COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 5 de agosto de 2016

DINHEIRO PARA NOSSAS RODOVIAS NÃO TEVE MAS PARA PAISES COMUNISTAS TEVE, TRAIDORES DO BRASIL!

No Sul, ponte aguarda por reforma há 30 anos

Na sétima reportagem da série, mostramos uma ponte de ferro com passagem para apenas um carro, vigas enferrujadas e buracos na pista, que se tornou um tormento para os moradores de Piratini (RS) há três décadas. Um acidente ocorrido em janeiro de 2013 mudaria a vida de Francielle e Gomeri



A velha ponte de ferro permite a passagem de um carro por vez (foto: Rubens Spanier Amador/Amigos de Pelotas)



Por volta das 16h30 do dia 26 de janeiro de 2013, a estudante Francielle Trindade Kittel, a Fran, de 26 anos, tirava a sesta com o engenheiro agrônomo Gomeri Pereira, seu companheiro há oito anos, quando o celular da garota começou a receber mensagens. Amigas a convidavam para visitar a Feovelha, feira agropecuária famosa na região, realizada todos os anos no município de Pinheiro Machado, a 80 quilômetros de Piratini. Mais do que negócios, na Feovelha ocorrem batizados, noivados, casamentos. É um evento de grande inserção social. Francielle e Gomeri, por exemplo, se conheceram na feira de 2005. Ela, natural de Bagé; ele, de Arroio Grande. Meses depois, foram viver juntos em Piratini, cidade que foi sede do governo na Revolução Farroupilha, na qual o Rio Grande do Sul se tornou independente do Império do Brasil por 10 anos (20 de setembro de 1835 a 1º de março de 1845).
Quarenta anos mais velho que Fran, Gomeri pagou os estudos de sua companheira no curso de Veterinária na Universidade Católica de Pelotas e decidiu bancar o segundo curso da garota, de Agronomia, na Universidade da Região da Campanha (Urcamp), em Bagé.
– Toco projetos agrícolas com bancos e convenci a Fran a se formar agrônoma para assumir os negócios comigo. Ela passou no vestibular e aluguei um apartamento pra ela morar e estudar em Bagé – relata.
No sábado, 26 de janeiro de 2013, já bem acordada da sesta com o companheiro, as amigas continuavam insistindo para que Fran fosse vê-las na Feovelha e depois, quem sabe, passar o domingo na praia do Cassino, no litoral do município de Rio Grande.
– Ela me mostrou as mensagens e me convidou. Mas eu estava cansado e disse pra ela ir sozinha – recorda Gomeri.
Minutos depois, Francielle se despediu de Gomeri e ligou o motor do Cherry cor de sangue. O carrinho, presente zero quilometro de seu parceiro, tinha dois meses de uso. Deu a partida e tomou a rodovia RS-702, que liga Piratini à BR-293. Minutos depois veio o acidente, na entrada da Ponte do Costa, mesmo nome do arroio sob esta passagem, a 15 quilômetros de Piratini – onde ela e Gomeri, hoje com 68 anos, dividiam casa na Rua Sete de Setembro, 721, centro.
O profissional e o pessoal
O repórter da Rádio Nativa e editor do blog Eu Falei, Nael Luis dos Santos Rosa, de 44 anos, foi o primeiro profissional de imprensa a chegar ao local do desastre. Alertado em casa por um vizinho, pegou seu equipamento fotográfico e partiu às pressas.
– De longe, vi que era sério. O Cherry havia batido numa mureta de pedra na entrada da ponte. O motor “entrou” no carro e prensou a condutora.

