COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Resposta de um leitor gay que capturou o xis da questão


Meu artigo sobre o direito de preferir um filho heterossexual gerou polêmica, como era esperado. Alguns, apesar do tom bastante ameno e do foco nos argumentos, chegaram com as tais pedras na mão, como também era esperado. “Tinha que ser na Veja”, “você é sim um homofóbico”, “sai do armário seu enrustido” (será, ó ironia, que pensam que me chamar de gay é uma… ofensa?), “você é um idiota”, etc. Ou seja, vários vieram comprovar meu argumento e demonstrar como certos “tolerantes” podem ser os mais intolerantes de todos, na prática.

Mas recebi várias mensagens de apoio, de todo tipo de gente. Inclusive de parentes de gays ou dos próprios homossexuais. Entenderam o espírito da coisa, captaram o xis da questão. Enquanto alguns “libertários”, que não passam de relativistas morais extremados, ficaram irritados com minha defesa da liberdade básica de ter escolhas quanto à sexualidade do próprio filho, outros entenderam perfeitamente que isso está, inclusive, na essência do liberalismo.
Foi o caso desse leitor, que me mandou uma mensagem em particular, que reproduzo abaixo:
Rodrigo,
Parabéns pelo artigo “O direito de preferir um filho heterossexual”. Por não desejar discutir minha vida publicamente resolvi mandar mensagem direta de apoio. A razão pela qual parabenizo você pelo artigo é porque ele representa perfeitamente a opinião de um sem número de gays (e olha que não são poucos! Uma maioria silenciosa?) que entendem que o processo de ‘tolerância’ passa por tolerar em primeiro lugar.

Não há simplicidade na relação pai-filho de um homossexual. Não porque eles não amem os filhos, mas porque querem bem aos filhos e sabem que a “opção” (muitas aspas) de vida levará invariavelmente para um caminho mais difícil, para uma velhice sem filhos e porque, claro, eles também ficam sem netos. Como disse meu pai, no dia D, “aceito, mas não entendo”. Nunca vai entender… é complicado para as pessoas entenderem. Imagine da geração dele (tem quase 80 anos hoje; eu, 50).

O fato é que, ao contrário do que os engajados proclamam, a homossexualidade mal assunto é. Não se vai às ruas por se defender os direitos dos canhotos. Somos canhotos, apenas! Algo mais ou menos simples de se perceber em público, mas irrelevante. Por isso, achei excelente seu texto. Dá ao fato o tratamento que ele merece. Interessante é saber que hoje, em minha profissão, é mais provável que se tenha problemas com colegas de área sendo liberal do que sendo gay. O Brasil está uma piada… de mau gosto! Grande Abraço e boa sorte no seu trabalho!

Pois é. Não é tão difícil assim, é? Quem resolveu transformar sua “escolha” sexual em bandeira ideológica ou revolucionária (teve um que até disse que seu reto era uma arma da revolução!) costuma aplaudir raivosos como Jean Wyllys e as bandeiras políticas do movimento gay, que em nada ajudam o indivíduo homossexual em si.

São coletivistas que não respeitam as verdadeiras liberdades individuais e querem impor uma agenda intolerante, muitas vezes repleta de preconceito contra a família tradicional ou a religião. São os animais desrespeitosos que enfiaram uma cruz e uma santa no ânus durante evento religioso, em nome da sua causa. São as paradas gays que desejam chocar, que ultrapassam barreiras de pudor que nenhum casal de heterossexuais ficaria impune. Demandam respeito sem se dar ao respeito.
Outra coisa que tentei deixar clara no texto foi a patrulha intolerante politicamente correta de hoje. Artistas que declararam publicamente algo tão banal como a preferência por filhos heterossexuais foram execrados e tiveram que recuar, escrever cartas de retratação. Agora, em nome da “tolerância”, todos têm de ser neutros em relação ao tema. Quanta tolerância!
Enfim, é totalmente possível ser homossexual e liberal. Conheço alguns. O que não dá mesmo é para ser socialista e tolerante de verdade…
PS: Sobre a última constatação do leitor, um fato, lembro que ninguém precisa de coragem atualmente para sair do armário no ambiente global ou hollywoodiano, mas quero ver ser macho o suficiente para se assumir um capitalista liberal ou um conservador religioso nessas bandas!

Rodrigo Constantino


quarta-feira, 28 de novembro de 2012

PERSEGUIÇÃO CRISTÃ JÁ COMEÇOU NA SUÉCIA...VEJA !

O governo sueco proíbe os professores de mencionar o nome de Jesus Cristo às crianças

Os países da Europa do norte, e principalmente os chamados “países nórdicos” ou escandinavos, têm sido vistos pela mitologia política como baluartes do progresso e da liberdade, apesar dos factos contradizerem esse mito. Países como a Suécia, Dinamarca ou a Noruega, são hoje países semi-totalitários que têm uma influência política desmedida na União Europeia.

