COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sábado, 6 de fevereiro de 2016

SE VOCÊ NÃO QUER O LULA NO GOVERNO EM 2018 AJUDE A ATINGIR O POVÃO SEM INTERNET! VÁ ÀS RUAS EM 13/3 EM TODO O BRASIL!





Sim, Lula pode ganhar de Bolsonaro em 2018, LEIA antes de reclamar.


Para o triunfo do mal, basta que os bons não façam nada.
– Edmund Burke
Não estou sendo pessimista, tão pouco torço por Lula, mas estou sendo prudente e realista. Lula não é qualquer candidato, não é uma figura política facilmente machada, (para entender esse conceito leia, Lula o verdadeiro Príncipe de Maquiavel).
Lula concorre as eleições presidenciais desde 1989 onde disputou o Segundo Turno com Fernando Collor, obtendo 11 milhões de votos. Analisemos agora, em 1989 onde não existia internet ou até mesmo redes sociais, Lula já obtinha uma popularidade que atingia 11 milhões de brasileiros.
Em 1994, Lula havia aumentado seu eleitorado em mais de 50%, obtendo 17 milhões de votos, mesmo sendo derrotado por FHC, ele continua com campanhas pelo país e nas eleições de 1998, Lula já obtinha 21 milhões de votos, dessa vez acrescentando pouco mais que 23% com relação as eleições de 1994.
Em 2002, a eleição da “mudança”, Lula atinge a marca de 52 milhões de votos. José Serra fora humilhado com uma derrota em 25 Estados em um resultado de 61% de votos para Lula contra meros 38% para Serra. O PSDB perde até mesmo em São Paulo, reduto Tucano.
De 1998 até 2002, Lula simplesmente dobrou sua popularidade, que se manteve intacta até a sua última eleição em 2006.
A última disputa a presidência, em 2006, Lula novamente humilha os Tucanos, conseguindo 58 milhões de votos, obtendo a performance ganhadora de 60%, contra 40% de Geraldo Alckmin.
Lula que iniciou a carreira de ativista político em 1969, tem na bagagem nada menos do que 47 anos de experiência política até hoje. Enquanto isso, Jair Bolsonaro que inicia a carreira em 1988, só possui pouco mais de 25 anos, ganhando visibilidade apenas nos últimos 6 anos.
Apesar de hoje vivermos na Era da Informação, onde Redes Sociais apresentam um ótimo dinamismo para transmitir informações, isso não basta. Para se ganhar uma eleição presidencial, não menos que 50 milhões de pessoas precisam apoiar o candidato. Certamente não temos 50 milhões de pessoas conectadas a redes sociais, tão pouco conectadas a temática política.
Como Bolsonaro em apenas 4 anos pode conseguir essa quantidade de votos? Não sendo pessimista, somente um milagre. Em 2014 o país já estava insatisfeito com o governo do PT, e principalmente com Dilma, o resultado foi uma eleição apertada, mas ainda sim Dilma saiu ganhando com 51% dos votos, no primeiro Turno haviam 43 milhões de votos para ela, e no segundo um crescimento substancial para 54 milhões. Entendeu, porque digo que Bolsonaro precisa de pelo menos 50 milhões de votos? Pois é, não é uma tarefa fácil. Aécio, no Primeiro Turno, obteve 34 milhões e no segundo 50 milhões, mesmo Aécio tendo um crescimento percentual maior no segundo Turno, Dilma no primeiro já havia ganhado, tudo isso contando com uma imagem manchada do PT e dela própria.
Basicamente, Bolsonaro precisa ter a imagem levada nos 4 cantos do Brasil, e em especial ao Norte e principalmente o Nordeste, reduto eleitoral do PT nos últimos 12 anos. Bolsonaro precisa ser popular onde o PT ainda é popular, as camadas mais carentes da população brasileira. Essas pessoas estão longe ou bem afastadas de redes sociais e até mesmo da internet, usando-a apenas esporadicamente, nas áreas rurais e nas comunidades carentes nos centros urbanos a força da Esquerda predomina e esse vínculo precisa ser quebrado, aqueles que pouco estudo possuem e dispõem de pouca renda são muitas vezes usadas como massa de manobra para eleger os grandes políticos da Esquerda. Foi assim que Lula ganhou suas eleições, e é assim que Bolsonaro precisa agir. Não precisa prometer mundos e fundos, mas precisa se fazer presente, ser lembrado, ser respeitado, ser querido. Bolsonaro precisa expandir seus horizontes e precisa de muita ajuda, a nossa ajuda para isso.
Em 2014 presenciamos um ativismo crescente nas redes sociais que apontavam que Aécio ganharia, mas ao chegarmos o jogo havia virado, não estou falando de fraude nas eleições, mas sim da realidade, não basta ser popular na internet, é preciso ser popular dentro e fora dela. Assim é Lula, assim é o PT.
Bolsonaro apesar de estar conquistando espaço na mídia, ainda que seja com polêmicas ou difamações contra sua imagem, Bolsonaro precisa mais do que nunca do ativismo. ATIVISMO POLÍTICO, algo que a direita até hoje não sabe fazer (outra triste realidade que abordarei em outro artigo), Lula com seus mais de 40 anos de estrada, já está “pra lá” de acostumado a organizar ativismo, na verdade, toda esquerda gira em torno de ativismo político. O PT hoje é uma máquina ativista, enquanto Bolsonaro apensa possui fãs espalhados pelo Brasil. Os recentes movimentos “ativistas” oposicionistas, bem como o Movimento Brasil Livre (MBL), Vem Pra Rua, Revoltados ON LINE não são legítimos da direita, MBL e Vem Pra Rua tem suas posições bem definidas, liberais e neoliberais, não ajudando em nada os conservadores, que dirá candidatos conservadores. Apensa o Revoltados ONLINE apresentam uma pequena contribuição, mal elaborada, todavia é atualmente o “único” ativismo militante dentro e fora da internet.
Sobra para nós, os movimentos Monarquistas e o Movimento Endireita Brasil (MEB), dos quais tem pouca expressividade fora da internet, apesar de serem os melhores e mais centrados no conservadorismo político, ainda são desorganizados quando o assunto é militar fora do mundo virtual. A frente monarquista brasileira é diminuta e ainda inexpressiva, apesar de seu esporádico crescimento positivo nos últimos 5 anos. Os demais movimentos ditos conservadores, são menores ainda e praticamente desorganizados, confesso que há muita boa vontade da organização, porem pouco engajamento dos membros que dizem “aderir” a causa. A culpa não recai exclusivamente sob os organizadores, longe disso, aqueles que querem organizar movimentos políticos, são realmente agentes de mudança, mas a grande parcela da “direita” brasileira é preguiçosa, hoje vale mais obter curtidas e compartilhamentos do que engajamento cívico. É claro que é mais confortável usar seu smartphone para curtir e compartilha conteúdo nas redes sócias do que engajar-se em uma luta política real.
Se quisermos Bolsonaro ou outro conservador na presidência, é preciso sair do sofá. Lula não tinha tecnologia a seu favor, é um ex-operário metalúrgico, sem ensino médio, mas fora presidente 2x consecutivas e ainda ganhou diploma de Doutor (honoris). A esquerda não ganhou o poder apenas ficando em casa esperando milagres, eles se organizaram, conquistaram terreno, conquistaram corações e finalmente o governo.
Bolsonaro presidente, só será possível, SE e somente SE a direita levantar-se em busca de uma nova realidade, ou todos nós nos tornamos parte da mudança (assim como fez a esquerda), ou pode esquecer o sonho de um Brasil livre. Para Bolsonaro presidente, precisamos unir-nos e militar e não somente ficar nas redes sociais. Antes de encerrar, quero dizer que militância política, não é manifestação nas ruas, militância política é organização política. Criar e gerir grupos, ações, movimentos em uma determinada direção. É disso que o Brasil precisa, é disso que Bolsonaro precisa, e é isso que Lula e o PT sabem fazer muito bem.
Fonte: http://www.oretrogrado.com.br/2016/02/02/sim-lula-pode-ganhar-de-bolsonaro-em-2018-leia-antes-de-reclamar-2/

