COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
Mostrando postagens com marcador ORAÇÃO PELOS MORTOS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador ORAÇÃO PELOS MORTOS. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Devemos orar pelos mortos? 2 Samuel 12:21-23

Devemos orar pelos mortos? 2 Samuel 12:21-23


Existe muitos brasileiros orando por seus mortos. Essas orações são válidas? Deus as ouve? 


PROBLEMA: Com base em 2 Macabeus 12:46, os católicos romanos acreditam que orar pelos mortos para libertá-los de seus pecados é um cuidado salutar e santo. Entretanto, Davi recusou-se a orar pelo seu filho depois que ele morreu. A Bíblia nos ensina que devemos orar pelos mortos?

SOLUÇÃO: Nada há nas inspiradas Escrituras que dê suporte à doutrina católica de se orar pelos mortos, para ficarem livres de seus pecados. Há forte evidência disso em muitas passagens.

Primeiro, o único versículo que dá algum suporte a orações pelos mortos vem de 2 Macabeus, livro apócrito do século II a.C. (veja os comentários de 1 Coríntios 3:13-15), que a Igreja Católica Romana acrescentou à Bíblia no ano 1546 a.D., em resposta à Reforma, que condenava tais práticas.

Segundo, a doutrina de orações pelos mortos está ligada à doutrina não-bíblica do purgatório. As orações têm o propósito de libertar as pessoas mortas desse local. Porém não há base alguma para a crença no purgatório (veja os comentários de 1 Coríntios 3:13-15).

Terceiro, em parte alguma de todos os livros inspirados da Bíblia pode-se encontrar um único caso de um santo ter orado para que algum morto fosse salvo. E certo que com toda a paixão com que muitos santos desejaram que seus queridos fossem salvos (cf. Rm 9:1-3), seria de se esperar que houvesse pelo menos um caso de alguém ter orado pelos mortos e obtido a aprovação de Deus.

Quarto, a Bíblia deixa bem claro, e de forma categórica, que a morte é o final e que não há esperança depois dela. O livro de Hebreus declara: 

"Aos homens está ordenado morrerem uma só vez e, depois disto, o juízo" (Hb 9:27). 

Jesus falou, a respeito dos que o rejeitaram, que morrerão em seus pecados (Jo 8:21, 24), o que implica pecado.

Quinto, Jesus nos deu o exemplo em João 11, ao chorar pelos mortos e orar pelos vivos. Aproximando-se do túmulo do seu amigo Lázaro, "Jesus chorou" (v. 35). Depois ele orou pela "multidão presente, para que creiam que tu me enviaste" (v.42).

Sexto, os mortos oram pelos vivos (cf. Ap 6:10), mas não há exemplo em toda a inspirada Palavra de Deus de vivos orando por mortos. Os santos martirizados, na glória, são descritos como orando por vingança sobre os ímpios (Ap 6:9) E como há alegria no céu por uma única alma que é salva na terra (Lc 15 10), não há dúvida de que há oração no céu pelos perdidos. Mas a Bíblia não deixa nem mesmo o menor vislumbre de esperança para quem quer que morra em seus pecados (veja os comentários de 2 Ts 1:9).

MANUAL POPULAR de Dúvidas, Enigmas e "Contradições" da Bíblia - 
Norman Geisler - Thomas Ho

sexta-feira, 4 de março de 2016

Por que os evangélicos não fazem missa de sétimo dia?

Posted: 03 Mar 2016 05:49 AM PST
Você pergunta: Eu era católico, confesso que não era muito praticante. Mas sempre fui, quando possível, em missas de sétimo dia de pessoas falecidas, eu gostava muito. Quando me converti há dois anos achei bem estranho que os evangélicos não fazem missa de sétimo dia e lidam com a morte de uma forma um pouco diferente. Minha dúvida é: por que os evangélicos não fazem missa de sétimo dia para as pessoas falecidas? Isso não é algo bíblico?
Caro leitor, antes de te responder porque os evangélicos não têm esse costume de fazer missa de sétimo dia, é importante saber exatamente o que é essa missa e por que os católicos a realizam.
Por que os evangélicos não fazem missa de sétimo dia?

Por que os evangélicos não fazem missa de sétimo dia?

(1) Segundo o livro A fé Católica – Perguntas e respostas – de Diogo Luis Fuitem – nas páginas de 63 a 66: “Na ocasião do sepultamento da pessoa falecida, a comunidade reunida realizava as exéquias, isto é, fazia as orações que celebravam a esperança cristã na vida eterna, proclamavam a ressurreição de Jesus Cristo, pediam pela passagem do falecido ao céu e serviam de conforto para os parentes enlutados. O ponto central das exéquias era a Santa Missa. O Catecismo da Igreja Católica, no número 1689, considera a Eucaristia “o coração da realidade pascal da morte cristã”. E, repetindo as palavras do ritual de exéquias, diz: “Na Eucaristia, a Igreja expressa sua comunhão eficaz com o finado. Oferecendo ao Pai, no Espírito Santo, o sacrifício da morte e ressurreição de Cristo, ela pede para que o fiel falecido seja purificado de seus pecados e de suas consequências e seja admitido à plenitude pascal do Banquete do Reino”.
(2) Evidentemente, analisando o objetivo central da missa de sétimo dia, que é pedir a Deus que o falecido seja purificado de seus pecados e consequências e seja admitido ao céu, verificamos que essa atitude não tem qualquer embasamento bíblico. Na Bíblia, não encontramos respaldo para afirmar que uma pessoa pode conseguir o perdão do pecado de outra pedindo por ela a Deus, e nem que uma pessoa possa ser salva após estar morta, caso seja realizada por ela missa de sétimo dia. O arrependimento é algo pessoal e realizado em vida: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça” (1João 1:9). E a salvação também acontece em vida e, em hipótese alguma, encontramos na Bíblia menção de que uma pessoa possa ser salva após a sua morte através de petições de vivos. O que a Bíblia afirma é que após morrermos já sofremos o juízo: “E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo” (Hebreus 9:27). Esse juízo sela o destino eterno da pessoa, não havendo mais possibilidade de segundas chances após a morte.
(3) Dessa forma, fazer missa de sétimo dia, por tudo que ela representa, não é uma prática que se harmoniza com o ensino da Palavra de Deus. E é por isso que evangélicos não fazem esse tipo de ritual. Para os evangélicos, após a morte, o que cabe é o cuidado com os familiares e amigos que ficaram e sofrem a dor da perda. Ao que faleceu, somente Deus pode lhe imputar a salvação ou a condenação, pois apenas Deus conhece plenamente cada coração. Podemos, claro, inferir pelos frutos do falecido se este teve uma vida de discípulo ou não, mas a palavra final é apenas de Deus. Não cabe a nenhum vivo sequer orar por mortos, pois, segundo demonstramos, a Bíblia não nos permite tal intercessão por mortos e nem pelas consequências eternas de sua vida na terra.

Fonte: Blog Esboçando Idéias 
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...