COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

RESISTIR, PERSISTIR, ATÉ DILMA CAIR ! É UM BOM REFRÃO P/AS PASSEATAS DE 15-E-28-DE-MARÇO

SEXTA-FEIRA, 20 DE FEVEREIRO DE 2015

O risco sistema BNDES é de R$ 974 bilhões!


Foi confirmado ontem, quinta-feira dia 19, a indicação do nome do Luciano Coutinho como presidente do BNDES. A indicação é cota do presidente Lula, que através de concessões de empréstimos privilegiados às empresas de situação financeira duvidosa a juros subsidiados embolsou R$ bilhões em propina de agenciamento.  Os empréstimos concedidos a empresas como OGX, JBS/Friboi, Sete Brasil e as empreiteiras envolvidos em Operação Lava Jato são os exemplos clássicos. 



E ainda contra o próprio nome do Luciano Coutinho pesa a relação promíscua dele com a empresa de consultoria que elabora os projetos de financiamento junto ao Banco. A ex-empresa de consultoria é contratada para se ter sucesso na concessão de financiamento pelo BNDES. A empresa tinha como sócio o próprio Luciano Coutinho até a assunção dele como presidente do Banco. Nada há de ilegal, uma vez que o Luciano Coutinho não é mais sócio daquela empresa de consultoria. Mas tudo parece que os atuais sócios são "laranjas" do próprio. O assunto está sendo negado para investigação do MPF - Ministério Público Federal alegando "sigilo bancário".


O projeto do Lula tentar criar os maiores "players" brasileiros atuando no mundo através do PSI - Programa de Sustentação de Investimentos, criado por ele no auge da crise financeira mundial em 2009, nada haveria de anormal, se não funcionasse como Bolsa Empresário. Para criar "players" brasileiros, o BNDES emprestou a alguns poucos privilegiados a juros de 3,5% ao ano, enquanto o Tesouro paga Selic, hoje em 12,25% ao ano, para captar os mesmos recursos.

O Tesouro injetou no BNDES, segundo balanço semestral de 2014, exatos R$ 461,4 bilhões, nominal. Isto é o valor que foi injetado, sem considerar a equalização de juros. No apagar das luzes de 2014, isto porque a Dilma autorizou injeção de mais R$ 30 bilhões no mesmo esquema do PSI, somado ao número anterior de R$ 461,4 bilhões nominal. Está obscuro na contabilidade do BNDES e no Tesouro a questão da equalização de juros que, em tese, deveria ser bancado pelo Tesouro e ser contabilizado como despesa. Não se faz, nem uma coisa e nem outra. Está no "buraco negro". 

Dentro deste esquema de financiamento, incluem-se financiamento concedidos aos países da América Latina e África, intermediado em sua maior parte pelo Lula, são de assombrar. São alguns US$ bilhões, que estão sob risco de não receber, como os que o País considerou como perdão da dívida. Uma pequena amostra encontra-se na lista de 20 obras financiadas pelo BNDES



Como pode ver, a recondução do Luciano Coutinho à frente do BNDES, serve para cumprir dois objetivos. O primeiro objetivo é continuidade da ladroagem no BNDES com atendimento dos amigos do Palácio do Planalto e do ex-presidente Lula via seus amigos mais íntimos, entre os quais os envolvidos na Operação Lava Jato. O segundo objetivo é mais do que evidente a tentativa de "blindagem" do nome da presidente Dilma nos casos que envolvem a ladroagem no BNDES, talvez, maior em volume do que revelada na Operação Lava Jato.

Segundo último dado conhecido, oficialmente, via balanço semestral de junho de 2014, considerando os novos aportes anunciados pelo governo federal, e repasse de diversos fundos constitucionais, o passivo do BNDES ascende a R$ 574 bilhões.  O último dado divulgado para o mercado financeiro mostra que o patrimônio líquido do BNDES é de apenas R$ 74,1 bilhões. Teoricamente, os números estão dentro do limite estabelecido pelo BIS - Banco Central dos Bancos Centrais do mundo.  Acrescenta ao risco BNDES, o risco das empresas envolvidas na Operação Lava Jato com financiamento no BNDES soma, segundo governo, em R$ 400 bilhões. 