O motor entrou no carro (Nael Rosa/Blog Eu falei)

Havia cinco, seis pessoas no local, motoristas que pararam para socorrer. Elas tentavam evitar que um homem se aproximasse das ferragens. Mas ele se desvencilhou, entrou pela porta traseira e se abraçou, em prantos, à motorista desacordada. Nael se deu conta de que conhecia a vítima e o homem que a abraçava.
– Francielle era alegre, popular na cidade. Frequentava várias festas e se relacionava bem com todos. A gente tenta manter o profissionalismo, mas foi difícil nesse caso.
Seu Gomeri permaneceu abraçado à vítima até que bombeiros chegassem com machados e serras. Só então Nael teve certeza de que a garota estava morta. O motor cortou a femural, veia de grande porte por meio da qual passa muito sangue.
– Falei pra ela ir pela estrada de chão em vez do asfalto. E recomendei que fosse devagar, porque a terra é ruim – lembra Gomeri.
Mas Fran preferiu o asfalto. Não se sabe exatamente a causa do acidente. O ex-companheiro da vítima admite:
– Ela andava tocada, não sabia dirigir devagar.
Fran fumava ao volante. A brasa do cigarro pode ter caído sobre seu colo. Pode ter se distraído ao mexer no rádio ou ao evitar um choque com um veículo que viesse no sentido oposto. Mas também pode ser que tenha perdido o controle do volante numa saliência na pista. Pode muitas coisas, o fato é que a ponte é um imã para acidentes.
Os problemas da ponte

A Ponte do Costa é avistada apenas quando os condutores estão em cima. Fica numa depressão do terreno, no centro de dois trechos de rodovia que funcionam como escorregadores, dificultando a frenagem de veículos em velocidade excessiva e/ou com muito peso, algo comum de acontecer a caminhões de carga.
O maior perigo vem com a noite. A ponte não é iluminada. Além disso, possui mão única e não há orientação de preferência de entrada. Por isso, não é incomum que motoristas trombem sobre a travessia, quando é tarde para impedir um choque violento. A Ponte do Costa possui ainda muitos buracos recorrentes. Através de alguns deles, quando as placas de ferro que suportam o asfalto despencam, é possível enxergar lá embaixo o leito do arroio. Um agravante: essas perfurações fazem com que, sobretudo na travessia de caminhões, a estrutura de ferro que sustenta o concreto balance fortemente, transmitindo a impressão de um terremoto.


– Vigas da ponte estão enferrujadas e tortas (Rubens Amador Filho/Amigos de Pelotas)

Os buracos são formados pela trepidação da ponte (Rubens Amador Filho/Amigos de Pelotas)


– É uma ponte muito antiga, projetada originalmente em madeira para receber a passagem de trens – diz o empresário e produtor rural William Westermann, de Piratini.
A economia de Piratini e da região também sofre com as condições da ponte. As áreas de plantio de soja e milho têm aumentado, mas não há por onde escoar a produção até o porto do município de Rio Grande por via rápida e segura. Os comboios de veículos de cargas de grãos enfrentam dificuldades por causa das limitações da passagem e de alguns agravantes.
A má conservação da travessia, formada de uma precária combinação de ferro, algum aço e asfalto, com este pousado sobre as tais chapas de ferro que frequentemente desabam sobre o arroio, faz com que uma vez por ano o Departamento Autônomo de Estradas de Rodagem (Daer), órgão do governo do estado, interrompa o tráfego no local para reparar defeitos, principalmente buracos causados pelo trepidar constante da estrutura frágil. Por vezes, os buracos são tão grandes que neles cabem rodas inteiras, e os solavancos provocados pelo impacto dos pneus só fazem acentuar os danos.
Quando o Daer fecha a passagem, a cidade fica ilhada. Em 2016, foi interrompida por cinco dias. E esperam-se novas interrupções em breve, pois os buracos voltaram a castigar. Mesmo com a ponte liberada, nem todo caminhão de carga pode passar. Isso porque o Daer permite que transitem por ali veículos com, no máximo, 24 toneladas, baixa tonelagem para a capacidade dos caminhões e as necessidades de escoamento. Além disso, a altura da ponte, quatro metros e 20 cm, impede o tráfego de caminhões mais altos.
Baldeação de passageiros
Nos dias de interrupção do tráfego na ponte, uma cena lembra o século 18. Os ônibus de transporte intermunicipal da empresa pelotense Embaixador, responsável pela linha, precisam fazer “baldeação” de passageiros. Com chuva ou sol, homens, mulheres e crianças de todas as idades têm de descer do veículo, atravessar a ponte carregando seus pertences e tomar novo ônibus da companhia estacionado do outro lado da passagem, para seguir viagem.
– Há muitos anos temos sido obrigados a lidar com essa situação delicada. Nessas ocasiões, nós agendamos os horários de viagem para que o encontro dos ônibus coincida – conta o gestor operacional da empresa Embaixador, Carlos Alberto Canielles.


