COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
Mostrando postagens com marcador As Ilusões do Movimento Gay. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador As Ilusões do Movimento Gay. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 6 de abril de 2012

COMO CONSEGUIR SER LIBERTO DA PRÁTICA HOMOSSEXUAL

Mais de SEISCENTOS homossexuais conseguiram deixar a pratica homossexual. Chegou a sua vez se for homossexual. Basta você desejar e buscar por ajuda. Existimos para ajudá-los, contacte-nos pelo email: defesa_hetero@yahoo.com.


Se você deseja receber materiais gratuitos sobre o tema homossexualidade indico entrar em contato com a equipe do Closet Full através do e-mail: closetbook@hotmail.com.

Conheça alguns dos materiais gratuitos que já estão disponíveis:

O contato chama-se Félix.


1)) Impulsionados pelo amor: “Amor” é uma palavra que nunca sai de moda. Mas muitos se esquecem que amor é mais que uma palavra. Amar é uma atitude. O verdadeiro Amor não se resume em palavras, mas em atos. Restauração Sexual também não se resume em palavras, ensinos ou até mesmo em um “milagre’, mas em atitudes. Descubra em “Impulsionados pelo Amor”, histórias reais de pessoas que resolveram dar um novo rumo para suas vidas. Descubra você também, nestas páginas, que Amor é este que põe uma vida de ponta cabeça. O que faria alguém remar contra a maré, senão um grande Amor? Abra seu coração, leia e apaixone-se.

2)) Homossexualidade: Um engano em minha vida - Saulo Navarro


Testemunho de vida de Saulo Navarro no link acima.

Seja impactado por esse testemunho e suas reflexões sobre homossexualidade.
Veja mais informações no BLOG: http://grupogaysanonimos.blogspot.com.
3)) Homossexualidade Masculina: Escolha ou destino? Há milênios as relações sexuais entre pessoas do mesmo sexo intrigam e comovem sociedades em várias partes do mundo. O que leva dois homens a se relacionarem sexualmente? Por que esse fenômeno constrange a maioria das pessoas? Ainda não temos todas as respostas. Apesar disso, a discussão sobre esse tema gerou mitos e tabus que fomentam o preconceito e a discriminação contra os homossexuais. Algumas pessoas acreditam que o desejo homossexual seja uma escolha consciente do sujeito; outras pensam que a homossexualidade não passa de uma variação normal da sexualidade humana. Enquanto isso, milhares de pessoas sofrem por não saberem o que fazer para viverem em harmonia com seus instintos sexuais e conceitos morais. Este livro expõe as incoerências do debate sobre esse assunto e apresenta alternativas que podem contribuir para a melhoria da qualidade de vida das pessoas que enfrentam direta ou indiretamente as conseqüências da atração pelo mesmo sexo.

4)) Sexualidade e Reformissão: Mark Driscoll faz um trocadilho com a popular expressão “born-again”(= nascido-de-novo), ao abordar o problema do uso de pornografia pelo homem que se considera “novo nascido” em Cristo, ao mesmo tempo que propõe uma prática sexual coerente com o conceito de reformissão.

5)) 36xxx: O 36xxx foi criado na tentativa de auxiliar aqueles que decidiram viver a vida de forma pura, ou pelo menos da forma como Deus gostaria que vivêssemos a nossa sexualidade enquanto jovens, e enquanto cidadãos do mundo HOJE. Durante 36 dias vamos refletir a respeito disso.

6)) Ilusões do Movimento Gay - Julio Severo:
Muitos cristãos ainda possuem dúvidas ou não tem opinião formada sobre o movimento gay. Neste livro, o autor trata do assunto para que o cristão possa expressar sua opinião com base bíblica, não apoiando o pecado. A maioria dos meios de comunicação apóiam a homossexualidade, mas não mostram a verdade, então, devemos conscientizar as pessoas e falar o que é certo. O livro trata temas como: origem genética, se a homossexualidade é uma doença, se é natural; pornografia; pedofilia; o que a Bíblia diz sobre sexo entre homens e crianças; causa do homossexualismo; fatores sociais; riscos de saúde; sodomia; tolerância, entre outros. O livro Ilusões do Movimento Gay está disponível no BLOG: www.juliosevero.com, gratuitamente.


Colaboração: Saulo Navarro, ex-homossexual, casado há mais de 12 anos, pai de dois filhos e feliz com Jesus Cristo que o libertou da prática homossexual. Você pode conseguir também, basta desejar e procurar por ajuda com algum pastor ou psicólogo cristão. Não procure psicólogo não-cristão pois a maioria deles são pró-homossexualidade.

sexta-feira, 23 de março de 2012

“Cura Gay”: O falso debate

“Cura Gay”: O falso debate

José Maria e Silva

A resolução do Conselho Federal de Psicologia que trata dos homossexuais não deve mesmo ser aplicada — além de inconstitucional, ela desrespeita o próprio Código de Ética dos Psicólogos