O que questiona é a qualidade dos empréstimos feitos, sobretudo com a interferência direta do Lula na concessão de financiamentos, tais como aqueles concedidos a empresas duvidosas como OGX, JBS/Friboi, Sete Brasil e empreiteiras envolvidas em Operação Lava Jato. Uma inadimplência de 13% no volume de empréstimos coloca BNDES na  situação de "banco falido".  Isto já está ocorrendo, mas não são mostrados ao público através do mecanismo de sucessivas renovações de empréstimos. O risco do sistema BNDES, somado o risco próprio mais o risco das empresas com financiamento no Banco, envolvidas na Operação Lava Jato é de R$ 974 bilhões.

O próprio governo estima que o risco das empresas envolvidas na Operação Lava Jato é de R$ 400 bilhões. Somados as empresas envolvidas na Operação Lava Jato e fora do sistema Petrobras, o risco do sistema BNDES, ascende ao número preocupante. Os riscos do sistema Petrobras de R$ 700 bilhões não se somam ao risco BNDES de R$ 974 bilhões, porque há coincidência de empresas que estão envolvidos em ambos sistemas. 

A alegação da presidente Dilma, dito hoje, de que o processo de corrupção na Petrobras iniciado em 1997 tivesse sido investigado e punido, não teria acontecido os malfeitos da Operação Lava Jato. O recado dela vale para o caso do risco sistema BNDES. Rebato com veemência. Uai, Dilma, sua turma não teve 12 longos anos para investigar e punir os malfeitos, na era FHC? Por que não fizeram. Dilma, Isto apenas mostra a sua incompetência e incapacidade para exercer o cargo de presidência da República.



O risco do sistema BNDES é de R$ 974 bilhões!
Se confirmado, as denúncias, o risco sistêmico das estatais Petrobras e BNDES, quebra o Brasil.

Ossami Sakamori
@SakaSakamori

Fonte: http://ossamisakamori.blogspot.com/

domingo, 1 de fevereiro de 2015

Crise na Petrobras é bem pior que a imprensa revela.

Crise na Petrobras é bem pior que a
imprensa revela.

