COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Urgente: PLC 122 pode ser aprovado nesta quarta-feira, dia 4 de dezembro

Link deste artigo:  http://bit.ly/IoUXo1

Urgente: PLC 122 pode ser aprovado nesta quarta-feira, dia 4 de dezembro

Modelo de mensagem de alerta a ser copiado, colado e distribuído por email, Facebook e outras redes sociais:

PLC 122: A AMEAÇA DO "GÊNERO"

Primeiramente, quero agradecer a todas as pessoas que antederam ao recente alerta de mobilização contra o PLC 122. Graças a cada telefonema e email enviado aos senadores, o senador petista Paulo Paim não teve saída, a não ser adiar. Eis que agora, ele tenta mais uma vez cumprir sua promessa de colocar o PLC 122 para votação nesta quarta-feira, 4 de dezembro.
A votação será às 8h30min, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.
Endereço completo em Brasília: Plenário 2, Ala Senador Nilo Coelho no Anexo 2 do Senado Federal.
Sou Julio Severo (www.juliosevero.com), autor do livro "O Movimento Homossexual", publicado pela Editora Betânia na década de 1990. Desde então, tenho dado vários alertas para o público, especialmente com relação às ameaças da agenda gay.

Hoje, trago um importante alerta sobre o PLC 122, um projeto do PT concebido para criminalizar a chamada "homofobia", conceito muitas vezes interpretado como qualquer opinião contrária às práticas homossexuais.

O senador Paulo Paim (PT-RS) está apresentando seu substitutivo, que pode ser lido em sua íntegra neste endereço:
Segundo Paim, sua versão do PLC 122 omitiu propositadamente agora o termo "HOMOFOBIA". Conforme a matéria acima, ele havia anunciado com antecedência:
O termo traiçoeiro, mas não seu espírito, foi removido. As ameaças explícitas foram removidas. Mas outras ameaças, não explicitas, estão presentes. Sob a roupagem de uma legislação punitiva, o projeto pretende ser o veículo para introduzir na legislação brasileira os conceitos de "ORIENTAÇÃO SEXUAL" e "IDENTIDADE DE GÊNERO", agora mais reforçados do que nas versões anteriores. O projeto cita doze vezes o conceito de gênero e identidade de gênero e seis vezes o conceito de orientação sexual.

MAIS IMPORTANTE: Apesar da tentativa do senador petista de tranquilizar o público com relação às pesadas consequências do PLC 122, a Agência Senado, em 28 de novembro, deixou claro que um cidadão brasileiro poderá ser punido com até cinco anos de prisão por preconceito de gênero ou de orientação sexual.

Há ainda penas para quem impedir ou restringir a manifestação de “afetividade” de qualquer pessoa em local público ou privado aberto ao público, “resguardado o respeito devido aos espaços religiosos”.

Qualquer que seja o entendimento que os cristãos tenham sobre o novo PLC 122 “protegendo” os espaços religiosos, é a interpretação do autor que vale. O site homossexual A Capa, com exclusividade, mostrou como o senador petista interpreta essa “proteção.” Segundo A Capa, Paim disse:
“Dentro dos cultos religiosos, temos que respeitar a livre opinião que tem cada um. Por exemplo, você não pode condenar alguém por, num templo religioso, ter dito que o casamento só deve ser entre homem e mulher. É uma opinião que tem que ser respeitada.”

É uma mudança não muito diferente da mudança proposta por Marta Suplicy dois anos atrás, conforme registrado neste vídeo: http://youtu.be/jIOOE0n2V5g
De acordo com Paim e Suplicy, os cristãos terão liberdade de opinar contra o homossexualismo e até de defender o casamento entre homem e mulher — mas só poderão dizer isso DENTRO das igrejas.

Enquanto os militantes gays terão liberdade de dizer e fazer o que quiserem em todo e qualquer lugar FORA das igrejas, os cristãos estarão totalmente impedidos FORA das igrejas e, se quiserem se expressar, deverão ir a um templo religioso para desabafar o que pensam.

A defesa do casamento entre homem e mulher será varrida dos lugares públicos, sendo confinada aos espaços estritamente religiosos.

Os templos religiosos, de acordo com Paim e Suplicy, funcionarão como guetos da liberdade de expressão dos cristãos. Fora dos guetos, o silêncio será obrigatório para os cristãos que são contra as práticas homossexuais e a favor do casamento conforme Deus criou. Fora dos guetos, só cristãos esquerdistas pró-sodomia é que terão liberdade de falar o que quiserem.

Ao site A Capa, Paim acabou mostrando que o PLC 122 continua um projeto de ditadura gay.
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O QUE VOCÊ PODE FAZER
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Converse com líderes de sua igreja e outros grupos focados no bem-estar social para agendar uma mobilização nesta quarta-feira, 4 de dezembro.

A votação será às 8h30min, na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa.
Endereço completo em Brasília: Plenário 2, Ala Senador Nilo Coelho no Anexo 2 do Senado Federal.

Se você é pastor ou padre, desafie os membros de sua igreja a fazerem presença neste endereço nesta data. Chegue bem antes do horário. Sua participação, exercida com ordem e decência, é fundamental.

Pede-se a todos que não revidem às provocações e grosserias dos ativistas petistas que estarão presentes. Pede-se também a todos que não usem palavras vulgares na liberdade de expressão contra os que defendem o PLC 122.