Oscilando entre a ignorância e o fanatismo, a bancada evangélica no Congresso Nacional resolveu transformar o Estado brasileiro num tribunal do Santo Ofício. E os heréticos dessa nova Inquisição são os homossexuais, vítimas de uma caça às bruxas liderada por um parlamentar goiano — o deputado federal João Campos, que, além de tucano, é líder da bancada evangélica. Apesar de lhe faltar o bigodinho nasal do Führer e de preferir ternos bem cortados em vez da capa cinturada do ditador alemão, João Campos está se revelando uma encarnação de Hitler. Fundamentalista, o deputado finge não ver que o Estado brasileiro é laico e, com base no seu fanatismo religioso, apresentou um projeto na Câmara dos Deputados que pretende implantar em todo o país a “cura gay”. O deputado advoga em causa própria, pois pastores como ele são absolutamente ignorantes em matéria de ciência e acham que a homossexualidade é um transtorno mental que deve ser curado com exorcismos. Com essa visão nazista, que envergonha Goiás e preocupa o Brasil, o deputado João Campos quer fazer dos gays os novos judeus — ou eles se deixam curar pelos pastores charlatães ou serão queimados pelo moralismo hipócrita da bancada evangélica.
Quem está acompanhando o noticiário sobre esse assunto sabe que o parágrafo acima é uma síntese interpretativa fiel do modo como a imprensa brasileira vem tratando o Projeto de Decreto Legislativo nº 234, de 2 de junho de 2011, de autoria do deputado federal João Campos (PSDB-GO), apelidado pela imprensa de projeto da “cura gay”. A proposta do parlamentar goiano pretende sustar a aplicação de dois dispositivos da Resolução nº 1, de 22 de março de 1999, do Conselho Federal de Psicologia (CFP), que estabelece normas de atuação para os psicólogos em relação à questão da orientação sexual. João Campos propõe que seja sustada a aplicação do parágrafo único do artigo 3º da referida resolução, que diz: “Os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e cura das homossexualidades”. E também propõe a revogação prática de seu artigo 4º: “Os psicólogos não se pronunciarão nem participarão de pronunciamentos públicos, nos meios de comunicação de massa, de modo a reforçar os preconceitos sociais existentes em relação aos homossexuais como portadores de qualquer desordem psíquica”.
No próprio Jornal Opção, em sua edição passada, a proposta de João Campos foi comparada ao Holocausto de Hitler pelo jornalista e músico Amaury Garcia, enquanto a médica e psicóloga Marilusa Terra, coordenadora do Projeto de Transexualismo da Universidade Federal de Goiás, chamou o parlamentar evangélico de “ignorante orientado por preconceitos”. Será mesmo? Garanto que não e desafio qualquer acadêmico do país a provar — com argumentos e não com a mera patente de doutor — que João Campos está errado. Ignorante e preconceituoso é quem critica a proposta do deputado sem se dar ao trabalho de lê-la. O que João Campos vem tentando demonstrar — sem, no entanto, ser ouvido com seriedade — é que seu projeto de decreto legislativo não impõe nenhuma “cura gay” aos homossexuais. Pelo contrário, respeita-os profundamente, tanto que mantém intacto o caput do artigo 3° da Resolução 1/99 do Conselho Federal de Psicologia que diz: “Os psicólogos não exercerão qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotarão ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados”.

Psicólogos são censurados

Para quem sabe ler sem preconceitos ideológicos, ao preservar integralmente esse dispositivo da resolução, João Campos deixa claro que não está propondo nenhuma “cura gay”. Ou seja, ele concorda que os psicólogos não devem “patologizar” (transformar em doença) os “comportamentos homoeróticos”, muito menos devem obrigar um homossexual a se submeter a qualquer tratamento contra sua própria vontade. Agora, o que nenhuma pessoa de bom senso pode aceitar é que um conselho profissional baixe normas que afetem não apenas seus filiados no exercício da profissão, mas também a população de um modo geral, inclusive os psicólogos, que, antes de serem profissionais, são pessoas e precisam ter sua individualidade respeitada pelo conselho. Ao determinar que os psicólogos não devem participar de eventos nos meios de comunicação que porventura reforcem preconceitos em relação aos homossexuais, a resolução do Conselho Federal de Psicologia estabelece a censura prévia e fere frontalmente o artigo 5º, inciso IX, da Constituição, que diz: “É livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença”.
Uma norma de um conselho profissional não pode valer mais do que a própria Constituição. O Conselho Federal de Medicina, por exemplo, não se arvora a impor censura prévia aos médicos. Prova disso é que a psiquiatria (prima-irmã da psicologia) comporta médicos das mais variadas correntes de pensamento, desde aqueles que tratam a mente como mero epifenômeno do cérebro (e defendem procedimentos cirúrgicos ou químicos para corrigir doenças mentais) até os que negam a própria existência da doença mental (e, inspirados por Marx e Foucault, tratam a loucura como mera disfunção da sociedade capitalista). Uns e outros não são proibidos pelo Conselho Federal de Medicina de expor essas teses tão contrastantes (e às vezes aparentemente ofensivas a terceiros) em livros, revistas especializadas, artigos e reportagens de jornal ou mesmo em programas de rádio e TV. Somente se alguém se sentir discriminado pela declaração pública de um médico e reclamar é que o Conselho Regional de Medicina investiga o caso e, se necessário, toma as devidas providências.
E tem de ser assim. Censurar previamente um profissional — proibindo-o de participar de um debate público apenas por achar que ele irá fomentar preconceitos — é que é, em si mesma, uma atitude preconceituosa. É como se o Conselho Federal de Psicologia duvidasse da integridade moral e da capacidade cognitiva de todo psicólogo e quisesse protegê-lo de si mesmo, instaurando uma espécie de menoridade intelectual na profissão. Essa atitude é ainda mais equivocada quando se sabe que a psicologia — justamente por trabalhar na complexa encruzilhada entre mente, corpo e ambiente — não é uma ciência exata e tende a ser muito mais subjetiva do que a psiquiatria (que também comporta um alto grau de subjetividade). Principalmente em questões como o homossexualismo, que será sempre um misto de determinismos biológicos e contingências ambientais, sendo praticamente impossível para a ciência chegar a um consenso irrefutável sobre o que leva uma pessoa a preferir o seu próprio sexo e não o oposto. Tanto que o movimento gay faz disso uma estratégia política, ora usando as ciências biológicas para exigir direitos (como a mudança de sexo paga pelo SUS), ora manipulando as ciências sociais para descumprir deveres (como a exigência de decoro no uso de banheiros públicos).