Os ônibus precisam passar com extremo cuidado na ponte estreita (Rubens Amador Filho/Amigos de Pelotas)

Produtores “na mão”
– Os produtores são deixados “na mão”. Nós precisamos esvaziar os silos rapidamente para poder guardar neles mais grãos. Quando a ponte é trancada, nós usamos a RS-265 até Canguçu. Mas, desse município até o porto, a estrada é de chão, ruim. A distância é 40 quilômetros maior, há um grande desgaste de pneus e há pedágio, o que encarece o frete e o preço final dos grãos – lamenta Westermann, acrescentando que produtos transportados para Piratini destinados ao comércio atacadista, remédios, por exemplo, chegam mais caros à cidade.
O produtor rural reclama também do limite de tonelagem imposto pelo Daer.
– A determinação de que só caminhões com até 24 toneladas podem passar é uma prevenção exagerada, pois a ponte suporta mais peso. Na prática todo caminhão passa por ela com uma média de 50 toneladas. A ponte aguenta, mesmo assim a Polícia Rodoviária multa os motoristas. Mas nós seguimos passando com excesso de carga porque, apesar de tudo, é a melhor alternativa de tráfego. E porque aquela restrição de tonelagem, caso fosse seguida, inviabilizaria qualquer negócio.
O Daer reduziu a tonelagem porque a ponte, em vários acidentes, foi afetada por impactos de caminhões e veículos de passeio que abalaram a estrutura e aumentaram a distância dos vãos naturais de movimentação da ponte previstos no projeto original.
Uma espera de 30 anos

Lideranças empresariais e políticas de Piratini buscam uma solução há décadas, pressionando autoridades do governo do estado com visitas de delegações.
– Quando foi construída, há mais de meio século, a ponte foi um marco de desenvolvimento. Há cerca de 30 anos, porém, ela se tornou um
gargalo – afirma o empresário Maico Tunes Joanel, presidente da Associação Comercial até 31 de maio deste ano.
Segundo Maico, o último político que ensaiou uma solução – a construção de uma segunda ponte – foi o então governador Jair Soares (PDS). Ele construiu a rodovia RS-702, preparou as cabeceiras da nova ponte, mas, desde 1985, não se deu sequência à ponte nova.
O agrônomo Gomeri se emociona ao rememorar o ocorrido. Verte lágrimas. No momento da entrevista para esta reportagem, ele se recupera, em cadeira de rodas, da fratura de vértebras após cair de um barranco. E faz um pedido:
– Gostaria que as autoridades dessem atenção a essa ponte, senão as mortes vão continuar. Vi várias pessoas morrerem ali. No meu trabalho, visito muitas lavouras, viajo bastante. Uma vez, o motorista de um caminhão carregado de sorgo perdeu os freios e bateu na ponte. O homem estava esmagado na lataria. Gritava por socorro. Mas a gente não pôde fazer nada. Depois soubemos que ele iria se casar na outra semana. Isso machuca muito.
Ele lembra do momento em que sentiu que perderia a companheira:
– Quando estava abraçado à Fran no carro batido e o socorro não havia chegado, eu pedia a Deus que me levasse no lugar dela. Ela era nova; eu sou velho.

