COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Tabuleta babilônica descreve a odisseia de Noé e o Dilúvio

  07-08-2014
 
 

Tabuleta babilônica descreve a odisseia de Noé e o Dilúvio

 
 
Luis Dufaur (*)
 
 
 
          Há quatro mil anos um escriba caldeu – talvez na Babilônia, atual Iraque – gravou a narração do Dilúvio numa tabuleta de argila.
         O ignoto autor escreveu a narração daquele fato histórico-religioso único com caracteres cuneiformes (em forma de cunha). Por certo, narra uma tradição fincada há séculos entre os caldeus, que eram pagãos.
          O que ele nunca poderia saber é que sua tabuleta atravessaria dezenas de séculos, até ser decifrada no III milênio numa cidade que não existia em sua época: Londres.
          Há cerca de 30 anos, o Dr. Irving Finkel, curador no Departamento do Oriente Médio do famoso British Museum de Londres e assiriologista (especialista na Assíria, Mesopotâmia antiga), manuseando a tabuleta, percebeu que se tratava de um dos mais importantes achados dos últimos tempos. Aliás, era uma entre as 130.000 trazidas da Mesopotâmia por arqueólogos ou expedicionários ingleses.
        Em 2009, traduzindo os milenares caracteres, Dr. Finkel percebeu que se tratava com certeza de uma narração parcial do Dilúvio, feita por um habitante da Assíria (atual Iraque).
          A tabuleta fala que Deus alertou um grande homem, instruindo-o a construir um navio onde deveria reunir toda sua família e dois animais de cada espécie, porque o mundo seria purificado com um dilúvio.
          Nas mais variadas culturas de todos os continentes existem tradições alusivas a um dilúvio global, com paralelismos espantosos entre si, as quais foram documentadas em mais de 250 contextos culturais diferentes.
          Segundo a popular Wikipedia, “antropólogos dizem que há mais de 1.000.000 de narrativas do dilúvio em povos e culturas diferentes do mundo, e todas elas, coincidentemente ou não, são do início destas civilizações”.
          É como se todos os povos tivessem uma origem comum e, uma vez dispersos, levaram consigo as lembranças e tradições comuns que registraram mais tarde como fazendo parte do início da história de cada um.
          Em 60 linhas, a tabuleta descreve detalhadamente a construção da arca, a matéria-prima usada, seu formato, suas dimensões e o ingresso dos animais por pares.
       Baseado na tabuleta, o Dr. Finkel disse: “A história do Dilúvio é extremamente antiga e deriva de uma inundação real que aconteceu muito antes da invenção da escrita, talvez milênios antes”.
          O Gênesis fala de uma época muito anterior à da tabuleta e precede outros relatos, reforçando a ideia de que esse livro sagrado contém a narração original, verdadeira, transmitida à posteridade pelas testemunhas.
          O único a conservar sem distorções a lembrança do Dilúvio foi o povo eleito. Os vizinhos mais próximos dele guardaram-na mais parecida com a narrativa do Gênesis.
         O trabalho do Dr. Finkel nos fornece assim mais uma prova arqueológica da historicidade do Dilúvio e da autenticidade do relato da Bíblia.
( * ) Luis Dufaur é escritor e colaborador da ABIM
 
 

 
 
 
Fonte: Agência Boa Imprensa – (ABIM)

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Blasfêmia infame e inaceitável contra Maria, mãe de Jesus – Reaja agora



O pintor blásfemo Richard Hamilton fez paródia do quadro acima, colocando, no lugar de Maria, mãe de Jesus Cristo e do Arcanjo Gabriel, duas mulheres inteiramente despidas. Saiba neste artigo como reagir imediatamente.