Manipulação das minorias

Mais grave é que a psicologia no Brasil se deixa manipular pelas minorias organizadas, como os militantes do movimento gay e os partidários da liberação das drogas — isso quando não manipula ela própria essas minorias. Ao menos a psicologia defendida pelo Conselho Federal de Psicologia. Toda vez que entro no portal desse conselho na Internet ou leio entrevistas de seus membros na imprensa, fico com vergonha pelos psicólogos, obrigados a se submeter a conselheiros que transformam a ciência num palanque. Muitas das resoluções da entidade máxima da psicologia brasileira não passam de rascunhos sociológicos de estudantes do ensino médio. Em vez de reivindicar a especificidade das causas psicológicas entre as questões sociais, como seria de se esperar do órgão regulamentador da psicologia, o conselho faz justamente o contrário — transforma todos os dramas humanos em problemas sociais, desde o abuso de drogas aos transtornos da sexualidade. É o caso do documento “13 Razões para Defender uma Política para Usuários de Crack e Outras Drogas Sem Exclusão”, em que o Conselho Federal de Psicologia associa-se descaradamente às teses da esquerda, plagiando até o número eleitoral do PT. Entre as tais “13 Razões” não há uma única que não possa ser assinada por uma sigla partidária ou um diretório de estudantes. Nelas nada há de cientificamente específico: tudo é política, e política de esquerda, como se o psicólogo — que o CFP impede, na prática, de ser cristão — tivesse a obrigação de ser marxista.
Aliás, em seu afã de politizar a profissão, o CFP — assim como muitos conselhos regionais — infringe o próprio Código de Ética do Psicólogo, que, em seu artigo 2º estabelece: “Ao psicólogo é vedado induzir a convicções políticas, filosóficas, morais, ideológicas, religiosas, de orientação sexual ou a qualquer tipo de preconceito, quando do exercício de suas funções profissionais”. Contrariando esse dispositivo, o próprio Conselho Federal de Psicologia se engaja em lutas políticas de caráter nitidamente partidário, esquecendo-se que não é associação nem sindicato, mas um conselho profissional, que tem a obrigatoriedade de ser neutro, pois faz o papel do Estado no que diz respeito à profissão, determinando quem pode e quem não pode ser psicólogo — e cobrando do profissional por isso. Um conselho profissional não pode professar nenhuma opinião, sob pena de praticar uma espécie de estelionato contra o profissional que representa.
Um psicólogo que porventura não concorde com a atuação do movimento gay, dos trabalhadores sem terra ou dos que defendem o controle social dos meios de comunicação, simplesmente é desrespeitado pelo Conselho Federal de Psicologia no que há de mais essencial no ser humano — o livre-arbítrio. Querendo ou não, ele será obrigado a contribuir com todos esses movimentos, pois muitos conselhos de psicologia, começando pelo federal, militam em favor de todos eles, como se realizar paradas gays, invadir terras e censurar os meios de comunicação fossem atividades intrinsecamente ligadas ao caráter científico da psicologia, que compete aos conselhos resguardar. Ao contrário do que ocorre com sindicatos e associações, a filiação do profissional ao seu respectivo conselho é obrigatória — daí a imprescindível neutralidade política que essas entidades devem buscar, sob pena de praticarem abuso de poder. Infelizmente, o Conselho Federal de Psicologia oscila entre duas variáveis: ora é um Politburo de classe, impondo normas ditatoriais aos psicólogos, ora é um grêmio livre estudantil, subscrevendo todas as utopias adolescentes da esquerda brasileira.

Em defesa de criminosos

O Conselho Federal de Psicologia chegou a constituir o Grupo de Trabalho “Pelo Fim das Prisões”, que produziu o documento intitulado “Falando Sério: Sobre Prisões, Prevenção e Segurança Pública”, publicado em 2008. No país dos 50 mil assassinatos anuais — sem contar estupros, agressões e outros crimes que deixam sequelas físicas e psicológicas —, o CFP, refocilando entre o cinismo e a insanidade, elege como principais vítimas justamente os criminosos. Além de defender o utópico fim das prisões, o documento ataca violentamente a Lei dos Crimes Hediondos (mesmo sabendo que ela jamais foi cumprida à risca) e chega a chamar o Regime Disciplinar Diferenciado (RDD), adotado em penitenciárias de segurança máxima, de “produtor de loucura e sofrimento”. É como se esse regime tivesse sido adotado para punir ladrões de galinha e não para tentar conter a fúria assassina dos chefões do narcotráfico, como Marcola, Fernandinho Beira-Mar e os assassinos de Tim Lopes, que não hesitam nem mesmo em queimar pessoas vivas. Como é que um conselho de psicologia é moralmente incapaz de perceber que não são esses criminosos irrecuperáveis que precisam de psicólogos e, sim, suas vítimas?
A defesa apaixonada que o Conselho Federal de Psicologia faz dos criminosos revela que essa entidade não cumpre com sua função social de zelar pela profissão de psicólogo, pois não se comporta com a devida isenção. Ou alguém acredita que a alucinada defesa do “fim das prisões” pode ser tratada como um consenso científico, como faz o CFP, que chega a transformar essa tese em sua proposta oficial para o país? É óbvio que não faltam no mundo, inclusive no Brasil, psicólogos sérios e altamente capacitados que sustentam teses exatamente opostas às do conselho; logo, quando o conselho transforma em consenso o que é controverso, ele desrespeita a individualidade dos psicólogos (transformados em rebanho sem vez nem voz) e vende gato por lebre para a sociedade. É justamente o que ocorre com a Resolução nº 1/1999, que trata da orientação sexual. Não há nenhum consenso científico sobre a homossexualidade — nem mesmo quanto ao seu caráter normal ou patológico.
A homossexualidade deixou de ser considerada um “transtorno mental” no Catálogo Internacional de Doenças (CID) muito mais por pressões políticas do que por razões técnicas. No Brasil, por exemplo, o movimento para que o homossexualismo deixasse de ser tratado como um transtorno mental partiu de grupos gays e ganhou força no início da década de 80 quando essa causa sensibilizou não exatamente os cientistas, mas os políticos. Em editorial da “Revista de Saúde Pública” da Universidade de São Paulo, publicado em outubro de 1984, o médico Ruy Laurenti, livre-docente e professor titular do Departamento de Epidemiologia da USP, relatava, com certa ironia, que a luta para retirar a homossexualidade da categoria dos transtornos mentais — inicialmente desprezada pelas sociedades científicas — havia ganho a adesão unânime de uma Assembleia Legislativa e de cinco Câmaras de capitais. Segundo ele, “até o final de 1983, 309 políticos, desde um governador até 167 vereadores”, haviam subscrito o abaixo-assinado de um grupo gay contra a classificação da homossexualidade como desvio e transtorno mental.
Ao contrário do que tenta fazer crer o CFP, a homossexualidade não desapareceu por inteiro do Catálogo Internacional de Doenças adotado pela Organização Mundial de Saúde. O travestismo e o transexualismo, por exemplo, continuam a fazer parte da CID, sendo considerados “transtornos da personalidade e do comportamento do adulto”, dividindo o mesmo agrupamento da pedofilia, do sadomasoquismo, da personalidade paranoica e da personalidade esquizoide. Deve ser este um dos motivos que levam o antropólogo Luiz Mott, decano do movimento gay no Brasil, a convencer os jovens homossexuais a não virarem travestis, como mostra a tese de doutorado “Grupos Gays, Educação e a Construção do Sujeito Homossexual”, defendida na Faculdade de Educação da Unicamp em 2005 pelo professor de história Anderson Ferrari, que já concluiu seu pós-doutorado na Universidade de Barcelona. Se o antropólogo Luiz Mott, apenas com base em sua experiência pessoal de gay, pode aconselhar um jovem a não virar travesti e permanecer apenas homossexual, indo contra a própria vontade desse jovem, por que um psicólogo não pode aconselhar um angustiado homossexual cristão a reconciliar-se com a crença de seus pais, fonte dos valores fundamentais da civilização ocidental, sedimentada em milhares de anos? O Conselho Federal de Psicologia nem precisa ter resposta para esta pergunta — basta que não seja ditador e permita que ela seja feita.
Divulgação: www.juliosevero.com