Leve bandeiras e faixas, com mensagens contrários ao PLC 122. Algumas sugestões de mensagens:
* Dilma, não apoie a destruição da família!
* Dilma, não à política de gênero
* PT contra a família
* A família é homem, mulher e filhos, NÃO gênero
* Gênero é suicido social
* Abaixo o PT e o gênero

Se o termo “gênero” ou “identidade de gênero” embutido no PLC 122 for aprovado, todos os cidadãos brasileiros perderão o direito e a liberdade de defender publicamente o casamento como entre somente homem e mulher.

Por que a “santificação” legal de “gênero” é uma ameaça à família brasileira?

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COMPREENDENDO O PLC 122 E OS TERMOS "ORIENTAÇÃO SEXUAL" E "IDENTIDADE DE GÊNERO"
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O PLC 122 introduz na legislação brasileira o conceito de "GÊNERO". A única lei que até hoje contém o termo "GÊNERO" é a Lei Maria da Penha, porém com o sentido unicamente de sexo (masculino e feminino). A Lei Maria da Penha refere-se à violência doméstica contra a mulher, conforme declarado em seu primeiro artigo:
"ESTA LEI CRIA MECANISMOS PARA COIBIR E PREVENIR A VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR CONTRA A MULHER, E ESTABELECE MEDIDAS DE ASSISTÊNCIA E PROTEÇÃO ÀS MULHERES EM SITUAÇÃO DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA E FAMILIAR".

O problema no caso do PLC 122 é que o conceito de "GÊNERO" em seu texto não é mais sinônimo de sexo masculino e feminino. "GÊNERO" no PLC 122 é uma construção ideológica para sustentar uma variedade flexível de SEXUALIDADES" inventadas.

O PLC 122 introduz também o conceito de "ORIENTAÇÃO SEXUAL". Esse conceito é, do ponto de vista lógico, anterior ao conceito de gênero. Para alcançar o conceito de "GÊNERO" como algo totalmente diferente da definição tradicional de sexo biológico masculino e feminino é necessário passar pelo conceito de "ORIENTAÇÃO SEXUAL". Uma vez consolidada a idéia de que existem várias "ORIENTAÇÕES SEXUAIS", a Esquerda sexual apresenta sua explicação de que não existem sexos, mas existem gêneros, que são "CONSTRUÇÕES SOCIAIS", não biológicas. Ora, se o que existe não são mais os "SEXOS", mas sim os "GÊNEROS", e se os "GÊNEROS" não são mais biológicos, mas simples "CONSTRUÇÕES SOCIAIS", neste caso a família tradicionalmente entendida, como originária da união entre um homem e uma mulher, deixa de fazer qualquer sentido.
BAIXE AQUI GRATUITAMENTE EM PDF O LIVRO “AGENDA DE GÊNERO”:

Deste modo, a ideologia de gênero está sendo introduzida na legislação como uma bomba relógio com o objetivo de destruir o conceito tradicional da família como a união de um homem e uma mulher vivendo com compromisso de criar e educar filhos.

A bomba relógio trazida pelo PLC 122 está armada para ser detonada o mais rapidamente possível. Já está tramitando na Câmara dos Deputados um projeto de lei, produzido pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito sobre a Violência contra a Mulher no Brasil, que introduz a "IGUALDADE DE GÊNERO" nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação nacional. Esse projeto, o PL 6010/2013, está avançando em regime de urgência, para ser aprovado diretamente no plenário do Congresso Nacional. Sua tramitação e conteúdo podem ser examinados neste
endereço:

Ora, bastará que o conceito de "GÊNERO" seja oficialmente reconhecido e imposto na legislação pelo PLC 122, para que não exista mais nenhum motivo que possa ser apresentado pelos legisladores como fundamento para que se recusem a aprovar o PL 6010/2013, que introduzirá e imporá a "IGUALDADE DE GÊNERO" nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Com isso, todos os alunos serão obrigados a aprender nas escolas a ideologia de gênero, que apresenta como sexualidade toda a abundância de opções fora dos padrões relacionados com a construção de uma família tradicional, uma instituição que não têm qualquer sentido dentro da ideologia de gênero. Com a ideologia de gênero imposta pela lei na educação, os kits gays, bissexuais, transexuais, lésbicos, etc., serão obrigatórios para as crianças em idade escolar.

Esta tendência já está sendo imposta a nível internacional. O escritório regional para a Europa da Organização Mundial da Saúde, em conjunto com o Centro Federal Europeu para a Educação em Saúde, com sede em Colônia, acabam de publicar o documento "PADRÕES PARA A EDUCAÇÃO SEXUAL NA EUROPA". O texto pode ser lido neste endereço:

O documento afirma que a educação sexual obrigatória na Europa em todas as escolas começou em 1955, estendendo-se em seguida para os outros países escandinavos, a Alemanha, a Áustria, a Holanda e a Suíça, embora não tenha se tornada obrigatória nesses países. O texto afirma que lamentavelmente a educação sexual dada nas escolas da Europa concentra-se "APENAS NA COMUNICAÇÃO DOS FATOS BIOLÓGICOS, NEGLIGENCIANDO TODO O DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES".

