COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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domingo, 5 de março de 2017

Seminário Sexualidade - Pr. Arlei Lopes

Seminário Sexualidade | Pr. Arlei Lopes | Codependencia
Parte 1 - Polidependências
https://youtu.be/Tcw4NWQ5yPA






Parte 2 - Polidependências
https://youtu.be/WBVCr6R2BtY


domingo, 21 de outubro de 2012

REFLEXÃO PARA JOVENS E ADULTOS : O Prazer Chamado Casamento


Introdução: Sexualidade do cristão:
Creio ser este um dos temas mais difíceis de ser abordado. Nem tanto Por sua complexidade, que não negamos, mas muito mais pelos tabus e preconceitos, que circundam este tema.

Neste estudo tentaremos laçar um pouco de luz, sobre este tema, a luz da palavra de Deus, a fonte do verdadeiro prazer.

           I.Uma triste estatística:

 A revista Newsweek no mês de junho trouxe, como matéria de capa, uma reportagem bastante interessante. “Sexo.: Não! Somos casados”, era a chamada para o artigo principal.

Pesquisas, segundo a Newsweek, apontam que 113 milhões de casais americanos estão tendo uma vida sexual medíocre. De 15 a 20% dos casais têm, não mais, do que 10 relações sexuais por ano.

No Brasil, os números não devem ser muito diferentes. Muitos casais  tem vivido desta forma medíocre. Por quê?

           II. O que a Bíblia fala sobre sexo:

Deus diz NÃO a...

     .Relacionamento sexual fora do casamento

“Fujam da imoralidade sexual. Todos os outros pecados que alguém comete, fora do corpo os comete; mas quem peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo”.
1 Coríntios 6.18

      ·Relação sexual com um membro da família

“’Ninguém poderá se aproximar de uma parenta próxima para se envolver sexualmente com ela. Eu sou o Senhor.’” - Levíticos 18.6

      ·Relação sexual entre pessoas do mesmo sexo

“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus.” - 1 Coríntios 6.9-10

     ·Relação sexual com animais – bestialidade

“’Se um homem tiver relações sexuais com um animal, terá que ser executado, e vocês matarão também o animal. Se uma mulher se aproximar de algum animal para ajuntar-se com ele, vocês matarão a mulher e o animal. Ambos terão que ser executados, pois merecem a morte.’”  Levíticos 20.15-16

     ·Indulgência quanto à fantasias sexuais com alguém que não o cônjuge  - cobiça!

“Vocês ouviram o que foi dito: ‘Não adulterarás’. Mas eu lhes digo: Qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração”.
Mateus 5.27-28

Deus diz SIM a...

     ·Procriação

“Deus os abençoou, e lhe disse: ‘Sejam férteis e multipliquem-se!...’”  Gênesis 1.28


     ·Prazer – recreação

“... Alegre-se com a esposa da sua juventude. ...que os seios de sua esposa sempre o fartem de prazer, e sempre o embriaguem os carinhos dela.” Provérbios 5.18-19

      ·Prazer – alegria

“Entrei em meu jardim, minha irmã, minha noiva; ajuntei a minha mirra com as minhas especiarias. Comi o meu favo e o meu mel; bebi o meu vinho e o meu leite.” Cântico dos Cânticos 5.1

     ·Suprir as carências e necessidades do cônjuge

“O marido deve cumprir os seus deveres conjugais para com a sua mulher e, da mesma forma a mulher para com o seu marido. A mulher não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim o marido. Da mesma forma, o marido não tem autoridade sobre o seu próprio corpo, mas sim a mulher.” 1 Coríntios 7.3-4

Casamento como instituição de Deus

“O casamento deve ser honrado...” Hebreus 13.4

      ·Relacionamento sexual sem mácula

“O casamento deve ser honrado; o leito conjugal, conservado puro...” Hebreus 13.4

Tudo que é bom é pecado?