sexta-feira, 2 de março de 2012

AS ILUSÕES DO MOVIMENTO GAY - PROPÓSITO

PROPÓSITO

02.08.2010
http://malucoporjesus.wordpress.com/2010/08/02/as-ilusoes-do-movimento-gay/
por Julio Severo

Recentemente, um programa de TV, voltado para os telespectadores de Minas Gerais, tratou do tema da parceria civil para indivíduos que praticam os atos homossexuais.

Normalmente, o programa tenta dar uma aparência de debate, permitindo que pessoas de ambos os lados de uma questão tenham a oportunidade de dar uma opinião.

Contudo, dessa vez não havia ninguém no programa para falar sobre as desvantagens e riscos de tornar socialmente aceita uma relação sexual contrária à natureza. Só havia participantes louvando os supostos benefícios de tal união.

Entrei em contato com a produção e manifestei minha preocupação com a ausência de opiniões diferentes no programa. A resposta da produção foi que anunciaram o tema do programa nas universidades de Belo Horizonte e convidaram quem quisesse participar. Só três pessoas aceitaram ir a fim de expor a idéia de que o comportamento gay é prejudicial à saúde e à sociedade, porém desistiram na última hora.

Então só acabou ficando espaço para os que defendem a união civil para indivíduos que praticam os atos homossexuais. Um deles chegou a afirmar que foi Deus quem criou os indivíduos para o homossexualismo.

Nota-se, cada vez mais, que as pessoas que não aprovam os atos homossexuais são colocadas na posição de preconceituosas e ficam assim encurraladas, sentindo medo de falar a verdade. Esse temor tem base. Pessoas que expõem uma opinião bíblica sobre a conduta gay são cruelmente criticadas por indivíduos que não aceitam o sexo natural homem/mulher.

O que eu pude dizer para a produção é que a união civil de um homem e uma mulher leva normalmente aos bebês, ao passo que uma união sexual entre dois indivíduos do mesmo sexo leva normalmente a doenças.

E as doenças que estão atingindo a população gay põem em sério perigo o restante da população. Será que podemos ajudar a tornar socialmente aceito um comportamento que prejudica fisicamente tanto os gays quanto o restante da sociedade?

Entretanto, muitos evangélicos, até mesmo líderes, não têm muitas informações e assim têm medo de dar uma opinião ou não sabem o que falar sobre as questões envolvendo o movimento homossexual. Mas com esse livro em mãos, eles terão mais recursos para conscientizar as pessoas. As informações apresentadas nesse livro respondem às questões mais importantes que os ativistas gays tentam defender.

O propósito de As Ilusões do Movimento Gay não é servir como um instrumento para atacar um homossexual comum que precisa ser evangelizado e experimentar o amor de Jesus. O objetivo é equipar os cristãos para poderem mostrar sua posição cristã na questão em debates em programas de TV, rádio, em artigos, etc. Tantas vezes, os meios de comunicação se mostram a favor do comportamento gay que todos, até mesmo os homossexuais comuns, acabam acreditando realmente que o homossexualismo é natural!

Tal distorção da realidade coloca em risco o próprio homossexual, que poderá se sentir sem ânimo de buscar sua libertação. Coloca também em risco quem não é homossexual, que passa a apoiar o pecado homossexual só porque não se cansa de ouvir e ver pela TV que essa conduta é normal. Afinal, quem vai querer largar de algo que os programas de TV elogiam como normal? Quem vai querer reprovar algo que é mostrado como natural nas novelas e filmes?

Por causa dessa pressão, muitos evangélicos estão cada vez mais em dúvida sobre a questão, pois permitem que a Palavra de Deus ocupe em suas vidas um espaço bem menor do que a esmagadora influência diária da mídia. É natural e inevitável: se nos alimentarmos mais dessa influência do que da Palavra, passaremos a ter o mesmo modo de pensar e sentir do mundo. Acharemos normal o que Deus acha anormal.

Para que um homem oprimido por inclinações homossexuais sinta que precisa de ajuda para se libertar de sua escravidão ao homossexualismo, ele precisa ouvir e conhecer a verdade sobre suas inclinações. Para que possam entender que os homossexuais precisam de transformação, as pessoas também precisam ouvir e conhecer a verdade. “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará”. (João 8:32 RC, o destaque é meu.)