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O governo federal tem sido negligente com o povo ao conduzir a crise da Petrobras apenas sob o ponto de vista político. Os problemas da estatal são bem mais graves e as consequências para o país podem se agravar ainda mais, caso o governo não assuma que foi terrivelmente irresponsável num passado recente.
O PT usou o Pré sal para iludir o povo e justificar gastos completamente fora da realidade do Brasil. O presidente da Petrobrás anunciou de forma teatral o ambicioso plano de investimento da estatal, de 2010 a 214  de US$ 224 bilhões. “Isso equivale a R$ 1,6 mil por segundo, em 365 dias”, mensurou  um ensandecido Gabrielli, completamente desconectado da realidade.
Ano passado, pouco antes da explosão de escândalos expostos pela Operação Lava Jato, O Conselho de Administração da Petrobras havia aprovado  o Plano de Negócios e Gestão da empresa ainda mais ambicioso para o período 2014-2018 e o Plano Estratégico Petrobras. O Plano de Negócios fixava para o período 2014-2018 investimentos de US$ 220,6 bilhões.
Por acaso, alguém faz ideia de que estes são os maiores investimentos anunciados em toda a história da humanidade? Alguém pode imaginar o que poderia ser feito em áreas como educação e saúde com metade destes recursos? E o pior: alguém imagina que poderia haver por trás de todos estes planos mirabolantes um esquema criminoso de desvios de recursos para colocar em prática um projeto de poder? A operação Lava Jato comprovou que sim!
Dilma ocupou a presidência do Conselho de Administração da Petrobras de 2003 ate 2010. Dilma tinha acesso total a todos os dados da empresa. Dilma indicou Graças Silva Foster como presidente da Petrobras, em substituição a José Sergio Gabrielli de Azevedo. Supostamente familiarizada com todo o esquema, Graça Foster acabou tornando-se insubstituível, pois dificilmente Dilma conseguirá formar alguém tão rapidamente para colocar em seu lugar. A saída mais provável será nomear alguém de dentro do núcleo duro do PT, como Jacques Wagner, por exemplo. O substituto terá obrigatoriamente que manter uma linha direta com Graça, que ficará incumbida de atualizar seu sucessor sobre os esquemas em andamento.
Em virtude destas análises e considerando o fato de Dilma ter sido a escolhida por Lula como sua sucessora, em detrimento de nomes históricos do partido, seria algum absurdo supor que ela teria arquitetado e liderado todo este  esquema criminoso de desvios de recursos para colocar em prática um projeto de poder?
O problema é que tanta ganância pelo poder acabou por cegar os principais atores deste drama vivido pelo Brasil nos dias de hoje. Ávidos por colocar seus planos em prática, deixaram de considerar a natureza do negócio “petróleo”.
Os piores pesadelos ainda estão por vir
Este ano, o petróleo segue despencando, sendo negociado abaixo de US$ 50 o barril, nos valores mais baixos em cerca de seis anos. Nos mercados internacionais, o barril acumula perdas de 60% desde o pico de junho de 2014, quando era negociado a US$ 115.
Os principais responsáveis pelos infortúnios enfrentados pela Petrobrás do PT de Dilma e Lulas são o aumento de produção, em especial nas áreas de xisto dos EUA, e uma demanda menor que a esperada na Europa e na Ásia.
Segundo a Opep, a culpa pelas baixas cotações da commodity é da grande produção de óleo de xisto, segundo alguns analistas, estaria disposta a aceitar um preço ainda mais baixo para tirar do mercado outros produtores ou inviabilizar a exploração de rivais como os produtores norte-americanos.
O maior pesadelo de todos é que com o ‘boom’ do xisto nos últimos anos, a produção norte-americana disparou e se situa em níveis recordes em 30 anos, com mais de 9 milhões de barris por dia, ou quase cinco vezes a produção brasileira. Os irresponsáveis que conduziram a Petrobrás ao longo dos últimos doze anos subestimaram os ciclos deste mercado. Não adianta rezar. O revés sofrido com a produção de xisto promete ser bem mais duradouro que muitos gostariam.
Desespero: queda no preço do petróleo não pode ser contida nem pela OPEP.
Desespero: queda no preço do petróleo não pode ser contida nem pela OPEP.
Mais pesadelos
A queda dos preços afeta diretamente as empresas que exploram petróleo e os investimentos no setor. Empresas do mundo todo anunciam milhares de demissões e o cancelamento de investimentos.
Esta queda do preço do petróleo no mercado internacional também diminui a rentabilidade dos projetos de exploração no pré-sal, que foram planejados levando em conta um preço mínimo do barril entre US$ 45 e US$ 52 para a produção poder ser considerada economicamente viável.
O povo é convidado a arcar com os prejuízos
Para cobrir tantos rombos, o governo Dilma mantém os métodos mais covardes para amenizar os danos. Hoje, o brasileiro paga  70% a mais do que deveria pela gasolina, bem acima do preço internacional do combustível importado pela Petrobras, segundo levantamento do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).
O maior problema são as obras faraônicas projetadas para desviar recursos para o PT em conluio com as empreiteiras. Após bilhões de dólares investidos, a forma mais racional de amenizar o problema seria abandonar tudo do jeito que está. O PT está fazendo de tudo para continuar tocando as obras evitar, a qualquer custo, que a crise da Lava Jato, esquema de corrupção alvo da Polícia Federal, afete o sistema financeiro do País. A Petrobras e as empreiteiras investigadas pela Operação Lava Jato têm uma dívida superior a R$ 130 bilhões com bancos privados e públicos no Brasil.
Procurador-geral tenta blindar o governo no Petrolão
Uma reportagem da revista IstoÉ, mostra que o procurador-geral da República participou mesmo de encontros com representantes das empreiteiras envolvidas no escândalo de corrupção na Petrobras, iniciado no governo Lula e desbaratado pela Operação Lava Jato, da Justiça Federal do Paraná em março passado.
Em Outras Frentes – CGU tentou limitar punições de empreiteiras a multas
A Controladoria-Geral da União (CGU) tentou fazer um acordo com a força-tarefa do Ministério Público Federal encarregada da Operação Lava-Jato para limitar punições às empreiteiras envolvidas em fraudes na Petrobras, evitando que elas fossem declaradas inidôneas e, consequentemente, ficassem impedidas de fechar novos contratos com o governo federal.

A inversão da lógica do PT
O Banco Mundial avalia ainda que o preço mais baixo do petróleo está reduzindo a inflação no mundo todo e é provável que retarde as altas nas taxas de juros nos países ricos. Aqui, acontece exatamente o contrário: inflação em alta, puxada pelo reajuste da gasolina (que contraria completamente as regras do mercado e a justiça social). além do aumento em todas as taxas de juros, desde o cheque especial, cartão e financiamento de imóveis.


Fonte: http://dominiodofato.com.br/2015/01/16/crise-na-petrobras-e-bem-pior-por-que-o-governo-nao-fala-a-verdade/53836
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