Jaime Kemp

O relacionamento físico também requer cuidados. Criar oportunidades, planejar e fazer acontecer faz parte de uma vida sexual saudável

O sexo - mais  do que nunca - tem sido objeto de uma incrível polarização. De um lado tornou-se escancaradamente evidente, através da mídia lida, ouvida, vista, e exorbitada pela pornografia, hoje quase palpável pela Internet. Porém, o medo desse extremo levou ao outro, onde pais nem conversam com os filhos sobre sexo e, quando o fazem é só para abrir-lhes os olhos, para que os fechem para toda e qualquer aparição deste, em suas diversas formas. E aqui, também têm se encaixado as igrejas que o encaram unicamente com o propósito de procriação.

Há muita confusão, mesmo entre casais casados, sobre sexo. Mais de quarenta por cento dos meus aconselhamentos relacionam-se a problemas sexuais.

As Escrituras, no entanto, reconhecem a intimidade sexual conjugal como uma experiência normal na vida e possui, no mínimo, três propósitos:

      -Procriar – Gênesis 1.28,29

      -Evitar imoralidade – 1 Coríntios 7.1-5

      -Dar prazer – Provérbios 5.15-19

O livro Cânticos dos Cânticos é dedicado à paixão entre os cônjuges. Alguns intérpretes sentindo-se desconfortáveis com sua declarada sexualidade, tentaram defini-lo como uma alegoria espiritual. No entanto, o livro é realmente uma terna descrição do romance entre o rei Salomão e sua esposa, Sulamita.

Neste pequeno livro de oito capítulos encontramos algumas jóias preciosas que mostram a exuberância de um relacionamento íntimo com o cônjuge:

1.A primeira descrição feita por Salomão de sua amada está em Cânticos dos Cânticos no capitulo 1 versos 10 e 15. É um breve e simples retrato de seus olhos, rosto e pescoço. Na cultura da época o corpo inteiro das mulheres era coberto, com exceção do rosto. Então, Salomão começa a descrever o que era possível enxergar em Sulamita.

     2.A segunda descrição partiu da noite de núpcias (Cântico dos Cânticos 4.1-7), onde
     ele descreve o corpo de sua esposa, começando por seus olhos, lábios, pescoço e
     seios.

      3. A terceira descrição (7.1-9) vem após o casal já estar casado há algum tempo e o quadro expõe algum tipo de conflito. Esta narração é, sem sombra de dúvida, a que revela maior intimidade.  Salomão descreve sua esposa da cabeça aos pés. A intimidade sexual do casal cresceu na proporção do tempo em que estiveram juntos

Tempo

A relação íntima de um casal desenvolve-se através do tempo e cresce com o conhecimento mútuo. A experiência é gradativa e varia de casal para casal. Não é possível estabelecer regras, embora ocorram semelhanças. Há pessoas que querem criar uma intimidade artificial, porém, há coisas que não dá para forçar. Deixe-me tentar ilustrar: se você já tirou sua carteira de motorista, com certeza se lembra das horas que passou treinando para o exame prático. Creio que a maior dificuldade era coordenar a embreagem com o acelerador. Você se lembra de quando retirou o pé da embreagem e o carro começou a dar trancos? Depois de anos de prática, tudo ficou mais fácil, não é? Você aprendeu, mas foi necessário investir tempo. O mesmo ocorre no que diz respeito à intimidade que conduz a um relacionamento sexual realizador.

Muitos dos casais que tenho aconselhado confessaram que suas expectativas sexuais eram altas demais. A idéia passada por Hollywood é que quaisquer duas pessoas podem passar a noite juntas e experimentar um barulhento orgasmo. Porém, não é bem assim que as coisas funcionam... O cronômetro varia de casal para casal, é único e não há como padronizar ou generalizar. Só dá para dizer que, quanto mais tempo com qualidade for investido pelo casal, maior será a possibilidade de desenvolver um bom relacionamento.

Planejamento

Já era madrugada quando Salomão bateu à porta de sua casa. Ele havia ficado trabalhando até mais tarde e além disso tinha esquecido as chaves de casa, no palácio. Sulamita já havia se deitado e aborrecida pela demora do marido e pela desconsideração que ele tivera, não avisando-a de seu atraso, trancou a porta do quarto (Cântico dos Cânticos 5.2-3).