Contudo, o que é que todos costumam ouvir constantemente em nossa época? Os meios de comunicação comentam favoravelmente tudo sobre a homossexualidade (direitos especiais, discriminação, tolerância, respeito, casamento, adoção de crianças para casais gays, etc.), menos a verdade. Tudo sobre a questão gay tem recebido um tratamento favorável da imprensa e da TV, menos a verdade. Tudo é elogiado, menos a verdade.

É hora de sermos corajosos e não escondermos aquilo que tão bem conhecemos.

Use então essas informações para ajudar a conscientizar as pessoas. Não vai ser preciso fazer mais nada. A verdade sozinha vai demolir os argumentos e pesquisas que defendem o pecado. As pessoas oprimidas pelo homossexualismo precisam de nosso amor e compreensão, como todos os outros pecadores. Mas nenhum pecado merece tolerância e aceitação, nem de nós nem da sociedade. As mentiras propagadas para promover e favorecer o homossexualismo precisam de nossa firme refutação. Este livro, pois, é uma refutação aos argumentos dos ativistas que querem nos fazer acreditar que a conduta gay é normal.

Origem Genética?

O movimento homossexual costuma citar pesquisas que dizem provar que um indivíduo pode se tornar homossexual por causa de fatores genéticos. O Dr. Gerard van den Aardweg, psicólogo holandês especializado em tratamento psicoterapêutico da homossexualidade e problemas de família, oferece a seguinte opinião:

…os padrões de comportamento comprovam a improbabilidade de que a orientação sexual tenha uma origem genética. Sabe-se, por exemplo, que até mesmo em pessoas com cromossomos anormais a orientação sexual depende principalmente do papel sexual em que a criança foi criada. Sem mencionar os tratamentos psicoterapêuticos que têm tido sucesso em mudar radicalmente a orientação de indivíduos homossexuais. Será que esses tratamentos então causam mudanças genéticas nas pessoas? Isso é improvável.[1]

A questão mais séria é que os ativistas gays estão, de uma forma ou de outra, por trás das pesquisas que “provam” que o homossexualismo tem origem genética. Quem diz isso é o Dr. Vern L. Bullough, defensor do movimento homossexual e da pedofilia. Ele afirma:

A política e a ciência andam de mãos dadas. No final é o ativismo gay que determina o que os pesquisadores dizem sobre os gays.[2]

Um Ex-Homossexual Fala

No entanto, ainda que conseguissem provar algum dia que o homossexualismo é causado por algum fator na natureza, isso não quer dizer que somos obrigados a aceitá-lo. Sinclair Rogers, que foi homossexual por muitos anos até entregar sua vida para Jesus Cristo, diz:

Certamente, as pessoas não escolhem desenvolver sentimentos homossexuais. Mas isso não significa que quando alguém nasce ele já está pré-programado para ser homossexual para sempre. Não somos robôs biológicos. E não podemos ignorar as influências ambientais e nossa reação a essas influências. Ainda que em certos casos alguns indivíduos se tornassem homossexuais como “produto” da natureza, isso quer dizer que poderíamos desejar o homossexualismo e considerá-lo normal?

A natureza produz muitas condições por influência biológica, tais com depressão, desordens obsessivas, diabetes… mas não consideramos esses problemas “normais” só porque ocorrem “naturalmente”. Então por que é que o homossexualismo é colocado numa categoria diferente?

Vale a pena mencionar que há alguns estudiosos sugerindo que a atração sexual de um adulto por crianças poderia ser também produto de alguma influência biológica inerente. Se conseguirem provar isso, então teremos que aprovar a relação sexual entre adultos e crianças?… Por exemplo, alguns cientistas crêem que há pessoas que nascem com influências biológicas para com o alcoolismo, vício de drogas, comportamento criminoso e até mesmo o divórcio.

Mas isso significa que tais pessoas são obrigadas a se tornarem e permanecerem viciados e criminosos? A biologia pode influenciar, mas não justifica automaticamente a possível conseqüência de todo comportamento. E também não elimina nossa responsabilidade pessoal, vontade, consciência ou nossa capacidade de escolher controlarmos ou ser controlados por nossas fraquezas.[3]

Nem mesmo o famoso Dr. Alfred Kinsey, que os ativistas gays não se cansam de citar para apoiar suas práticas sexuais, parecia acreditar que o homossexualismo tem causas genéticas. Ele disse: “Eu mesmo cheguei à conclusão de que o homossexualismo é em grande parte uma questão de condicionamento.”[4]

A Homossexualidade é Doença?

O movimento homossexual diz que a conduta sexual dos homossexuais não é doença.[5] Concordamos que o homossexualismo não é doença, e também concordamos com o Dr. Sigmund Freud quanto à categoria em que a homossexualidade está. Embora rejeitasse a tradição judaico-cristã, Freud, psiquiatra e fundador da psicanálise, recomendou um critério útil pelo qual podemos avaliar as atividades sexuais. Ele disse:

Nosso dever é oferecer uma teoria satisfatória que esclareça a existência de todas as perversões descritas e explicar sua relação com a chamada sexualidade normal.

Tais desvios do objetivo sexual, tais relacionamentos anormais ao propósito sexual, têm se manifestado desde o começo da humanidade em todas as épocas das quais temos conhecimento, e em todas as raças, das mais primitivas às mais altamente civilizadas. Às vezes têm tido êxito em alcançar a tolerância e a aceitação geral.

Além disso, uma característica comum a todas as perversões é que nelas se coloca de lado a reprodução. Este é realmente o critério pelo qual julgamos se uma atividade sexual é pervertida — quando ela não tem em vista a reprodução e vai atrás da obtenção de prazer independente.

Você entenderá, pois, que o ponto decisivo no desenvolvimento da vida sexual está em subordiná-la ao propósito da reprodução… tudo o que se recusa a se adaptar a essa finalidade e só é útil para a busca de prazer é chamado pelo vergonhoso título de “perversão” e como tal é desprezado.[6]

A Homossexualidade é Natural?