O documento recomenda ainda que a educação sexual se torne obrigatória para as crianças de todos os países da Comunidade Europeia, sem nenhuma cláusula de opções que permitam aos pais retirar suas crianças das aulas,
"MESMO QUE ELES TENHAM SÉRIAS OBJEÇÕES AOS CONTEÚDOS DO CURRÍCULO".

Este é um padrão que está sendo intencionalmente imposto no mundo inteiro e que chegará ao Brasil.

O que acontecerá então? Se o PLC 122 for aprovado e se tornar lei, o conceito de "GÊNERO" estará legalmente sacralizado. Em seguida, o PL 6010/2013, que supostamente é apresentado como tendo sido idealizado apenas para "COMBATER À VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER", introduzirá a "IGUALDADE DE GÊNERO", e toda a ideologia envolvida neste conceito, nas metas da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, forçando todas as escolas nessa direção. Bastará então que qualquer projeto de lei venha a tornar a educação sexual obrigatória nas escolas, e a Esquerda sexual acabará transformando o sistema educacional numa máquina armada para a demolição e destruição do conceito da família natural.

A malícia contida na estratégia de "MUDANÇA" apresentada pelo senador petista Paulo Paim o PLC 122 consiste no fato de que o publico, tão acostumado e cansado em focar a atenção apenas no caráter punitivo do PLC 122, não conseguirá perceber a bomba-relógio da sacralização legal dos conceitos agora reforçados de "ORIENTAÇÃO SEXUAL" e "GÊNERO". Em vez de perceberem esta ameaça, as pessoas se distrairão na discussão sobre se as punições que o PLC 122 impõe são justas ou injustas, se são abusivas ou equilibradas. E vamos nos perder nestas discussões sem ter percebido que o principal perigo do projeto é justamente a introdução legal do conceito de "GÊNERO", que está na própria essência do documento. Assim que este projeto vier a tornar-se lei, o conceito de gênero já estará fora de discussão, e a própria concepção do que seja a sexualidade humana terá sido totalmente reinventada na legislação, sem que ter sido discutida uma única vez.

Com esta reviravolta legal solidificada, as portas estarão abertas para outras leis sacralizando a nova e inventada multiforme sexualidade, atingindo a educação e as escolas, e pavimentando o caminho para leis punitivas na imagem e semelhança do PLC 122 original em suas pretensões draconianas para com os milhões de cidadãos brasileiros que discordam das práticas homossexuais. Os que ousarem propor a família tradicional como tema central na educação da juventude, mesmo que sejam escolas religiosas, serão perseguidos por "DISCRIMINAÇÃO DE GÊNERO", um conceito cujos contornos são claros mas ao mesmo tempo ainda suficientemente maleáveis para serem ainda mais ampliados pela legislação ou pela jurisprudência posterior.

Foi na década de 60 que o conceito de "GÊNERO" começou a ser desenvolvido, nos Estados Unidos, pelo Dr. John Money da Universidade John Hopkins. A partir da década de 1980, a teoria de "GÊNERO" passou a ser adotada por feministas e socialistas, que viam nessa teoria uma justificação científica para as ideias desenvolvidas por Karl Marx e Friedrich Engels, contidas no livro "A ORIGEM DA FAMÍLIA, DA PROPRIEDADE PRIVADA E DO ESTADO", que prevê a demolição da família tradicional, defendendo, em seu lugar, o sexo livre. Deste modo a palavra "GÊNERO", antes usada apenas em gramática com a finalidade de classificar substantivos e adjetivos como masculinos, femininos ou neutros, passou a ser utilizada para promover a revolução cultural feminista e marxista.

Inicialmente passou-se a utilizar a palavra "GÊNERO" como se fosse um sinônimo moderno e elegante para sexo. Mas quando o público se acostumou com a inovação, os socialistas passaram a defendem que "GÊNERO" não significaria somente o sexo masculino e feminino, mas muito mais. Com a teoria aceita e universalizada, os adeptos de Marx começaram a atiçar as multidões contra a "OPRESSÃO DE GÊNERO", apresentando as pessoas que optaram por comportamentos sexuais desviados, e até mesmo as mulheres que aceitavam um papel diferenciado dos homens dentro da família, como vítimas de uma "OPRESSÃO" que teria base não em diferenças biológicas, mas em categorias socialmente construídas, e que estaria na própria raiz de todas as demais opressões, inclusive a do proletariado.

Essa marcha revolucionária para defender o "GÊNERO OPRIMIDO" contra a sexualidade tradicional teve seu início do direito internacional através da Conferência da ONU sobre a Discriminação contra as Mulheres, realizada em Pequim, em 1995. Essa conferência da ONU, que tratou da "CONVENÇÃO SOBRE A ELIMINAÇÃO DE TODAS AS FORMAS DE DISCRIMINAÇÃO CONTRA A MULHER", em vez de focar-se apenas na questão da discriminação contra as mulheres, que era o objetivo anunciado da Conferência, gastou a maior parte de seu tempo tentando introduzir, mais de duzentas vezes, o termo "GÊNERO" em seus longos documentos.

