Começa
julgamento inédito de pastor acusado de “crimes contra a humanidade”
Líder
evangélico é vítima de grande orquestração esquerdista para fazê-lo exemplo aos
pastores que ensinarem que homossexualismo é pecado
Julio Severo
Na manhã de segunda-feira, 7 de janeiro de 2013,
começa num tribunal federal nos EUA o julgamento mais escandaloso da história
dos EUA.
O julgamento é inédito porque nunca antes um cristão
foi julgado, com base na lei de crimes contra a humanidade, exclusivamente por
pregar que na Bíblia Deus condena o comportamento homossexual.
O perigo do julgamento é que se o pastor for
condenado, nenhum cristão que expressar uma opinião contrária aos atos
homossexuais estará a salvo de represálias legais injustas.
O Rev. Scott Lively, que está pedindo orações para a
comunidade cristã internacional, será julgado a partir de um grande processo
legal internacional que alega que ele cometeu “Crime contra a Humanidade”, ao
falar contra a homossexualidade em Uganda. Os acusadores dizem que o discurso
dele em Uganda é prova suficiente para uma ação conforme o direito
internacional. Os acusadores são a organização homossexualista Minorias Sexuais
de Uganda (MSU), e o escritório de advocacia que apresentou a ação judicial, o
Centro de Direitos Constitucionais, uma organização marxista financiada por
George Soros.
O Rev. Lively nunca defendeu violência contra os
homossexuais. Mesmo assim, a ação legal faz parecer que a pregação dele contra
a homossexualidade em Uganda tem sido a única causa de perseguição aos homossexuais
nesse país. De acordo com Lively, “O centro da atenção da prova da MSU de que
homossexuais têm sido perseguidos em Uganda é o assassinato de seu líder, David
Kato, em 2011. A queixa judicial omite descaradamente o fato (muito bem
conhecido para MSU) de que Kato foi morto por um prostituto gay a quem Kato tinha
tirado da cadeia, pagando-lhe a fiança, a fim de morar com ele e ser seu
amante. Esse homem confessou esmagar a cabeça de Kato com um martelo depois que
Kato não lhe pagou conforme havia prometido. O criminoso foi levado a juízo
pelo crime”.
Ativistas gays vivem vidas perigosas com seus amantes
e prostitutos, e deveriam os pastores cristãos levar a culpa pelas escolhas
imorais deles?
Suponho que se Lively fosse um líder muçulmano
visitando Uganda e pregasse morte a todos os homossexuais, ele seria deixado em
paz pelos grupos homossexualistas, pelas organizações financiadas por George
Soros e até pelas leis antipreconceito dos EUA.
A ação judicial contra o Rev. Scott Lively é um
precedente muito perigoso para todos os cristãos que estão lutando contra a
agenda gay. Uma orquestração poderosa de indivíduos e grupos homossexualistas e
socialistas está usando um grupo gay de Uganda para que Lively seja levado a
juízo como “Criminoso contra a Humanidade”! Essa orquestração só foi possível
porque os EUA aprovaram em 2009 uma lei anti-“homofobia.
Se o julgamento contra o Rev. Scott tiver um resultado
negativo no tribunal federal, nenhum cristão pró-família no Ocidente ficará
seguro.
Você não estará seguro. Eu não estarei seguro.
No meu caso, tive de sair do meu país, o Brasil, a fim
de escapar de pressões, perseguições e ações legais do MPF incitado pela ABGLT, a maior organização homossexual no
Brasil que, com a assistência da secretária de Estado dos EUA Hillary Clinton,
recebeu oficial credenciamento no sistema da ONU em 2009.
Minha saída do Brasil, com minha esposa grávida e
crianças pequenas, deveria ser suficiente para fazer com que a ABGLT me
esquecesse, mas esse não é o caso. Mensagens interceptadas da ABGLT mostram que
ela instruiu grupos gays do Brasil a descobrir minha localização.
Além disso, AllOut, a mesma organização gay dos EUA que lançou uma campanha
internacional para derrotar a lei pró-família em São Petersburgo, teve êxito em
sua campanha internacional para fechar minha conta do PayPal. Aliás, AllOut
tem mirado Lively também!
http://youtu.be/HbjAFUGQ3Xg
Os EUA e a ONU pró-sodomia têm transformado o Ocidente
num lugar traiçoeiro, onde os cristãos pró-família têm de viver sob opressivas
e enganosas leis antipreconceito. E o Brasil e outras nações latino-americanas
estão imitando bovinamente essas leis.
“Crime contra a Humanidade” é uma ameaça legal muito
grave. Se tal acusação ridícula e sem fundamento pode ser feita contra Lively
como um cristão pró-família americano, o que acontecerá com os cristãos
pró-família brasileiros?
A Bíblia será um livro de crimes contra a humanidade?
Os que acreditam e pregam a mensagem da Bíblia serão
considerados criminosos de alta periculosidade?
Fonte: www.juliosevero.com
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