O auge da blasfêmia está sendo difundido no mundo, a partir de exposições de “arte” apresentadas nos mais variados cantos do orbe. A mais recente expressão dessa maré montante de ódio a Deus é a exposição “The Late Works” aberta em um dos mais famosos museus do mundo, o National Gallery de Londres. Refiro-me especialmente ao quadro de Richard Hamilton que, ao fazer a paródia do muito conhecido afresco da “Anunciação”, do Beato Fra Angelico, expõe Maria, mãe de Jesus Cristo como uma mulher descabelada e inteiramente despida, e o Arcanjo Gabriel como uma mulher com asas nas mesmas condições.
Adiantamos que nada há de mais ofensivo a Nosso Senhor Jesus Cristo do que tal abominação perpetrada contra Sua Augustíssima Mãe. Com efeito, para um homem com honra, uma ofensa feita a sua mãe o atinge muito mais do que a mesma injúria feita contra si mesmo. O que faria um homem vendo em exposição um quadro como esse expondo sua mãe ou sua esposa? Julgamos, portanto, que tal quadro – que por moral e pudor nem sequer reproduzimos em nosso site -, ofende gravissimamente ao Cristianismo, e seus patriarcas como Maria, mãe de Nosso Senhor Jesus Cristo, e atrai Sua justa e santa cólera sobre o mundo.
Para o mundo, dissemos propositalmente, pois a ira divina tem mais um pretexto para castigar, não só o autor do quadro, que já prestou suas contas (a exposição é póstuma, o autor morreu em 2011); não só o National Gallery, que o pôs à mostra; mas também para todas aqueles no orbe católico que, diante de tal blasfêmia, ficarem indiferentes.
Quando a sinopse de um filme contra Maomé foi publicado no YouTube, todo o mundo muçulmano levantou-se, e usando de violência como lhe é comum, chegou ao ponto de matar o embaixador norte-americano na Líbia. Diversos prelados e sacerdotes católicos protestaram, não contra a violência dos maometanos, mas contra a película que os ofendia.
Embora não nos solidarizemos evidentemente com o mencionado filme, entretanto ficamos perplexos diante do fato de que, até o momento, não consta que alguma autoridade eclesiástica tenha iniciado uma verdadeira cruzada – pacífica, é claro, mas vigorosa – contra a exposição do quadro blasfemo da National Gallery.
Diante de tudo isso, o Instituto Plinio Corrêa de Oliveira conclama todos os cristãos dignos deste nome a lançarem mão de todos os meios legais e pacíficos para reparar a Deus Nosso Senhor, a Maria, sua mãe, e ao Arcanjo Gabriel pela nefanda ofensa que receberam. Eis alguns modos de fazê-lo:
1 - A diretoria da ADHT convida a todos os cristãos a orarem a Deus pedindo sua ação
     sobrenatural sobre a vida dos responsáveis por tal museu, bem como ao Governo Britânico
     para que interfira junto ao museu National Gallery sobre tal exposição, solicitando a retirada
     dos quadros expostos.
2 – Encaminhe esta gravíssima notícia a todos seus amigos e parentes
3 – Republique esta notícia em seus blogs e redes sociais
4 – Envie uma mensagem à National Gallery, onde o quadro está sendo exposto, pelo e-mail: information@ng-london.org.uk e bem como inclua o email da Embaixada Britânica no
Brasil : press.brasilia@fco.gov.uk e bem como telefone para esta embaixada e deixe registrado seu
protesto, através do telefone :
 +55 (61) 3329 2300 ou Fax: +55 (61) 3329 2369.

Envie já sua mensagem ao National Gallery de Londres, protestando contra a blasfêmia. O email é information@ng-london.org.uk
Sugerimos o seguinte texto:
Assunto: Suspendam imediatamente a blasfêmia contra a Maria, mãe de Jesus Cristo, Nosso Senhor e Salvador.
Exmo. Embaixador Britânico no Brasil e prezados Senhores,
Sou do Brasil e venho, através deste e-mail, fazer meu ato de protesto contra a infame exposição “The Late Works”, de Richard Hamilton. A razão de meu protesto é a inclusão de um quadro que deturpa a cena da Anunciação, transformando-a em uma blasfêmia inaceitável contra Maria, mãe de Jesus Cristo e o anjo Gabriel.
A exposição do quadro, ademais, constitui verdadeiro acinte contra Deus Nosso Senhor e toda população católica do globo, inclusive a da Inglaterra, cujas raízes cristãs a História o comprova indiscultivelmente.
Exijo que sejam tomadas providências imediatas para que tal blasfêmia seja removida da exposição e farei todo o possível para multiplicar este protesto mediante a Internet.
Atenciosamente,
Seu nome
5 – Informe os pastores e sacerdotes com os quais mantém contato a respeito desse inominável fato, e peça que eles tomem as medidas cabíveis, para a cessação do mesmo.

Fonte: http://ipco.org.br/home/noticias/blasfemia-infame-e-inaceitavel-contra-a-santissima-virgem-%E2%80%93-reaja-agora, adaptado pelo Rev. Dr. Alberto Thieme.


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