A teoria de "GÊNERO" está sendo utilizada agora para promover uma revolução cultural sexual marxista, principalmente entre as crianças em idade escolar. Na submissão da mulher ao homem através da família, e na própria instituição familiar, Marx e Engels entenderam estar a origem de todos os sistemas de opressão que se desenvolveriam em seguida. Se essa submissão fosse consequência da biologia humana, não haveria nada que fosse possível fazer. Mas no livro "A ORIGEM DA FAMÍLIA, DA PROPRIEDADE PRIVADA E DO ESTADO", o último livro escrito por Marx e terminado por Engels, estes autores afirmam que a família não é conseqüência da biologia humana, mas de uma opressão social produzida pelo acumulação da riqueza entre os primeiros povos agricultores. Eles não utilizaram o termo gênero, que ainda não havia sido inventado, mas chegaram bastante perto.

A ideologia de gênero, afirmando que a diferença entre o homem e a mulher não é biológica, mas conseqüência de papéis socialmente construídos, somou-se à obra de Marx através da conclusão que, se esta é a base de toda opressão e tudo não passa de uma construção social, então será possível modificar, justamente através da ideologia de gênero, os papéis de homens e mulheres até chegarmos a uma igualdade tão completa que não haveria mais espaço para os papéis de marido e esposa e mesmo da instituição que hoje conhecemos como família. Com a família totalmente extinta, todos estaremos livres para fazermos sexo do modo que quisermos, inclusive com as crianças e nossos próprios filhos, e as crianças, sem família e pais para as educarem, teriam o Estado como única instituição para educá-las. Nesta sociedade socialista ideal, sem a "OPRESSÃO" do sexo masculino e feminino, as crianças serão educadas para serem bissexuais, a masculinidade e a feminilidade não serão mais naturais, e os próprios conceitos de heterossexualidade e homossexualidade deixarão de fazer sentido. A longo ou curto prazo, agora esta é a meta do novo PLC 122.

De fato, o novo substitutivo do PLC 122 remove as antigas e assustadoras punições que havia nas versões anteriores. Mas com o reforço da teoria da "ORIENTAÇÃO SEXUAL" e "GÊNERO", enquanto o publico festeja a remoção das suas punições draconianas, tanto o senador Paulo Paim quanto seu partido, o PT, podem também celebrar e dizer: "QUEM RI POR ÚLTIMO RI MELHOR".

O senador petista espera desta vez fazer o que nem Fátima Cleide nem marta Suplicy conseguiram: levar o público opositor a apoiar o projeto petista que tem amplo apoio da ABGLT, Luiz Mott e poderosos grupos homossexuais.

Para aprovar o novo PLC 122, Paim segue uma estratégia aparentemente mais maliciosa do que Marta Suplicy, que tentou enganar o público cristão, conforme pode ser visto neste vídeo:

Em janeiro deste ano, Paim havia prometido aprovar o PLC 122 em 2013. Ele disse: "2013 VAI SER O ANO DA APROVAÇÃO DO PLC 122".

Conforme o site homossexual A Capa, a empolgação de Paim foi estimulada pelo exemplo do presidente americano Barack Obama. Na época, o militante do PT havia louvado Obama por se declarar a favor da agenda gay em seu discurso de posse presidencial. Disse Paim:
"PRESIDENTE DE NENHUM PAÍS DO MUNDO JAMAIS ASSUMIU UMA POSTURA TÃO OUSADA, DE ENFRENTAMENTO AOS CONSERVADORES, EM SEU DISCURSO DE POSSE".

Em 2012, Obama já vinha sendo aplaudido pela esquerda mundial por seu apoio ao "CASAMENTO" gay.
"ISSO É INCRIVELMENTE IMPORTANTE, É EXCELENTE NOTÍCIA. OS ESTADOS UNIDOS LIDERAM GLOBALMENTE EM TUDO, E ISSO INCLUI DIREITOS GAYS", disse Julio Moreira, presidente do grupo supremacista gay Arco Íris, com sede no Rio de Janeiro, conforme a Associated Press. "ISSO FORÇARÁ OUTRAS NAÇÕES COMO O BRASIL A AVANÇAREM COM POLÍTICAS MAIS PROGRESSISTAS".

Durante anos de tramitação, o PLC 122 passou por várias mudanças que tentavam lhe dar uma aparência favorável à aprovação. A letra mudava, mas o espírito não. O momento decisivo para o despertamento da população cristã com relação às ameaças do PLC 122 ocorreu no começo de 2007. Depois de sua aprovação praticamente tranquila na Câmara dos Deputados no final de 2006, parecia que sua tramitação e aprovação no Senado seguiriam tranquilas também. Mas então um grupo de católicos, movidos pela defesa da família, fez contato comigo pedindo permissão para espalhar para todo o Brasil uma mensagem de alerta escrita por mim contra o PLC 122. Depois que a mensagem foi enviada aos brasileiros, o projeto do PT para criminalizar opiniões contrárias às práticas homossexuais nunca mais teve sossego. A mensagem moveu milhares de brasileiros a se manifestarem. As manifestações tiveram resultado além do esperado. Em 2011, a revista Veja disse:
"O SENADO FEDERAL RECEBEU MAIS DE 245.000 MENSAGENS POR TELEFONE OU INTERNET EM MAIO DESTE ANO SOBRE O PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR 122, QUE CRIMINALIZA A HOMOFOBIA. O TEMA REPRESENTA 90% DAS MANIFESTAÇÕES DA POPULAÇÃO SOBRE DIVERSOS ASSUNTOS ENCAMINHADOS À [CÂMARA DOS DEPUTADOS]."

