COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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domingo, 24 de abril de 2016

INSTIGAÇÃO À LUTA DE CLASSES OU "Para explicar a diferença entre os sexos e o que são classes sociais?"

Para explicar a diferença entre os sexos e o que são classes sociais OU Instigação à Luta de Classes?

BIA REIS
23 Abril 2016 | 00:29

Lançamento da Editora Boitatá foram publicados há quase 40 anos na Espanha, mas continuam atualíssimos

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Hoje vou apresentar para vocês, leitores, dois livros fundamentais para ajudar as crianças (e os adultos, por que não?) a entende o momento em que vivemos. Antes de falar sobre as obras, quero destacar que, sim, elas trazem uma visão de mundo, com a qual vocês podem ou não concordar.
As Mulheres e os Homens e O Que São Classes Sociais? acabaram de chegar ao Brasil pelas mãos da Editora Boitatá, mas não foram escritos agora – apesar de atualíssimos. Compõem uma coleção de quatro volumes, da qual também fazem parte A Democracia Pode Ser Assim e A Ditadura É Assim, publicados originalmente entre 1977 e 1978 pela Editora La Gaya Ciencia, de Barcelona. Eles foram redescobertos 40 anos depois pela Editora Media Vaca, também da Espanha, que decidiu editá-los com novas ilustrações.
É impressionante que, apesar de escritos há tantos anos, as questões levantadas continuem tão atuais e fundamentais. Pois vamos aos livros.
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As Mulheres e os Homens, com ideia e texto de Equipo Plantel e ilustrações de Luci Gutiérrez, questiona as diferenças entre os dois sexos e faz o leitor refletir sobre quanto os valores transmitidos pela família e pela sociedade em geral moldam o que nós pensamos e como agimos.
As mulheres e os homens são muito semelhantes, embora pareçam muito diferentes. Os homens parecem mais importantes do que as mulheres. As mulheres parecem mais frágeis. Mas nada disso é verdade. Existem mulheres importantes e homens frágeis.”











O Que São Classes Sociais? segue a mesma linha ao discutir de que maneira a força física, o poder, o dinheiro e a cultura tornam diferentes as pessoas.
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Os filhos dos ricos… nascem ricos. Os filhos dos pobres… nascem pobres. Alguns estudam em colégios caros. Outros aprendem onde dá: na escola pública, na vizinhança, em casa. (…) Família, dinheiro, colégio, bairro, amigos, trabalho… É isso que torna desiguais pessoas que nasceram iguais.”











Com um texto simples, frases certeiras e ilustrações muitas vezes irônicas, os livros divertem, fazem refletir e abrem as portas de discussões profundas e importantíssimas para a construção de uma sociedade mais igualitária e democrática. E o que mais podemos querer?
ServiçoAs Mulheres e Os HomensIdealizado e escritor por Equipo Plantel
Ilustrações: Luci Gutiérrez
Editora: Boitatá
Preço: R$ 39
O Que São Classes Sociais?
Idealizado e escritor por Equipo Plantel
Ilustrações: Joan Negrescolor
Editora: Boitatá
Preço: R$ 39
Tags: 
FONTE: http://cultura.estadao.com.br/blogs/estante-de-letrinhas/para-explicar-a-diferenca-entre-os-sexos-e-o-que-sao-classes-sociais/

sábado, 1 de fevereiro de 2014

QUEM está por trás dos ROLEZINHOS? QUEM você acha?


O “tudo de nada” dos rolezinhos

Leo Daniele

     
      Eles existem, e daí? Falta inspiração, falta rumo. Nota-se que estes jovens “cheios de nada, vazios de tudo” — como dizia Plinio Corrêa de Oliveira — estão abarrotados de Igualitarismo.
      Vê-se que a finalidade primária das esquerdas com os rolezinhos seria criar um episódio de luta de classes, em que proletários “que nada têm” se revoltariam diante do “luxo espantoso” dos shoppings. “Abaixo a opressão”! “Abaixo a injustiça”! Mas logo ficou claro que os proletários não estavam aparecendo, e sim os verdadeiros frequentadores de tais locais, muitas vezes da classe média baixa.
      Partiram então para uma variante, que era fazer uma farra, criar um tumulto. Outra maneira de implantar o igualitarismo, pois como diz o ditado popular, “quem não tem cão, caça com gato”: além da luta de classes há nos rolezinhos uma finalidade paralela: criar o caos, e acostumar as populações com ele.
      Como afirma Plinio Corrêa de Oliveira na obra Revolução e Contra-Revolução,  é indispensável “pôr um pouco de clareza e de ordem num horizonte em cujos quadrantes o que cresce principalmente é o caos.  Qual o rumo espontâneo do caos senão uma indecifrável acentuação de si próprio?”(1)
      Está dando certo? Não parece, pois a impopularidade dos rolezinhos existe largamente inclusive no proletariado.
      Eles são pacíficos, ou assim se apresentam. É claro, entretanto, que sob esta capa pacifista há de tudo: roubos, insultos, drogas, vandalismo, uma imoralidade desbragada… Apesar de não serem violentos,  não são inócuos, e se transformaram em um problema de segurança para os shoppingse seus frequentadores, além de constituírem um prejuízo certo para os donos das lojas, e também para os consumidores.
      A vitalidade que ostentam em boa parte vem de fora, uma espécie de empréstimo em que o que mais dá, mais lucra. Refiro-me ao Quarto Poder, aos midiagogos, ou simplesmente a certa mídia. Eles ganham com os rolezinhos.
      O caos, muitas vezes, é a primeira etapa das revoluções. “Eles entram pacificamente nos locais, mas, depois, costumam promover correria assustando lojistas e frequentadores. Os adolescentes se reúnem em grupos de cerca de 20. Passam correndo por corredores entoando batidas de funk. Os que vêm atrás se integram aos demais, numa formação conhecida como ‘bonde’.”(2) Organizados, não? E depois procuram fazer crer que se trata de manifestações inteiramente espontâneas!
     A própria esquerda reconhece que está decadente, e um sintoma dessa decadência é a própria existência dos rolezinhos: deviam ser de um igualitarismo mais explícito. Não conseguem nada de melhor, para não perder de todo a batalha da popularidade.  Recentemente tentaram os black corps; fracasso. Abandonaram então a violência e criaram os rolezinhos, sem cor, sem cheiro e sem sabor, mas deu na mesma. Nem de longe atenderam ao que desejavam seus inspiradores, pois segundo uma pesquisa, nada menos que 82% da população é contra rolezinhos.(3)
      Até agora, foi um fracasso análogo ao dos sem-terra: 30 anos de malogro completados recentemente. Mas estejamos vigilantes: de tanto tentar, de repente acertam uma. Sobretudo se tiverem uma ajudazinha do clero esquerdista.
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Notas:
1. Revolução e Contra-Revolução, Parte III, p. 159, Artpress, S. Paulo, edição comemorativa dos 50 anos da publicação.
2. Ana Krepp, “Folha de S. Paulo”. 15-1-14.
3. Revela pesquisa Datafolha.  “Folha de S. Paulo”, 23-1-14.
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(*) Leo Daniele é colaborador da Agência Boa Imprensa (ABIM)


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