Os ativistas homossexuais declaram que “a homossexualidade é natural.”[7] Os grupos gays, e todas as pesquisas modernas que defendem a conduta homossexual, se baseiam direta ou indiretamente no Relatório Kinsey de 1948, o qual afirma que 10% da população são exclusivamente homossexuais.

As alegadas “descobertas” básicas de Kinsey são:

• Todos os orgasmos são meios de vazão e iguais entre marido e esposa, menino e cão, homem e menino, menina ou bebê — pois não há normalidade e anormalidade.

• O objetivo da relação sexual é o orgasmo…

• Os tabus sexuais e as leis envolvendo questões sexuais são rotineiramente quebrados. Portanto, todos esses tabus e leis têm de ser eliminados, inclusive na área de estupro de mulheres e crianças, a menos que haja o uso de “força” excessiva e sejam comprovados graves danos.

• Todo contato sexual antes do casamento aumentará a probabilidade de um casamento duradouro e bem-sucedido…

• Os seres humanos são por natureza bissexuais. O fanatismo e o preconceito religioso forçam as pessoas a viver na castidade, heterossexualidade e monogamia.

• As crianças são sexuais e podem ter orgasmos a partir do nascimento. Elas não sofrem nenhum dano quando têm relações sexuais com indivíduos da família e com adultos…

• Não há nenhuma razão médica para se proibir o incesto e o sexo entre adultos e crianças.

• Todas as formas de sodomia são naturais e saudáveis.

• Os homossexuais representam de 10 a 37% da população ou mais.[8]

Um ativista gay, que usou a pesquisa de Kinsey para avançar o movimento homossexual nos EUA, declarou:

“Eu fiz campanha com os grupos gays, nos meios de comunicação em todo o país, para promover a descoberta que Kinsey fez, de que os homossexuais estão em todos os lugares. E as questões que vieram por causa das implicações dos dados de Kinsey se tornaram as chaves para as campanhas políticas, educacionais e legislativas nacionais durante meus anos na Aliança Ativista Gay de Nova Iorque e na Força Tarefa Gay Nacional.

Depois de anos trabalhando para educar os meios de comunicação e os legisladores, o conceito de que 10 por cento da população são gays se tornou um fato aceito pela maioria. Embora seja necessário continuar citando esse dado, o número de 10 por cento é regularmente utilizado por estudiosos, pela imprensa e pelas estatísticas do governo. Contar repetidas vezes um mito ou informação faz com que pareça realidade.”[9]

Os homossexuais são realmente 10% da população? De acordo com uma pesquisa nacional realizada nos EUA, só 1% dos entrevistados se declarou exclusivamente homossexual.[10] Então por que a pesquisa de Kinsey não conseguiu refletir a realidade?

Kinsey e os Pedófilos

Dois excelentes livros escritos pela Drª Judith Reisman revelam não só a metodologia fraudulenta de Kinsey, mas também o envolvimento dele com estupradores de crianças.[11]

Wardell Pomeroy, co-autor do Relatório Kinsey, conta a reação de Kinsey à preocupação (que Kinsey chamava de histeria) da sociedade com o grave problema de adultos que têm relações sexuais com crianças da família:

Kinsey zombava da idéia… Kinsey… afirmou, com relação ao abuso sexual de crianças, que a criança sofre mais danos com a histeria dos adultos [do que com o próprio estupro].[12]

Essa revelação deixa de ser estranha pelo fato de que Kinsey colaborava e mantinha amizade com o filósofo francês Rene Guyon, que era pedófilo. Ele também era amigo do Dr. Harry Benjamin, inglês que apoiava a pedofilia.[13] Pedofilia é o termo geral que define a relação sexual, hetero ou homo, entre adultos e crianças. Pederastia só se aplica à relação homossexual entre homens e meninos.

Guyon, que era jurista, propunha leis para defender o relacionamento sexual de adultos com crianças como necessidade tão normal quanto a alimentação e a respiração.[14] No livro A Ética dos Atos Sexuais, de Guyon, há menções ao Relatório Kinsey e a introdução foi escrita pelo próprio Kinsey.[15]

[1]Dr. Gerard van den Aardweg, The Battle for Normality (Ignatius Press: San Francisco-EUA, 1997), p. 29.

[2]Drª Judith Reisman, Kinsey, Sex & Fraud (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990), p. 212.

[3]QUESTIONS I’M ASKED MOST ABOUT HOMOSEXUALITY, An Interview with Sinclair Rogers (Choices: Singapura, 1993), p. 4.

[4] ‘Sexologist’ Alfred Kinsey, quoted in Wardell B. Pomeroy. Dr. Kinsey and the Institute for Sex Research. New York: Harper & Row, 1972, pages 247 and 273.

[5]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.

[6]Julio Severo, O Movimento Homossexual (Editora Betânia, 1998), pp. 78,79.

[7]Dez Verdades sobre a Homossexualidade, folheto sem data publicado pelo Grupo Gay da Bahia e guardado no arquivo do autor.

[8]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 170,171.

[9] Bruce Voeller. “Some Uses and Abuses of the Kinsey Scale.” . The Kinsey Institute Series, June Machover Reinisch (general editor), Oxford University Press, 1990, pages 35 and 36.

[10] J. Gordon Muir, Homosexuals and the 10% Fallacy, The Wall Street Journal, 31 de março de 1993.



[11]Veja os livros Kinsey, Sex & Fraud (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990) e Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998).

[12]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 234.

[13]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 313.

[14]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 221.

[15]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 222.