Confira amanhã: “No interior de São Paulo, pontes levadas pelas chuvas”
Mais sobre a série Pontes para o atraso

sexta-feira, 30 de maio de 2014

MAÇONARIA VINDO A PUBLICO... ... SINAL QUE A COISA VAI FICAR PRETA

 Não é a política que faz o candidato virar ladrão.
 É o seu voto que faz o ladrão virar político.                                            
Não seja um deficiente cívico, faça a sua parte.
 Como cidadãos e contribuintes de tributos e de votos,
 vamos nos mobilizar para o exercício saudável da cidadania.
                                                              T:. F:. A:.

Assunto: MAÇONARIA VINDO A PUBLICO... ... SINAL QUE A COISA VAI FICAR PRETA
"O mundo não será salvo pelos caridosos, mas pelos eficientes."
Roberto Campos (1917 - 2001), economista, diplomata e político brasileiro.

 


PARA A MAÇONARIA VIR A PÚBLICO COM UM MANIFESTO DESTE,
SINAL QUE A COISA VAI FICAR PRETA
Manifesto da Maçonaria
admin post on fevereiro 26th, 2014

LOJA MAÇÔNICA ACÁCIA DAS NEVES Nº 22 ORIENTE DE SÃO JOAQUIM-SC
FILIADA AO G.O.S.C

Agora o governo corrupto e tirânico do PT conseguiu motivo para ficar preocupado. A partir do momento em que a maçonaria começa a veicular manifestos como este, é porque nas sombras está sendo tramada um revolução que fará rolarem milhares de cabeças de corruptos por este país afora. Esta é a mais poderosa força do mundo e contra a força não há resistência. Aguardem.

Independentemente de crenças ou religiões, acredito que todos deveriam ler, refletir e…AGIR!

ESTA MENSAGEM DEVE SER DIVULGADA PARA TODOS OS BRASILEIROS LIVRES E DE BONS COSTUMES, E TAMBÉM, A TODOS OS PROFANOS POIS, É CLARA E VERDADEIRA.

Vivemos um dos momentos mais difíceis de nossa história.

O povo está sendo mantido na ignorância e sustentado por um esquema que alimenta com migalhas a miséria gerada por essa mesma ignorância.

A tirania mudou sua face. Já não encontramos os tiranos do passado que com sua brutalidade aniquilavam as cabeças pensantes, cortando o pescoço. Os tiranos de hoje saqueiam a Pátria e degolam as cabeças de outra forma. A tirania se mostra pela corrupção que impera em todos os níveis.

Encontramos mais viva do que nunca as palavras do Imperador Romano Vespasiano que na construção do Grande Coliseu disse: “DAI PÃO E CIRCO PARA O POVO”. Esse grande circo acontece todos os dias diante de nossos olhos, especialmente sob a influência da televisão, que dá ao povo essa fartura de “pão” e de “circo”. Quando pensamos que a fartura acaba, surgem mais opções.

Agora vemos a Pátria sendo saqueada para a construção de monumentais estádios de futebol, atualmente chamados de arenas, nos moldes do que era o Coliseu, uma arena. Enquanto isso os hospitais estão falidos, arruinados, caindo aos pedaços.

Brasileiros morrem nas filas e nos corredores desses hospitais; já outros filhos da Pátria morrem pelas mãos de bandidos inescrupulosos que se sentem impunes diante de um Estado inoperante, ineficiente e absolutamente corrompido. Saúde não existe, educação não há, segurança, muito menos.

Porém, a construção dos “circos” continua ! Mas o pão e o circo também vêm dos “Big Brothers” das “Fazendas”, das novelas que de tudo mostram, menos verdadeiros valores e virtudes pessoais. Quanto mais circo, mais pão ao povo. E o mais triste é que o povo, mantido na ignorância, é disso que mais gosta.

Nas tardes, manhãs e noites, não faltam essas opções de “lazer”. O Coliseu está entre nós.
O circo está entre nós.

