COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
Mostrando postagens com marcador KÁTIA ABREU. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador KÁTIA ABREU. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 15 de dezembro de 2015

ATENÇÃO PF....KÁTIA ABREU, Ministra da Agricultura de Dilma envolvida em grilagem de terras em Tocantings

NOTA PÚBLICA: Oficializada a grilagem do Tocantins


Os movimentos sociais do Tocantins se juntam ao clamor nacional diante de mais uma agressão ao patrimônio público, ao meio ambiente e à reforma agrária. 
 No dia 4 de junho deste ano de 2013, o Senado Federal aprovou a MP 458/2009, já aprovada com alterações pela Câmara dos Deputados, sancionada pela Presidenta Dilma. É a promoção da “farra da grilagem”, como se tem falado com muita propriedade.
Com o subterfúgio de regularização de áreas de posseiros, prevista na Constituição Federal, o governo federal, em 11 de fevereiro baixou a MP 458/2009 propondo a “regularização fundiária” das ocupações de terras públicas da União, na Amazônia Legal, até o limite de 1.500 hectares. Esta regularização abrange 67,4 milhões de hectares de terras públicas da União, ou seja, terras devolutas já arrecadadas pelo Estado e matriculadas nos registros públicos como terras públicas, que pela Constituição deveriam ser destinadas a programas de reforma agrária. Desta forma a Medida Provisória 458, agora às vésperas de ser transformada em lei, regulariza posses ilegais. 
Essa Medida beneficia, sobretudo, pessoas que deveriam ser criminalmente processadas por usurparem áreas da reforma agrária, pois, de acordo com a Constituição, somente 7% da área ocupada por pequenas propriedades de até 100 hectares (55% do total das propriedades) seriam passiveis de regularização.

Os movimentos sociais propuseram que a MP fosse retirada e que, em seu lugar, fosse apresentado um Projeto de Lei para que se pudesse ter tempo para um profundo debate sobre o tema, levando em conta a função social da propriedade da terra. O Governo, entretanto, descartou qualquer discussão com os representantes dos trabalhadores do campo e da floresta.
A oficialização da grilagem da Amazônia está chamando a atenção pela semelhança com o momento histórico da nefasta Lei de Terras de 1850, elaborada pela elite latifundiária do Congresso do Império, sancionada por D. Pedro, privatizando as terras ocupadas.
A lei pavimenta o espaço para a expansão do latifúndio e do agronegócio na Amazônia, bem ao gosto dos ruralistas. Por isto, não foi sem sentido, a proposta aprovada pela Câmara dos Deputados de redução de dez para três anos no tempo em que as terras regularizadas não poderiam ser vendidas e a regularização de áreas para quem já possui outras propriedades e para pessoas jurídicas. Depois dos três anos nada impede que uma mesma pessoa ou empresa adquira novas propriedades, acumulando áreas sem qualquer limite de tamanho. Foi assim que aconteceu com as imensas propriedades que se formaram na Amazônia, algumas com mais de um milhão de hectares, beneficiadas com os projetos da Sudam.
Os movimentos sociais do campo vem defendendo, há anos, por uma questão de sabedoria e bom senso, um limite para a propriedade da terra em nosso país. Mas o que vemos é exatamente o contrário. Cresce a concentração de terras, enquanto que milhares de famílias continuam acampadas às margens das rodovias à espera de um assentamento que lhes dê dignidade e cidadania.
O governador Siqueira Campos (PSDB) criou mais uma pasta no governo. Desta vez a ideia é contemplar a área da regularização fundiária. Sendo que a pasta será ocupada pelo deputado federal Irajá Abreu (PSD/TO), filho da Senadora Katia Abreu, inimiga dos movimentos sociais do campo.
Kátia Abreu já foi alvo de ação civil do Ministério Público na justiça de Tocantins por descumprir o antigo Código Florestal, desrespeitar povos indígenas e violar a constituição. Seu filho, o deputado Irajá Abreu, é dono da fazenda Aliança, em Aliança dos Tocantins, que recebeu dois embargos por danos ambientais: um por desmatamento de reserva legal e outro por retirada de APP, totalizando 75 hectares de perda de mata nativa.
O histórico da Senadora é conhecido quando o governador Siqueira Campos decretou de “utilidade pública”, em 1996, uma área de 105 mil hectares em Campos Lindos. Logo em 1999, uns fazendeiros foram aí contemplados com áreas de 1,2 mil hectares, por R$ 8 o hectare. A lista dos felizardos fora preparada pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Tocantins, presidida por Kátia Abreu (PSD-TO), então deputada federal pelo ex-PFL.
O irmão dela, Luiz Alfredo Abreu, conseguiu uma área do mesmo tamanho. Emiliano Botelho, presidente da Companhia de Promoção Agrícola, ficou com 1,7 mil hectares. Do outro lado da cerca, ficaram várias famílias expulsas das terras por elas ocupadas e trabalhadas havia 40 anos. Uma descarada grilagem!
Campos Lindos, antes realmente lindos, viraram uma triste monocultura de soja, com total destruição do cerrado para o enriquecimento de uma pequena minoria. No Mapa da Pobreza e Desigualdade divulgado em 2007, o município apareceu como o mais pobre do país. Segundo o IBGE, 84% da população viviam na pobreza, dos quais 62,4% em estado de indigência.
Nós, movimentos sociais do campo no Estado do Tocantins, viemos a público repudiar o que vem acontecendo neste estado, quando o programa deveria regularizar a terras de milhares de pequemos posseiros e comunidades tradicionais e ainda os vários acampamentos com milhares de famílias a beiras das estradas aguardam um pedaço de terra o governo gasta milhões de reais dos recursos públicos para beneficiar os grileiros de terra públicas.
Fonte: http://www.mabnacional.org.br/noticia/nota-p-blica-oficializada-grilagem-do-tocantins