Na mesma notícia, Veja deixou claro: "QUASE TODAS AS MENSAGENS SÃO CONTRA O PLC 122."
A mobilização de 2007 foi o gatilho para a grande resistência católica e evangélica hoje contra o PLC 122. Por isso, não podemos desanimar. Um pequeno esforço hoje pode provocar grandes mudanças no futuro. Esse esforço pode ser um telefonema ou envio de e-mail ao senador, e outros senadores. A grande resistência que começou em 2007 precisa de seus pequenos esforços para continuar detendo o avanço do PLC 122.

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ARQUIVAMENTO DO PLC 122
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Há ainda um outro problema gravíssimo na tramitação do PLC 122, conforme explicação do Dr. Zenóbio Fonseca:
Este projeto originou-se na Câmara, e agora está sendo votado no Senado, supostamente "SUAVIZADO" pelo Senador Paulo Paim, para poder ser aprovado diante de toda a oposição que se originou. Se o projeto for aprovado nesta versão supostamente mais suave, ele deverá voltar para a Câmara, onde poderão ser vetadas todas as mudanças feitas pelo Senado. Pelos regimentos internos do Congresso, a Câmara não poderá mais modificar o projeto, mas poderá vetar todas as modificações introduzidas pelo Senado.
Ou seja: a suposta "SUAVIDADE" do substitutivo poderia não passar de um simples engodo para ser aprovado no Senado e, assim, voltar para a Câmara. Na Câmara o atual substitutivo seria derrubado, sendo aprovado o "PROJETO ORIGINÁRIO", muito pior, que seria remetido diretamente para a sanção presidencial.

Por este motivo, a única alternativa aceitável para o PLC 122, ruim desde o seu nascedouro, é a sua TOTAL REJEIÇÃO PELAS COMISSÕES PERMANENTES DO SENADO, o que causaria O ARQUIVAMENTO DO PROJETO.

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O QUE FAZER? PEDIR O ARQUIVAMENTO DO PLC 122.
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MANDE HOJE MESMO UM EMAIL AO SEU SENADOR.
TELEFONE PARA ELE. 
PEÇA O ARQUIVAMENTO DEFINITIVO DO PLC 122.
DIVULGUE ESTA MENSAGEM ENQUANTO HÁ TEMPO.
Ore a Deus para que livre o Brasil de leis que são gayzistas na letra ou no espírito.
Julio Severo
www.juliosevero.com

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MAILS E TELEFONES DOS SENADORES DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA
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EDUARDO LOPES (PRB-RJ)
TELEFONE: (61) 3303-5730
(61) 3303-2211
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GIM ARGELO (PTB-DF)
TELEFONE: (61) 3303-1161/3303-1547
(61) 3303-1650
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JOÃO CAPIBERIBE (PSB-AP)
TELEFONE: (61) 3303-9011/3303-9014
(61) 3303-9019
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JOÃO DURVAL (PDT-BA)
TELEFONE: (61) 3303-3173
(61) 3303-2862
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JOÃO VICENTE CLAUDINO (PTB-PI)
TELEFONE: (61) 3303-2415/4847/3055
(61) 3303-2967
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LÍDICE DA MATA (PSB-BA)
TELEFONE: (61) 3303-6408/ 3303-6417
(61) 3303-6414
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MAGNO MALTA (PR-ES)
TELEFONE: (61) 3303-4161/5867
(61) 3303-1656
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OSVALDO SOBRINHO (PTB-MT)
TELEFONE: (61) 3303-1146/3303-1148/3303-4061
(61) 3303-2973
=====================================================
PAULO DAVIM (PV-RN)
TELEFONE: (61) 3303-2371 / 2372 / 2377
(61) 3303-1813
=====================================================
PAULO PAIM (PT-RS)
TELEFONE: (61) 3303-5227/5232
(61) 3303-5235
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RICARDO FERRAÇO (PMDB-ES)
TELEFONE: (61) 3303-6590
(61) 3303-6592
=====================================================
ROBERTO REQUIÃO (PMDB-PR)
TELEFONE: (61) 3303-6623/6624
(61) 3303-6628
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SÉRGIO PETECÃO (PSD-AC)
TELEFONE: (61) 3303-6706 a 6713
(61) 3303.6714
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SÉRGIO SOUZA (PMDB-PR)
TELEFONE: (61) 3303-6271/ 6261
(61) 3303-6273
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WILDER MORAIS (DEM-GO)
TELEFONE: (61)3303 2092 a (61)3303 2099
(61) 3303 2964

Leitura recomendada:



ATENÇÃO PAIS: PEDOFILIA ADOLESCENTE: Criança de 4 anos abusada pelo irmão de 16 anos !


Encontro Nacional de Lideranças Evangélicas – Ao vivo

Palestra sobre pedofilia com Dr. Guilherme Shelb. 

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Senador Magno Malta agradece iniciativa do IPCO contra o PLC 122

Senador Magno Malta agradece iniciativa do IPCO contra o PLC 122

IPCO


Senador Magno Malta (PR/ES), presidente da Frente Parlamentar Mista da Família Brasileira, conquistou mais uma vitória na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, após reunião com líderes, ao retirar de pauta, para mais estudos, o Projeto de Lei 122 da ex-deputada Iara Bernardi, que visa punir e limitar a liberdade de expressão em casos de orientação sexual.
Durante seu discurso, Malta agradeceu a iniciativa do Instituto Plinio Corrêa de Oliveira que no dia 21 de maio p.p., protocolou no Senado a entrega de 3.449.376 de e-mails que foram enviados aos Senadores por brasileiros de todas as latitudes, pedindo a rejeição total do PLC 122.

