.

– Na época da militância vocês já discutiam isso?
– Nós tínhamos uma visão crítica. Nossa organização, o MR-8, uma dissidência do Partido Comunista, criticava a invasão da Tchecoslováquia e o esmagamento da Primavera de Praga pelos soviéticos. Nós tínhamos uma percepção crítica quanto aos regimes do Leste Europeu. Não tão crítica como hoje, naturalmente, já que esses regimes se mostraram piores do que pareciam.

– Você gosta da forma como lidamos com os crimes da ditadura?
– Nós estamos atrasadíssimos. A Comissão da Verdade foi criada só no ano passado. E a ditadura acabou em 1985. Outros países latino-americanos estão muito mais avançados não só na apuração, como na punição dos responsáveis por crimes de lesa-humanidade.

– A que se deve isso?
– À forma como a ditadura acabou no Brasil. Os militares controlaram o processo de saída de cena. Quando o (Ernesto) Geisel começa a chamada distensão, a ditadura só vai acabar dez anos depois. Eles tentaram manter esse processo sob controle, seja para evitar mudanças sociais mais profundas, seja para evitar o conhecimento dos crimes. As comissões da verdade teriam que ter sido criadas antes.

– No seu livro, você usa um tom sem revanchismo, às vezes conciliador, sobre o passado.
– Eu não me considero conciliador. Não tenho revanchismo nem ódio pessoal de quem me torturou. Acho que as coisas têm que vir à tona, eles têm que sentar no banco dos réus, mas não porque eu tenho rancor e ressentimento, mas porque o futuro da tortura está ligado ao futuro dos torturadores. E é fundamental que o país saiba o que aconteceu nos porões e que os responsáveis sejam julgados, mesmo que depois sejam anistiados. É um ciclo que tem que ser cumprido.

Fonte: Correio do Brasil

ADENDO ADHT : Veja esses mesmos terroristas que participaram do sequestro do Embaixador Americano ás gargalhadas, quando váriios deles eram Ministros do Governo Lula, no link:
"Ministro Franklin Martins disse que mataria embaixador Americano sequestrado  em 1969 seria assassinado se não recebessem o valor do resgate, dando GARGALHADAS...."
http://www.youtube.com/watch?v=2oX2OpgCcGU



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