MINISTRA KÁTIA ABREU NO EPICENTRO DE UM ESCÂNDALO MILIONÁRIONO TOCANTINS

Leudo Costa  30 de maio de 2015  Política

MINISTRA KÁTIA ABREU NO EPICENTRO DE UM ESCÂNDALO MILIONÁRIO NO TOCANTINS


DILMA E KÁTIA ABREUO lucro milionário da ministra Kátia Abreu e de outros políticos beneficiados com a venda de terras irregulares no Tocantins. Escândalo que levou a Defensoria Pública Agrária do Tocantins a pedir a condenação do estado brasileiro na Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Assista o vídeo …. http://tvuol.tv/bkdczV

Fonte: http://cristalvox.com.br/2015/05/30/ministra-katia-abreu-no-epicentro-de-um-escandalo-milionario-no-tocantins/

ADENDO ADHT:

Não somos contra o agro-negócio pois existe muita terra no Brasil, mas somos contra e qualquer maracutáia feita tanto pelos movimentos SEM TERRA para se apropriarem de terras produtivas bem como somos contra fazendeiros, políticos e outros que fazem maracutáias para tomarem (grilarem) terras de agricultores destituindo-lhes de um direito constitucional da propriedade. Esperamos que a PF e o MPF possam realmente fazer justiça a este fazendeiro e seus familiares que perdeu suas terras pela ação inescrupulosa do poder do Estado.

ATENÇÃO PESSOAL DE CAMPOS LINDOS, TOCANTINS!!! Entrem em contato com o Presidente da ADHT, Rev. Alberto Thieme, pelo email: defesa_hetero@yahoo.com. Queremos saber mais detalhes sobre este ESCÂNDALO milionário envolvendo a tomada da fazenda de gente de bem e a Ministra Kátia Abreu se aproveitando da situação.

ISSO É UMA IMORALIDADE..... QUE FIZERAM COM ESSAS FAMÍLIAS.......ME ADIMIRO ESSA MINISTRA DA DILMA....FAZER ESSA INJUSTIÇA....ELA QUE É A MINISTRA DA AGRICULTURA.......AONDE VAMOS PARAR GENTE........ E agora Kátia Abreu?
Reforma agrária às avessas beneficia ministra da agricultura.
Projeto agrícola distribui terras pertencentes a agricultores familiares no Município de Campos lindos-TO, executada pelo Governo Siqueira Campos, para beneficiar grupo político no Tocantins e caso pode parar na Corte Interamericana de Direitos Humanos.
O caso é investigado pela Defensoria Pública Agrária do Tocantins e tem foco no favorecimento de políticos pela distribuição irregular de terras no estado. Documentos obtidos pelo Canal Rural com exclusividade mostram que a ministra Kátia Abreu, está envolvida

Projeto irregular de soja ameaça despejar famílias em Campos Lindos, TO
Cerca de 80 famílias camponesas atingidas pelo Projeto Agrícola Campos Lindos, no município de Campos Lindos, nordeste do Tocantins, correm risco iminente de despejo de suas terras pelo cumprimento de mandado de reintegração de posse em favor da Associação ...

Projeto irregular de soja ameaça despejar famílias em Campos Lindos, TO

terça-feira, 25 de novembro de 2014

CRIA DA CASA SE REBELA:"MST ocupa fazenda de transgênicos em protesto contra Kátia Abreu" TOME DILMA!!!