Falcatruas na Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA para propagar a Homossexualidade !


Comissão Interamericana de Diretos Humanos da OEA decide instituir relatoria especial para tratar dos direitos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Trans e Intersexuais (LGBTI).

Com sede em Washington, D.C e composta por sete membros independentes, a CIDH foi criada em 1959 e é um órgão autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), responsável pela promoção e proteção dos direitos humanos no continente americano. 
CIDH
De acordo com decisão estabelecida neste mês de novembro, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) anunciou, no último dia 25, a criação de uma Relatoria especial para avaliar questões sobre orientação sexual, identidade e expressão de gênero, e diversidade corporal, com previsão para iniciar suas atividades em fevereiro de 2014.
Na preparação do relatório temático regional sobre a situação do que eles caracterizam como violência contra pessoas LGBTI, a CIDH informa que disponibilizou um questionário em seu site para que os interessados, inclusive aos Estados membros da OEA, organizações da sociedade civil e pessoas físicas, enviem respostas até 20 de dezembro de 2013.  
Através da nova decisão, a CIDH seguirá ainda mais empenhada na difusão dos direitos das comunidades homossexuais. Na realidade, a CIDH assim o tem feito, desde novembro de 2011, a partir já da instituição da sua Unidade LGBTI, que, ao longo dos últimos anos, vem preparando e distribuindo vários relatórios e comunicados à imprensa para justamente dar suporte e embasamento à criação desta recém Comissão ou Relatoria especial. O pano de fundo desta decisão de agora é exatamente a situação de suposta violência e discriminação enfrentada por pessoas trans, gays, e lésbicas.
Dos cerca de 30 comunicados à imprensa, vários foram avaliados por nossa assessoria de comunicação. Em alguns desses, encontramos importantes pontos questionáveis, como nos exemplos abaixo:
Comunicado emitido em 24 de outubro de 2013: (versão em português)
No trecho:“A Comissão Interamericana também foi informada que durante o mês de julho de 2013 23 assassinatos foram cometidos contra pessoas trans e mulheres trans, e aquelas pessoas socialmente percebidas como tal, sendo 9 no Brasil, 2 na Colômbia, 1 nos Estados Unidos, 4 em Honduras, 1 na Jamaica, 2 no México, 1 no Paraguai, 2 no Peru, e 1 na Venezuela...”, existem informações muito vagas, sem mostrar dados concretos (como nomes, e contexto social que vivem, por exemplo), e sem provar se outras premissas para a suposta violência foram refutadas: havia envolvimento com drogas? O comportamento das vítimas era agressivo? Houve prostituição? A razão da discriminação era apenas o fato de serem gays, conforme fica subtendido no comunicado?
Comunicado emitido em 22 de novembro de 2013: (versão em espanhol)
Nele, há uma informação que precisa de atenção: "La CIDH ha recibido información preocupante en relación con la violencia contra niños, niñas y adolescentes lesbianas, gay, bisexuales, trans e intersex (LGBTI).".Ou seja, eles reconhecem que crianças (niños e niñas) podem já ser 'homossexuais', e afirmam que elas sofrem violência, seja devido à adoção por casais gays ou por esta escolha. Neste caso, percebemos a grande inversão de valores, pois a tarefa da CIDH deveria ser defender a pureza sexual na infância, mas eles optaram por deixar que elas vivam a homossexualidade sem interferencias, como se isso fosse natural. Aqui, ressaltamos que não estamos defendendo a violência, se ela de fato existe, é errada. O que estamos pontuando é o fato das crianças terem a sexualidade despertada e apoiada pela Comissão, como se fosse algo natural, o que cientificamente não está provado. Ao contrário, é sabido que o comportamento homossexual é aprendido e determinado no meio social em que crianças são expostas. E pior, a Comissão abre brecha para que a criança não reconheça sua sexualidade natural, ainda que não despertada, reforçando assim o conceito de desconstrução da heteronormatividade.
De acordo com o Dr. Uziel Santana, presidente da ANAJURE, decisões como esta do CIDH tendem a propagar a ideologia gay e não apenas proteger homossexuais. O Dr. Uziel mencionou em seu livro 'Um Cristão do Direito num País torto' que o termo “homofobia”, indicando a aclamada e muitas vezes deturpada 'violência aos homossexuais', foi cunhado, em 1972, pelo psiquiatra norte-americano, George Weinberg, no livro “Society and the Healthy Homosexual” (New York, St, Martin’s Press, 1972) e, nesta sua definição clínica, seria “medo e ódio aos homossexuais”. A utilização indiscriminada deste argumento de vitimização tem promovido a agenda gay no mundo inteiro e convencido muitas pessoas de que tudo é verdade. “Ao vermos contestações tão simples, como as pontuadas pela nossa equipe de jornalismo em apenas dois comunicados do CIDH, percebemos o quanto o discurso de violência gay é vago, totalmente questionável, para não dizer falacioso. As estatísticas de violência contra homossexuais no Brasil são apresentadas do mesmo jeito, vale dizer, sem precisão dos dados”. Disse o presidente da ANAJURE.
No livro já citado do Dr. Uziel Santana, há menção a uma pesquisa consecutada pelo Prof. Marcelo Domingos, do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de Sergipe, que concluiu, em 2009, em sua investigação sobre a violência homossexual, que o perfil da vítima/assassino numa série de situações ocorridas em Sergipe, e usadas em favor do movimento gay, era: “em geral o homossexual é uma pessoa estabilizada financeiramente, com idade acima de 30 anos em média, a maioria tem curso superior, tem emprego fixo e boa parte são funcionários públicos. Já o assassino é jovem tem idade média entre 16 e 28 anos, é desempregado, mora na periferia e tem baixa instrução” (reportagem da própria Secretaria de Segurança Pública do Estado de Sergipe). No caso desta pesquisa, é possível deduzir que os crimes não seriam por conta da homossexualidade, por exemplo, mas que seriam motivados por fatores sentimentais e emocionais por envolvimentos amorosos ou por outras causas. Não há como deduzir que o fator seja apenas pela homossexualidade, por preconceito, como querem que acreditemos. Mais ainda, a vítima, como se vê no perfil desta pesquisa, não é de modo algum alguém pouco esclarecido ou que necessite de uma tutela especial do Estado, como se fosse um inimputável ou alguém que desconhece ou faz mal juízo da realidade.
“Infelizmente o que vemos em decisões como essa da CIDH da OEA é a ideologização, partidarização e apropriação por parte de um grupo específico da sociedade das políticas públicas de direitos humanos que deveriam se dirigir realmente aos que são vulneráveis na sociedade, neste caso, as próprias crianças que são vítimas das escolhas equivocadas dos que insistem que a homossexualidade é um padrão normal e natural do ser humano”, finalizou o Dr. Uziel Santana.
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Por: ANAJURE l Press Officer - Wanda Galvão