AS ILUSÕES DO MOVIMENTO GAY - Pornografia & Pedofilia

Pornografia & Pedofilia

Um fato também interessante é que foi o Relatório Kinsey que inspirou Hugh Hefner a fundar a revista Playboy.[16] Na década de 1960, a Fundação Playboy, de Hefner, foi o principal patrocinador do Instituto Masters e Johnson, que ajudou a moldar a visão dos especialistas na área sexual no mundo inteiro. Graças a essa nova visão, as pessoas (casadas ou não, hetero ou homo, adultos ou menores) foram ensinadas a se abrir para gozar todos os tipos de sexo genital, anal, oral, etc. A Fundação Playboy também deu a primeira verba para dar início ao maior programa para a educação sexual nas escolas americanas.[17]

Parece que a pornografia pode ter sérias ligações com o crime de pedofilia, conforme já constatou o Centro de Crianças Desaparecidas e Exploradas, uma organização de investigação de Washington, DC, financiada pelo Ministério da Justiça dos EUA.

Essa organização relata que a revista Playboy (que é o mais acessível, aceitável e atraente tipo de pornografia) é tipicamente usada por pedófilos hetero e homossexuais para sexualmente atrair as crianças e levá-las a cair em armadilhas sexuais. Em seu testemunho no Senado americano sobre os efeitos da pornografia nas mulheres e crianças, John Rabun, diretor dessa organização, disse que em 100% dos casos os pedófilos tinham em sua posse, no momento da prisão, a Playboy e outras publicações pornográficas.[18]

Em seu testemunho também no Senado, o Detetive William Dworin menciona o caso de um pedófilo:

Trabalho como detetive na Unidade de Crianças Sexualmente Exploradas do Departamento de Polícia de Los Angeles… Relatarei o caso de um pedófilo que investigamos:

John Duncan era diretor do setor de parques e recreações da cidade de Los Angeles. Em nossas investigações temos visto que os pedófilos freqüentemente procuram empregos ou preferem trabalhar como voluntários em ocupações onde há crianças. Eles querem ficar perto de crianças porque elas são o interesse sexual preferido deles…

Duncan usava o seguinte método de aproximação. Ele se tornava um amigo de confiança da família, um tipo de pai substituto para as crianças. Então ele as levava para a Disneylândia e lhes comprava roupas e brinquedos, e tornava-se assim o melhor amigo delas.

Quando as crianças começavam a visitar a casa dele, Duncan espalhava pela casa revistas com fotos de meninos e meninas apenas sem roupa. Ele não as forçava a pegar as revistas. Ele simplesmente as deixava ao alcance delas. Os pedófilos sabem que as crianças são curiosas e acabarão olhando para algo que estiver ao alcance dos olhos delas. E era isso mesmo que elas faziam.

As crianças então perguntavam para Duncan o motivo por que os meninos e as meninas das fotos estavam sem roupa. E ele explicava que não havia nada de errado em estar nu, que o corpo é belo, que as pessoas precisam ver o corpo e sentir orgulho em estar nu.

Ele elogiava as crianças seduzidas, comparando-as com as fotos das revistas: “Você é muito mais bonito do que essas crianças”. Ele então prometia levá-las à Disneylândia se elas não contassem nada para suas mães sobre as revistas. Ele explicava que suas mães não entenderiam. Então as crianças guardavam esse segredo. Ele não as forçava a fazer nada. Era pura sedução. Ele apenas dava condições lhes favoráveis para olhar para as revistas.

Quando ele tinha certeza de que elas guardariam seu segredo, na próxima visita ele deixaria perto delas revistas pornográficas mais fortes. Essas revistas mostravam crianças no ato sexual: sexo oral, sexo genital, sodomia, masturbação, etc. As crianças olhavam para as fotos e perguntavam: “Isso não dói? Isso não é errado?” A resposta do pedófilo era que tudo o que estava nas fotos não doía, mas dava uma sensação muito boa. Esse é o começo do abuso sexual.

A principal função da pornografia infantil é diminuir as inibições naturais da criança e mostrar-lhe que é normal as crianças se envolverem em atividade sexual… O pedófilo usa sedução, e essa sedução vem na forma de afeição e atenção.

Os pedófilos se orgulham do que fazem. Eles crêem que a sociedade está errada em condenar esse tipo de atividade. Eles não vêem nada de errado no fato de um adulto ter relações sexuais com uma criança que consente.

Há organizações que realmente incentivam a atividade sexual entre adultos e crianças que consentem. Por exemplo: A Associação Norte Americana de Amor entre Homens e Meninos (mais conhecida pela sigla inglesa NAMBLA) e a Sociedade Rene Guyon que tem um lema: “A melhor relação sexual é antes dos oitos anos de idade. Depois é tarde demais”.

No caso de Duncan, quando fizemos a investigação, descobrimos que ele estava se correspondendo com umas trezentas pessoas no mundo inteiro, gabando-se de sua atividade sexual com crianças e até enviando fotos para provar isso.

No andamento das investigações, identificamos dezesseis crianças, de bebês até adolescentes de 16 anos de idade, que ele estava abusando.[19]

Pesquisa Aponta

a Metodologia Fraudulenta de Kinsey

Além do envolvimento de Kinsey com conhecidos pedófilos como Rene Guyon, há indicações que mostram a ligação dele com experimentos sexuais de um número incontável de bebês e crianças. O Dr. John Gagnon, sócio do Instituto Kinsey, confessou a ilegalidade desses experimentos. Em seu livro Sexualidades Humanas, o Dr. Gagnon diz que esses experimentos “envolviam contato sexual entre adultos e crianças”.[20]

Em seu trabalho, Kinsey contava com uma equipe de “pesquisadores qualificados”. Wardell Pomeroy, um dos sócios de Kinsey, descreve um desses “pesquisadores”:

“Esse homem teve relações homossexuais com 600 meninos, relações heterossexuais com 200 meninas e relações sexuais com adultos de ambos os sexos, com animais de muitas espécies e tinha além disso criado elaboradas técnicas de masturbação. Dos trinta e três membros de sua família, ele teve contato sexual com dezessete. Sua avó o introduziu à relação sexual, e sua primeira experiência sexual foi com seu pai.”[21]