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

VAMOS LEVANTAR ESTA HASHTAG COM TODA FORÇA...: #SóVotamosComVotoImpresso #VemPraRuaEm13Dez


Com nova meta fiscal, eleições de 2016 serão eletrônicas, afirma TSE

Com a aprovação da nova meta fiscal de 2015, as eleições do ano que vem poderão ser feitas com urnas eletrônicas. O Ministério do Planejamento enviou nesta quinta-feira (10/12), ao Tribunal Superior Eleitoral, cópia do relatório encaminhado à Comissão Mista de Orçamento do Congresso com as novas estimativas de receitas, já com a previsão dos gastos ligados às eleições em 2016.
Após o TSE alardear que teria de usar cédulas de papel devido à redução no Orçamento, a revisão manteve somente o contingenciamento referente aos quatro primeiros bimestres do ano, que equivale a R$ 161 milhões. Os outros R$ 267 milhões, correspondentes ao quinto bimestre, foram revertidos à Justiça Eleitoral.
A nova meta fiscal foi uma reforma na Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2015. É nas leis orçamentárias que o governo estabelece em quanto pretende manter o chamado saldo primário — o resultado das contas públicas, fora os gastos com juros.
Originalmente, a LDO 2015 previa um superávit de R$ 66,3 bilhões, depois reduzido para R$ 55,3 bilhões. No fim de outubro deste ano, no entanto, o Congresso reviu a meta fiscal para déficit de R$ 51,8 bilhões, já contabilizando o resultado negativo das contas da União para este ano.
Antes da redução da meta fiscal, o governo informou a necessidade de cortar gastos em R$ 107,1 bilhões do Orçamento Fiscal e da Seguridade Social. Porém, como havia o compromisso de gerar um resultado positivo, decidiu contingenciar o repasse de verba a vários órgãos, entre eles muitos do Poder Judiciário.
Da Justiça Eleitoral, seriam cortados R$ 428 milhões. Agora, de acordo com Ofício Interministerial, a nova meta fiscal já prevê a redução do Orçamento em R$ 107,1 bilhões e, portanto, libera os gastos com as urnas eletrônicas.
No dia 30 de novembro deste ano, uma portaria conjunta informou que o contingenciamento do dinheiro repassado do Orçamento para o Judiciário inviabilizaria as eleições “por meio eletrônico”. O presidente do TSE, ministro Dias Toffoli, informou que precisaria de R$ 200 milhões para comprar novas urnas e fazer a manutenção de equipamentos, e que o contingenciamento impediria esse gasto. Assim, algumas regiões teriam de recorrer às cédulas de papel, enquanto outras manteriam o sistema atual.
Em nota, Toffoli afirmou que a medida causaria “dano irreversível e irreparável”, pois qualquer demora atrasaria o trabalho dos cartórios eleitorais brasileiros. Com informações da Assessoria de Imprensa do TSE.
Fonte: Email contendo artigo da Revista Consultor Jurídico, 10 de dezembro de 2015, 16h48 recebido por nós.
http://www.conjur.com.br/2015-dez-10/meta-fiscal-eleicoes-2016-serao-eletronicas-tse
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