ADENDO ADHT: Parabéns, Dr. Uziel pelo posicionamento da ANAJURE mostrando a verdade escondida pelos responsáveis pelo CDHI.
Rev. Alberto Thieme

 

REV. THIEME AFIRMA: EU VIVI ISTO MUITAS VEZES: Vídeo de projeto cristão que mostra transformação de morador de rua...Assista

Vídeo de projeto cristão que mostra transformação de morador de rua se torna viral nas redes sociais; Assista

 Publicado por Tiago Chagas em 26 de novembro de 2013 
Vídeo de projeto cristão que mostra transformação de morador de rua se torna viral nas redes sociais; Assista Uma ação feita pela ONG Degagé Ministries, uma entidade cristã voltada ao auxílio a moradores de rua, está percorrendo o mundo como demonstração do quanto uma pessoa pode mudar se receber ajuda.

Visite: Gospel +, Noticias Gospel, Videos Gospel, Musica Gospel A Degagé Ministries ajuda em torno de 400 a 500 moradores de rua diariamente nos Estados Unidos através de diversos programas de inclusão, que envolvem desde cuidados higiênicos a treinamento para voltar ao mercado de trabalho.

O vídeo, que tinha como proposta mostrar o impacto de uma mudança de vida através da aparência, mostra o veterano de guerra dos Estados Unidos Jim Wolf recebendo um corte de cabelo e barba, além de roupas novas.

Durante anos Jim Wolf foi alcoólatra, e isso teve impacto negativo em sua vida financeira. Sem trabalho e casa, o ex-soldado tornou-se morador de rua. Depois de se voluntariar para o vídeo, Wolf recebeu apoio e orientação, e passou a frequentar reuniões dos Alcoólicos Anônimos (AA), para superar o vício.

Assista ao vídeo da transformação:
Para saber mais sobre a Degagé Ministries e seu trabalho junto a moradores de rua nos Estados Unidos, acesse o site oficial degageministries.org.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Fonte: GospelMais

ADENDO ADHT:
Realmente o impacto é muito grande, pois já vivi isto na prática por muitas vezes, porém, quem trabalhar com este tipo de ministério não pode ficar apenas na ação social, mas sim tê-la como uma forma de levar o mendigo ou pessoa de rua a entender que está recebendo o favor porque Deus transformou nossas vidas e deseja transformá-lo interiormente também, porque do contrário, ficando apenas na transformação exterior, NÃO se cumpre o que Cristo disse: "que somos purificados pela água (a Palavra de Deus) como diz João caítulo 3:5: "Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus".
Água neste texto significa a Palavra de Deus. Veja a confirmação em Efésios 5, verso 26: "Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra".

Isto é, o resgate da pessoa em questão deve ser total: social, humana e espiritual. 

Por vários anos tive experiências profundas com este tipo de trabalho, descrito no artigo acima. 

PRIMEIRO TESTEMUNHO:
Anos atrás, eu estava pronto para ir á Escola Bíblica Dominical com minha esposa e filhos. De repente toda a campainha. Abri a porta para ver...era um mendigo pedindo algo para comer. Pedi para minha esposa preparar um lanche rapido e pegar algumas frutas enquanto eu o evangelizava. Em poucos minutos, vendo a aceitação daquele homem rejeitado pela sociedade, abri o portão e me ofereci para orar por ele. Ele aceitou e em seguida ao orar repreendi toda ação do inimigo naquela vida e ele começou a chorar durante a oração. 