Não é sem razão, pois, que até a imprensa especializada esteja finalmente duvidando das suposições de Kinsey. A revista médica britânica The Lancet, por exemplo, declarou que a valiosa pesquisa científica da Drª Reisman demoliu o Relatório Kinsey.[22] Poucos sabem que o desejo real de Kinsey era, conforme relata o Dr. Gagnon, “justificar estilos desaprovados de conduta sexual mediante um apelo a origens biológicas… [Por exemplo:] A colocação de um número percentual em frente de um assunto convence mais”.[23] De fato, foi com métodos desse tipo que Kinsey conseguiu convencer muitos especialistas. Gershon Legman, um dos colaboradores de Kinsey, revelou:

“A intenção de Kinsey, que não era segredo, era fazer com que o homossexualismo e certas perversões sexuais passassem a receber respeito… Ele não hesitava em extrapolar suas amostras insuficientes e inconclusivas e aplicá-las à população americana como um todo, sem mencionar o mundo inteiro… Isso é pura propaganda, e está bem longe da ciência estatística e matemática que fingia apresentar.”[24]

Se a pesquisa da Drª Reisman tivesse aparecido há mais tempo, em 1973 o movimento homossexual não teria conseguido, com base no Relatório Kinsey, pressionar a Associação Psiquiátrica Americana (APA) para remover o homossexualismo da categoria de desordens de seu Manual Estatístico e Diagnóstico de Desordens Psiquiátricas.[25] Em 1995, só 22 anos depois de normalizar o homossexualismo, a APA, numa ação mais ousada, removeu também o sadismo e a pedofilia da categoria de desordens de seu manual.[26] Esse manual é uma importante obra de referência usada por toda a classe médica americana para uniformemente definir as patologias do paciente nos hospitais e nos tribunais.[27]

Como parece que o Brasil não quer, infelizmente, ficar atrás nessas inovações, o Conselho Federal de Psicologia já tomou as primeiras medidas para imitar a APA, declarando que o homossexualismo “não constitui doença, nem distúrbio, nem perversão”.[28]

O que Estudos Mais Sérios Dizem

Embora o Relatório Kinsey tenha por muitos anos servido de fonte de referência para os meios de comunicação com relação à questão homossexual, estão começando a aparecer pesquisas científicas melhores e mais sérias sobre o assunto.

O Dr. Thomas E. Schmidt diz:

Entre os homossexuais, “o uso de drogas e álcool, depressão e suicídio são problemas epidêmicos virtualmente inegáveis, mas esses não são os únicos problemas. Outra preocupação que merece atenção é o número desproporcional de homossexuais masculinos que preferem se relacionar sexualmente com meninos. Os homens homossexuais não são necessariamente pedófilos. No entanto, embora vários estudos revelem que menos de 2% dos homens adultos sejam homossexuais, aproximadamente 35% dos pedófilos são homossexuais. Além disso, já que os homossexuais pedófilos violentam um número muito maior de crianças do que os heterossexuais pedófilos, aproximadamente 80% das vítimas de pedofilia são meninos que foram violentados por homens adultos.

O número de meninos americanos violentados é aproximadamente 3 milhões. É impossível apurar o número de pedófilos masculinos, mas eles podem constituir até 10% dos homossexuais masculinos. Repito, isso não significa que qualquer homem homossexual também seja pedófilo, mas apenas que a pedofilia é, proporcionalmente, um problema bem maior entre os homossexuais do que entre os heterossexuais… o que piora ainda mais o problema é o fato de que muitos pedófilos negam que a pedofilia seja um problema e reivindicam ser plenamente incluídos no movimento de liberação homossexual.

A resposta dos revisionistas aos problemas que descrevi [tais como suicídio, promiscuidade sexual, pedofilia, etc.] é que esses problemas têm origem não no homossexualismo, mas na homofobia. Isto é, os homossexuais ‘internalizam’ as atitudes negativas da sociedade se envolvendo em comportamentos auto-destrutivos. Embora esse nível de negação possa revelar ainda outra forma de psicopatologia, deixo para os especialistas a tarefa de fazer a diferença entre a questão política e a realidade — se é que eles puderem realmente entrar em acordo entre si de que há uma diferença”.[29]

Em 1985 a revista Los Angeles Times entrevistou 2.628 adultos nos EUA. Nesse estudo, 27% das mulheres e 16% dos homens afirmaram ter sido estuprados. De cada 10 estupros, pelo menos 4 foram cometidos por homossexuais.[30]

[16]Dr. Judith Reisman, “Soft Porn” Plays Hardball (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1991), p. 38.

[17]Drª Judith Reisman, Kinsey, Sex & Fraud (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1990), p. 4

[18]Dr. Judith Reisman, “Soft Porn” Plays Hardball (Huntington House Publishers: Lafayette-EUA, 1991), p. 151,152.

[19]Adaptado de: Pornography’s Victims, Excerpts from Official Transcript of Proceedings of the United States Department of Justice . Editado por Phyllis Schlafly (Crossway Books: Westchester-EUA, 1987), pp. 182-187.

[20]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 66.

[21] Wardell Pomeroy, Dr. Kinsey and the Institute for Sex Research, Harper & Row, 1972.

[22]The Lancet (volume 337: 2 de março de 1991; 547), conforme citado em Kinsey: Crimes & Consequences .

[23]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 167.

[24] Gershon Legman. The Horn Book: Studies in Erotic Folklore and Bibliography. New Hyde Park, New York: University Books, 1964 [Legman was the original compiler for Alfred Kinsey's pornography collection].

[25]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 245.

[26]Dr. Judith Reisman, Kinsey: Crimes & Consequences (The Institute for Media Education: Arlington-EUA, 1998), p. 236.

[27]Idem, p. 245.

[28]Conforme o artigo intitulado “Conselho Federal de Psicologia condena tratamentos para ‘cura’ de gays e lésbicas”, publicado no jornal O ESTADO DE SÃO PAULO, de 23 de março de 1999.

[29]Adaptado de: Thomas E. Schmidt, Straight & Narrow (InterVarsity Press: Downers Grove-EUA, 1995), pp. 114,115.

[30]Dr. Paul Cameron, Child Molestation and Homosexuality (Family Research Institute, Inc.: Washington, D.C., 1993).
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...