Já o pão, esse vem do bolsa isto, do bolsa aquilo, mantendo o povo dependente do esquema subtraindo-lhe a dignidade e a capacidade de conquistar melhores condições de vida com base em suas qualidades, em seus méritos, em suas virtudes. Agora, o circo se arma em torno do absurdo que se coloca à população de que o problema de saúde é culpa dos médicos. Iludem e enganam o povo, pois fazem cair no esquecimento o fato de que o problema de saúde no Brasil é estrutural, pois o cidadão peregrina sem encontrar um lugar digno,nem mesmo para morrer.

Então, absurdamente, em desrespeito aos filhos da Pátria, são capazes de abrir as portas para profissionais estrangeiros, alguns poucos não cubanos. Os tiranos têm a audácia de repassar R$ 40.000.000,00 mensais que são sangrados dos cofres públicos para sustentar um outro governo falido e também tirano, o cubano; um dinheiro sem controle e sem fiscalização.

Os pobres profissionais que de lá vêm, não têm culpa. É um povo sem liberdade, sem direito de expressão, escravo da tirania. Esses médicos recebem migalhas daquele governo.
Mal conseguem sustentar a si e a seus familiares.

Os R$ 40.000.000,00 que serão mensalmente enviados para Cuba solucionariam o problema de inúmeros pequenos hospitais pelo interior deste País. Mas não é a isto que ele servirá.
Nós estamos a financiar um trabalho explorado, escravizado, de profissionais que não têm asseguradas as mínimas condições de dignidade de pessoa humana, porque simplesmente não são homens livres.

E nós, brasileiros, devemos nos envergonhar de tudo isto, porque estamos sendo responsáveis e coniventes por sustentar todo esse esquema, todos esses vícios, comportando-nos de maneira absolutamente inerte. Esses governantes, que tanto criticam o trabalho escravo, também não esclarecem à população o fato de um médico brasileiro receber o mísero valor de R$ 2,00 por uma consulta pelo SUS.

Do valor global anual que recebem, ainda é descontado o Imposto de Renda, através de uma escorchante tributação sobre o serviço prestado, que pode chegar ao percentual de 27,5%.

Em atitude oposta, remuneram aqueles que não são filhos da Pátria, os estrangeiros, com o valor de R$ 10.000,00 mensais por profissional, cabos eleitorais desses governantes.

Profissionais da saúde no Brasil, servidores públicos de carreira, à beira da aposentadoria, com dedicação de uma vida inteira, receberão quando da aposentadoria metade do valor pago ao estrangeiro.

Não podemos aceitar a armação desse circo,
em cujo picadeiro o povo brasileiro é o palhaço !

A Maçonaria foi a grande responsável por movimentos históricos e por gritos de liberdade em defesa da dignidade do homem. Foi por Maçons que se deu o grito de Independência do Brasil, da Proclamação da República, da Abolição da Escravatura. Foi por Maçons que se deu o brado da Revolução Farroupilha.

E o que está fazendo a Maçonaria de hoje ao ver o circo armado, com a distribuição de um pão arruinado pelo vício que sustenta essa miséria intelectual ? Não podemos ficar calados e inertes !

A Maçonaria, guardiã da liberdade, da igualdade e da fraternidade, valores que devem imperar entre todos os povos, precisa reagir, precisa revitalizar seu grito, seu brado para a libertação do povo. Esse é o nosso dever, pois do contrário não passaremos de semente estéril, jogada na terra apenas para apodrecer e não para germinar.

A Loja Maçônica Acácia das Neves incita a todos os Irmãos: para que desencadeemos um movimento de mudança, de inconformismo, fazendo ecoar de forma organizada, a todas as Lojas e os Maçons desta Pátria, o nosso dever de cumprir e fazer cumprir a nossa missão de levantar Templos à virtude e de cavar masmorras aos vícios !

Fraternalmente,

Alaor Francisco Tissot

Grão-Mestre – GOSC
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