Quando terminei de orar, percebi que ele comecou a abrir uma sacola e pegou uma garrafa. Fiquei meio apreensivo, porém, não tive temor de que nada de mal estivesse para acontecer. De repente, aquele "homem de rua" pegou a garrafa e a estilhaçou em frente ao portão de minha casa, dizendo que aquela desgraçada "cachaça" nunca mais iria dominá-lo. A seguir pegou a segunda garrafa e fez o mesmo. Vendo a atitude daquele mendigo, mesmo estando sujo, eu o abracei e aprovei suas palavras e atitude (mesmo sendo os cacos de vidro, um perigo para meus filhos. 

Ao abraçá-lo, ele chorou mais ainda e me disse: Amigo, faz anos que ninguém me abraça e agora vejo que Deus muda a vida das pessoas mesmo e me contou a sua triste história. Quando terminou de comer, dei-lhe o dinheiro suficiente para voltar para sua casa e creio que ele voltou pois senti sinceridade na atitude daquele homem, pois ele não me pediu dinheiro, mas sim algo para comer.

SEGUNDO TESTEMUNHO:
Vivendo no mesmo local na zona sul de São Paulo, não muitos meses depois deste caso, eu voltava da igreja com o então Seminarista do Rio de Janeiro que estudava no então Instituto Bíblico Jovens da Verdade, hoje FLAM (Faculdade Latino Americana), Adelson  Tavares, anos depois ordenado pastor por um presbitério da Igreja Presbiteriana do Rio de Janeiro, onde fez a complementação em Teologia. Ao descermos do carro, em frente a casa que morávamos, havia um "mendigo", com as roupas muito sujas e ele tambem. 

Estava assentado, apoiando-se na pilastra do portão de entrada de nossa casa. Ao nos aproximarmos ele fez sinal com a mão e pediu também algo para comer. Vendo aquele pobre homem ("uma vida preciosa para Deus mas que o Diabo desgraçou e a sociedade normalmente rejeita), disse para ele esperar um pouco que iria preparar-lhe um lanche. Entramos em casa e eu confidenciei com o Adelson se não poderia levá-lo ao banheiro do quarto dos fundos para ele tomar um banho e eu prepararia uma roupa e calcados para ele. 

Imediatamente, Adelson topou e convidou aquele "homem de rua" para tomar o banho. Ele aceitou. Desceram juntos, ele tomou o banho e logo apareci com toalha, aparelho e o creme para ele barbear-se. Quando ele vestiu-se, ofereci a ele, o aparelho e o creme para barbear-se, porém, Adelson percebeu que ele tremia muito e não conseguindo barbear-se, ofereceu ajuda. Ele aceitou e Adelson fez a barba dele. Agora todo limpo, vestido com novas roupas, aquele "mendigo" não conseguia contemplar-se no espelho, chorando muito e dizendo: Por que vocês fizeram isto comigo? Não entendemos a pergunta e ele explicou: "Sou um desconhecido e vocês demonstraram todo este carinho para comigo, por que? 

Pudemos então explicar-lhe que Cristo tinha transformado nossas vidas e por isto, o mínimo que poderiamos fazer era aquilo. E ali mesmo, levamos aquele homem que estava sendo desprezado pela sociedade a entender o Plano de Deus para sua vida. Durante o periodo em que lhe anunciamos as "Boas Novas de Salvação através de Cristo", viemos a conhecer o "porquê" aquele homem estava vivendo na mendincância. Ele era formado em uma faculdade, falava três línguas (Portugues, Ingles e Francês), havido sido dono de uma boa empresa, mas tudo foi água abaixo quando começou a envolver-se com relacionamentos extra-conjugais (com algumas amantes). 

Com este envolvimento, começou a beber (a Bíblia diz que um "abismo chama outro abismo") e acabou sendo um mendigo pela completa desvalorização dos valores morais e espirituais. Depois de uma longa conversa na tarde daquele domingo, pudemos ouvi-lo orando conosco, repetindo nossas palavras onde ele afirmava fervorosamente desejar deixar aquela vida, voltar a sua familia, e reconciliar-se com sua esposa. Sem ele pedir nada lhe demos o dinheiro para retornar para seu Estado de origem e se reconciliar com sua familia. 

Foi pena que não pudemos acompanhá-lo mais, pois era de uma cidade longínqua. Mas de uma coisa eu sei, fizemos a nossa parte e cremos que Deus alcançou aquela vida. Um homem formado em uma faculdade, ex-proprietário de uma empresa média, falando tr6es idiomas, ficou na desgraça da vida. Isto, acredite, continua acontecendo a muitas outras pessoas. 

A Igreja Evangélica Brasileira, seus membros e pastores precisam entender que é possivel sim, restaurar vidas que a sociedade considera um lixo, porém, Deus os considera como filhos. Nossa função é apenas ir e convidá-los a tornarem-se para Deus que lhes concederão uma nova vida, assim como aconteceu conosco.
Medite: O que você  e sua Igreja tem feito pelas pessoas pobres ou marginalizados na sociedade, sem esperança e muitos esperando apenas pela morte?

Se desejar conhecer vários outros testemunhos que vivenciamos, escreva para defesa_hetero@yahoo.com. Isto foi apenas uma amostra de que Deus nos ordena a fazermos o bem a quem pudermos, pois quem "...pode fazer o bem e não o faz, peca" diz a Bíblia.

Rev. Alberto Thieme - 27 de Novembro de 2013.

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