"Head teachers in Sweden have been told they can take pupils to Christmas services in church – but Jesus cannot be mentioned.
Advent services for children are part of the curriculum, but religious content has been ruled out by education officials.
They said “prayer, blessings or declarations of faith” are all banned, yesterday’s Metro newspaper reported."
O governo sueco decretou que as escolas podem levar as crianças, na quadra do Natal, a visitas de estudo às igrejas, mas proíbe os professores de mencionar a palavra “Jesus Cristo”. Esta aparente contradição — ¿porquê levar as crianças às igrejas e simultaneamente proibir a menção do nome de Jesus Cristo? — tem como objectivo evitar um choque cultural: tal como a rã morre dentro de uma panela com água aquecida lentamente porque não sente o choque térmico, o Estado semi-totalitário da Suécia pretende matar a espiritualidade, a tradição e a história do povo sueco evitando, nesta fase do processo político, um choque cultural abrupto.
É assim que as crianças suecas podem ir visitar igrejas mas os professores estão proibidos de falar em Jesus Cristo. Seria uma situação semelhante que as crianças portuguesas visitassem as caves do vinho do Porto, em Gaia, e os professores fossem proibidos pelo governo de falar em “uvas”. Um aparente absurdo que se traduz num maquiavelismo político inaudito.
A linha política que orienta a Europa do norte é o marxismo cultural (evolução ideológica da Escola de Frankfurt), que foi banido dos países da Europa de Leste, incluindo a Rússia. A ironia da História traduz-se no contra-senso de serem, hoje, os antigos inimigos do marxismo, os que o adoptam.
Portugal é hoje um país muito mais livre do que todos esses países nórdicos juntos. Não temos a riqueza que eles têm, mas é uma questão de tempo, porque a imigração muçulmana nesses países do norte irá ter uma influência decisiva no seu (deles) futuro: não há Estado totalitário que valha perenemente contra uma cultura predominante.
O. Braga | quarta-feira, 28 novembro 2012 a 1:36 pm
Fonte: http://wp.me/p2jQx-e1q


1 Comentário »


  1. Segundo um livro escrito por volta da década de 70:
    Bonecas de plástico com sexo térmico, sexo sem emoção, pílulaspara o orgasmo, a solidão industrializada, pessoas identificadas por números, seres humanos trocando suas vidas pelas de animais, cadáveres insepultos em plena metrópole, o Estado Infalível que aniquila o indivíduo, câmaras vigiando transeuntes, tecnocratas queutilizam o sexo e o bem-estar como instrumentos de controle e manutenção do poder — estes elementos só existiam, há poucos anos,em ficções de profetas do fim. Hoje, fazem parte do quotidiano — emuitas vezes superam as previsões de Huxley e Orwell — de algunsmilhões de seres humanos. habitantes de um certo paraíso situado próximo ao Círculo Polar Ártico, destinado geologicamente a ser um deserto de neve, não fossem as correntes quentes do Gulf Stream. O autor, jornalista, advogado e licenciado em filosofia, mostra em O Paraíso Sexual Democrata uma face surpreendente e inesperadada Suécia.
    sobre mulheres suecas
    (….) Surprisingly, Sweden is fat. It’s perhaps the fattest country in Scandinavia, though it’s a close call with Denmark. Most girls are on the chubby side. If you like thick blonde girls, this may be your heaven.(…)
    (…)Definitely avoid talking about “foreign women” and how Swedish girls compare. It’s a sore spot since Swedish men are importing Asian women by the hundreds. If you say something she doesn’t like, use the excuse, “Well in America that’s standard,” to make it seem like she’s being closed-minded about your culture.(…)
    14. Swedish girls can’t handle reality. They are too sheltered within their gender neutral utopia. Any type of remark that references science or the real nature of men and women will get a negative response. What’s interesting is that I had way better conversations with Ukrainian women, who spoke bad English, than Swedish girls who spoke fluent English. Ukrainian women see the world as it is. They understand sexual economics and human attraction. They weren’t so politically correct that topics were off limits like in Sweden. It’s one of the more open countries in Scandinavia when it comes to free speech but I felt censored. Stick to travel, music, and movies, and you should be straight.
    …….
    Sobre a cultura da “Jante Law”
    (…)Everyone is scared of generalizing or giving strong opinions. Risky topics are avoided. Showing knowledge or experience must be done in a light-handed way. All your accomplishments, no matter how small, must be minimized to make them a result of luck instead of hard work or innate talent. You can’t judge those who are less fortunate than you by calling them lazy or stupid. You’re immediately punished for showing any real spark or emotion. You must hide your individuality and conform to what society expects of you.(…)
    .
    http://www.rooshv.com/the-biggest-cockblocker-in-the-world-is-from-denmark
    Comentário por Marcelo R. Rodrigues — Quarta-feira, 28 Novembro 2012 @ 3:07 pm 

AVISO: os comentários escritos segundo o AO serão traduzidos para a língua portuguêsa.





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