MST ocupa fazenda de transgênicos em protesto contra Kátia Abreu

24/11/2014 13:57
Por Redação, com MST - de Palmeira das Missões, RS

Protesto das mulheres do MST se dirige à senadora ruralista Kátia Abreu
Protesto das mulheres do MST se dirige à senadora ruralista Kátia Abreu

Em mais um sinal de protesto contra a condução do governo Dilma Rousseff para a direita, em uma clara desmonstração de apoio ao agronegócio após indicar a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) para o Ministério da Agricultura, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) mantinha, nesta segunda-feira, a ocupação a uma fazenda de cultivo de milho no interior do Rio Grande do Sul.

Considerando-se efetivada no cargo, porém, a senadora ligada aos ruralistas já faz planos para a pasta que, a ser mantida a decisão da presidenta reeleita, Dilma Rousseff, assume no início do ano. Ela antecipou a aliados, nesta segunda-feira, a disposição de integrar políticas para grandes, médios e pequenos agricultores. O projeto que ela idealiza coloca os assentados do MST como microempreendedores e, assim, passariam a ter direito às políticas do ministério.

A indicação da senadora, presidente da Confederação Nacional da Agricultura (CNA), foi rechaçada por movimentos sociais e setores mais à esquerda do próprio partido da presidenta Dilma Rousseff, o PT.

Acampamento internacional

Cerca de 2 mil membros do MST e outros movimentos camponeses ocuparam, no sábado à tarde, a Fazenda Pompilho, à beira da BR 158, que liga a cidade de Palmeira das Missões, no Rio Grande do Sul, à região oeste de Santa Cantarina. Eles participavam de um acampamento internacional dos movimentos agrários no município gaúcho antes de invadirem a fazenda de um ex-prefeito da cidade.

O protesto na propriedade que, segundo o MST, mantém 2 mil hectares de cultivo de milho transgênico, é a primeira manifestação por parte do movimento agrário depois de ter sido divulgada a informação sobre a escolha da senadora como futura ministra da Agricultura no segundo mandato do governo Dilma.

Ruralista, Kátia Abreu é considerada por dirigentes do MST um “símbolo do agronegócio”.

– Katia Abreu é símbolo do agronegócio, que tem como lógica a terra para produção de mercadorias, com uso intensivo de agrotóxicos e sementes transgênicas destruindo os recursos naturais e a saúde dos trabalhadores e de toda a população – disse Raul Amorim, da coordenação da juventude do MST.

Segundo a organização, a fazenda ocupada foi escolhida pelo uso de sementes transgênicas. O objetivo da ocupação era denunciar o agronegócio que “envenena a terra e contamina a produção dos alimentos e a água”.

No texto de divulgação pelo MST, o protesto foi ironicamente batizado de “Bem-vinda, Kátia Abreu”. Nele ainda, a organização lembra que a ocupação deste sábado na fazenda de Palmeira das Missões é o primeiro de uma série de protestos contra a senadora ruralista.

Protesto antigo

A luta do MST contra os ruralistas e o agronegócio, líderados pela senadora Kátia Abreu ocorre desde o século passado.

Neste ano, em março, uma ação das mulheres do MST na fazenda Aliança, em Tocantins, de propriedade da família da senadora Kátia Abreu (PSD-TO), denunciou a relação da ruralista com trabalho escravo, crime ambiental e grilagem de terras. A manifestação ocorreu no dia 7 de março.

Em nota divulgada sobre o acontecimento, Kátia Abreu chamou o MST de “movimento dos sem lei” e a Via Campesina, que representa um conglomerado de movimentos sociais do campo na América Latina, de “milícia”. As ofensas destinadas aos quilombolas, indígenas, ribeirinhos e camponeses contrários a seu projeto no campo tem sido constante desde que a figura da também presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) ganhou notoriedade na mídia.

Para pesquisadores de Tocantins este comportamento seria temor da ruralista pelas várias denúncias que envolvem seu nome em crimes ambientais e favorecimentos políticos no Estado.

– Kátia Abreu tem medo da exposição do seu nome atrelado a desmatamentos e grilagem de terras, justamente porque está envolvida nessas questões e por isso vive atacando os movimentos sociais e comunidades tradicionais da Amazônia – alega o professor da Universidade Federal de Tocantins, Eliseu Ribeiro Lima.

Os apelidos de “Miss Desmatamento” e “Rainha da Motosserra”, empregados à ruralista pelos movimentos ambientalistas expõem, ainda, uma trajetória política pautada pelos antigos preceitos da União Democrática Ruralista (UDR). “Essa defesa da propriedade acima de tudo vem com Kátia Abreu desde que era presidente do sindicato rural do município de Gurupi, em Tocantins”, comenta Eliseu.

Fonte: Congresso em Foco
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...