Por sua vez, ele também ficara aflito pois não tivera como escapar da reunião que se estendeu além do esperado. Salomão desejava ter relações com sua esposa mas ela, cansada, desapontada e magoada, não o recebeu (Cântico dos Cânticos 5.3).

Esse problema não é prerrogativa dos casais dos tempos bíblicos. Hoje, nas grandes metrópoles muitos passam por situações semelhantes.

Alguns maridos chegam a ligar para suas esposas avisando, com carinho, que já estão encerrando o expediente. Deixam seus escritórios ansiosos por chegar em casa. Porém, nesse meio tempo começa a chover forte, o trânsito simplesmente pára e ocorre uma inundação. O pior de tudo é que o celular se recusa a funcionar! Bom, não é preciso dizer que os planos vão – literalmente – “por água abaixo”!

Ao chegar em casa, um desses maridos encontra o jantar frio e a esposa “congelada”, aborrecida e desanimada pela espera.

Voltemos para Salomão. Ele agiu tipicamente como um homem! Foi insensível e não entendeu o mau humor da esposa. Seu orgulho ferido o levou à uma noite solitária no sofá! Sulamita, em seu quarto, também não conseguiu dormir, arrependida por ter sido tão radical. Salomão não consultou o relógio do sol para saber as horas e Sulamita esqueceu o porquê de ter se produzido tão esmeradamente!

Os conflitos fazem parte de qualquer casamento. Os casais mais sábios, porém, aprendem a lidar com eles e a utilizá-los como aprendizado. Tendo em vista aprimorar nossa vida sexual, devemos enfocar alguns pontos:


Boa comunicação
No capítulo 4.12-15 Salomão diz a sua esposa o que o atrai nela:

1.sua fidelidade – ele se sente seguro com sua exclusividade sexual

      2.seu perfume – ele se delicia com as fragrâncias que ela exala

      3.seus frutos – ele desfruta de suas carícias

      4.sua fonte – ele mata ali sua sede sexual

Salomão envolve sua esposa com elogios, palavras doces e suaves. Qual o resultado? Uma entrega total da parte dela. O versículo 16 é um lindo convite para um “passeio” pelo jardim, que na verdade é a sua sexualidade. Nada impedia a liberdade que desfrutavam. Estavam livres de culpa e repressões.

E é nesse clima que cada casal deveria desenvolver sua intimidade. Muitas vezes isso não acontece por conflitos e mal-entendidos não resolvidos, quebrando toda atmosfera propícia. Os momentos de profunda intimidade entre o casal proporcionam não somente maior envolvimento entre eles, mas também um relaxamento físico, mental e emocional, tão necessário nos dias de hoje. Inclusive, creio ser este um dos objetivos de Deus ao criar o sexo.

No entanto, nada disso acontece por toque de mágica. Comunicação é vital nesse processo e a transparência entre o casal é um dos pontos principais. Precisamos trabalhar nossos relacionamentos. Muitas vezes o casal já tem uma abertura que leva naturalmente a esse ponto. Porém, nem sempre isso ocorre e nesses casos, é importante dirigir a conversa. Gostaria, então, de sugerir quatro perguntas, que podem ser feitas periodicamente pelos cônjuges:

      1. Existe algo que eu esteja fazendo em nossa relação que demonstre egoísmo?

      2. Existe algo que eu possa fazer para tornar você mais feliz e realizado (a) na área  física?

      3. Estou, de alguma forma, ofendendo você?

      4. Você está satisfeito (a) com nossa comunicação no que diz respeito a nossa  intimidade?

Você tem coragem de fazer estas perguntas a seu cônjuge? Se as respostas não forem as que você espera mudanças serão necessárias. Coragem! Quem sabe não partirá daí um relacionamento mais profundo, transparente e duradouro?

Tempo de lazer

Nossa sociedade tecnológica criou uma diversidade de aparelhos visando poupar o tempo do usuário. Porém, muitas vezes em que começamos a utilizá-los acabamos nos deixando dominar por eles. Conheço casais que além da televisão, colocaram também o computador no quarto. E a Internet acaba se tornando uma grande rival do casal!

Se quisermos desenvolver uma vida sexual recompensadora devemos aprender a diminuir o ritmo, fazer intervalos e criar oportunidades.

Em Cânticos 7.10-12, a Sulamita verbaliza seu amor por Salomão e em seguida sugere que tirem umas férias no campo. Ela sabia a importância do tempo a sós com o marido, longe de casa, das responsabilidades, para que ambos pudessem relaxar e um ser o centro da atenção do outro.

Esse tempo de férias a dois precisa ser planejado, e colocado na agenda familiar. Ele pode até parecer algo impraticável, egoísta e não espiritual. Porém, com toda a pressão que sofremos em nossa sociedade, é absolutamente necessário. Os casais precisam dedicar algum tempo exclusivo para sua intimidade e desfrute sexual.

O mesmo Deus que oferece as boas novas de salvação ao mundo também criou o sexo. E o colocou no contexto do casamento para que o casal possa celebrar seu relacionamento, com total liberdade e satisfação. Deus deseja que cada casal casado aprofunde sua intimidade em todos os níveis e desenvolva entre si uma intimidade sexual que glorifique aquele que a idealizou.

Conclusão:  A fonte do verdadeiro prazer é Deus  e quanto mais buscarmos  Dele para o nosso casamento, mais receberemos

Fonte: Lar Cristão
à clickfamilia

Benção sobre benção.

Pr. Joel Gomes

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Assistam ao vídeo da reportagem levada ao ar pela rede Record de Minas Gerais, em 26/9/2012


Corrompendo a infância à luz do dia

 "Como se transa?" "O que é sexo anal?" "Como dois homens fazem sexo?" "O que é transexual?" "O que é boquete?" "É possível mais de duas pessoas fazerem sexo?"
Essas são algumas das perguntas do dever de casa dos alunos do 4º ano de uma escola pública de Contagem-MG -- crianças de 10 anos.
Assistam ao vídeo da reportagem levada ao ar pela rede Record de Minas Gerais, em 26 de setembro de 2012:
A Sra. Norma Nonata de Aquino, pedagoga da escola, defendeu a professora que passou o dever aos alunos, declarando o que segue:
Nossas crianças, embora tenham 10 anos de idade, são crianças curiosas, já tem acesso a uma série de informações; são crianças que têm influência da mídia, da música, da novela, dos filmes, e trazem consigo as questões ligadas à sexualidade.
Sexualidade foi um tema escolhido pela própria turma, é um tema transversal, é um tema que a escola trabalha com base em orientação do MEC, dos parâmatros curriculares, a escola desenvolveu um trabalho sério, organizado, planejada a partir das questões das próprias crianças.
Autor: Miguel Francisco Urbano Nagib.

sábado, 2 de junho de 2012

Cala a boca, Xuxa! ....ESSA É DEMAISSSSSSSSSS.


Cala a boca, Xuxa!

Não vi a comentada entrevista da tal Xuxa no Fantástico deste domingo, dia 20/05. Mas não pude ignorá-la por muito tempo, pois a primeira notícia que recebi nesta manhã, logo cedo, foi: “Cê viu que a Xuxa foi abusada na infância?”
Fora o surrealismo da revelação, ocorreu-me que aquela, certamente, não era a notícia que desejava ouvir logo no início da semana. Afinal, como uma mulher de 50 anos, aparentemente esclarecida, só agora, passado todo esse tempo, resolve falar sobre algo tão grave? E por que me irritou tanto esta informação? Parei para refletir sobre o motivo deste sentimento e, confesso, não foi difícil descobrir.
Esta senhora, lá pelos seus primórdios, vivia no mesmo condomínio do meu irmão, no Grajaú, Rio de Janeiro. Lembro-me das minhas sobrinhas, ensandecidas, indo buscar as grotescas sandalinhas cheias de brilhos no apartamento dela, na esperança de encontrar o Pelé que, vira e mexe, dava as caras por lá.
Desde os seus 20 e poucos anos de idade, ela comanda programas infantis cuja tônica é erotizar precocemente as crianças, transformando meninas em arremedos de mulheres sem se preocupar com sua vulgarização.
Os programas que comandou sempre tiveram como mote atropelar o desenvolvimento infantil em sua exuberância repleta de etapas simbólicas. Pasteurizou os encantos desta fase empenhando-se em exaltar a diferença entre possuir e não possuir os produtos que anunciava ou que levavam sua grife tais como sandálias, roupas, maiôs, lingeries, xampus, bonecas, chicletes, cosméticos, álbum de figurinhas, cadernos, agendas, computadores, sopas, iogurtes, etc., num universo insano onde ela, eternamente fantasiada de insinuante ninfeta, faz biquinho e comanda a miúda plebe ignara.
Xuxa: símbolo máximo da erotização da infância no Brasil
Cientes estamos todos de que esta senhora, durante muitos e muitos anos, defendeu zelosamente seu polpudo patrimônio utilizando-se da fachada de menina meio abobada que sequer sabia quantos milhões possuía. Costumava dizer que era a sua empresária que administrava suas posses cujo montante alegava, candidamente, desconhecer. Pobre menina rica. E burra, com certeza. Como se fosse possível alguém tão htapada tornar-se tão rica.
Talvez para esconder a consciência que tinha acerca do quanto ajudou a devastar a inocência de tantas gerações de meninas que lhe devotavam a mais pura idolatria, posou de inocente útil usando a mesma máscara que agora reedita para falar, emocionada, do seu mais novo pretenso drama/marketing.
Esqueceu-se de que sua audiência, formada, na sua massacrante maioria, por meninas, passou a ser considerada como alvo da desumana propaganda colocando-as como mero veículo de consumo.
Esqueceu-se, convenientemente, de comentar que milhares de garotas pelo Brasil afora foram abusadas sexualmente ao mesmo tempo em que eram, por ela, adestradas a vestirem-se e comportarem-se como verdadeiras lolitas.
Esqueceu-se de que ensinou atitudes claramente ambivalentes para crianças que não faziam a mais pálida ideia do que podiam mobilizar em mentes doentias.
Esqueceu-se de que a erotização tem sido ligada a três dos maiores problemas de saúde mental de adolescentes e mulheres adultas: desordens alimentares, baixa auto-estima e depressão.
Esqueceu-se também de que as crianças, diariamente bombardeadas com imagens de paquitas como modelos de uma beleza simplesmente inalcançável enquanto corpos reais, torturavam-se perseguindo um modo de serem belas, perfeitas, saudáveis e eternas.
Estimulando a sexualidade de forma tão precoce, essas meninas perderam grande e preciosa fase do seu desenvolvimento natural. E reduzir o período da inocência, certamente, acarretou-lhes desdobramentos nefastos.
Daí para ideia, cada vez mais presente, da infância como objeto a ser apreciado, desejado, exaltado, numa espécie de pedofilização generalizada na sociedade foi, apenas, um pequeno passo.
Num país onde as mães deixam suas crias, por absoluta falta de opção, frente à tevê sem qualquer tipo de controle e sem condições para discutir o conteúdo apresentado, encontrou esta senhora terreno mais que propício para disseminar sua perversa e desmedida ganância por audiência e dinheiro.
Fosse ela uma pessoa minimamente preocupada com a direção que a sexualidade exacerbada e fora de contexto toma, neste país onde mulheres são cotidianamente massacradas, teria falado sobre este suposto drama muito tempo atrás. Teria tido muito mais cuidado com os exemplos de exposição que passava. Teria norteado seu trabalho dentro de parâmetros muito mais educativos e, desta forma, contribuído para que milhares de meninas fossem verdadeiramente cuidadas e respeitadas.
Ou teria simplesmente virado as costas e ido embora.
Logo, frente ao seu histórico, não tem mesmo nenhuma autoridade para sustentar qualquer atitude fundamentada em belos e necessários méritos.
Porque são de grandes valores, bons princípios e atitude exemplares que nossa sociedade necessita de maneira urgente.
Portanto, cale-se, Xuxa!
Nota de Julio Severo: Esse texto, que foi muito bem escrito, está sendo distribuído por email e também foi enviado a mim. Por mais que eu tivesse procurado localizar o verdadeiro autor e origem, não consegui.
Divulgação: www.juliosevero.com

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