COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
Mostrando postagens com marcador Homeschooling. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Homeschooling. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 14 de junho de 2016

Homeschooling(Escola em Casa), uma alternativa sadia para a educação dos filhos

Homeschooling, uma alternativa sadia para a educação dos filhos

Os empecilhos para mudar o ECA são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Cabe, pois, aos pais se manifestarem de uma maneira organizada, ordeira e legal contra essa tirania. Eles devem mostrar ao Poder Público que os pais de família são os verdadeiros educadores de seus filhos, e que o Estado deve respeitar o princípio de subsidiariedade.
Educacao_Domiciliar - MA - 13-9273-kUnE-U20195533465GOC-1024x576@GP-WebNo Brasil, cerca de 3 mil famílias educam seus filhos em casa pelo sistema chamado em inglês de homeschooling(um método de ensino no qual o aluno não frequenta escolas formais). E isto se deve principalmente à implantação da ideologia de gênero nos currículos escolares, apesar de um projeto de lei a respeito dessa matéria ter sido recusado no Congresso Nacional e na maioria das cidades brasileiras. Outro motivo é o baixo nível do ensino nas escolas.
O número  de famílias brasileiras adeptas do homeschooling ainda é pequeno. Nos Estados Unidos, pelo contrário, os meninos educados em casa fora da escola estatal são cerca de dois milhões, enquanto na Inglaterra eles perfazem quase 70 mil, no Canadá 60 mil, na França três mil e na Espanha dois mil. (Os dados são de 2012).

Um empecilho: o ECA

 Muitos pais gostariam de aderir ao método do homeschooling, porém uma ameaça séria contra o direito das famílias é o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), promulgado pela Lei nº 8.069, de 13 de julho de 1990. Esse documento é um produto da ONU sobre os Direitos da Criança. Ele impõe muitas interferências estatais nas famílias brasileiras e seus filhos.
Os Conselhos Tutelares se baseiam no ECA para perseguir as famílias que desejam educar seus filhos de acordo com os seus princípios. Em seu artigo 55 diz:  “Os pais ou responsáveis têm a obrigação de matricular seus filhos ou pupilos na rede regular de ensino” (art. 55).  Por outro lado, o Artigo 12.4 da Convenção Americana dos Direitos Humanos diz que “Os pais e, quando for o caso, os tutores, têm direito a que seus filhos e pupilos recebam a educação religiosa e moral que esteja de acordo com suas próprias convicções.”
O diretor jurídico da Associação de Educação Domiciliar (Aned), Alexandre Magno Fernandes Moreira, defende que “O art. 55 do ECA deve ser interpretado restritivamente, ou seja, somente estão obrigados a matricular os filhos na escola, os pais que não quiserem ou não puderem prover adequadamente o ensino domiciliar.” Entretanto, infelizmente, não tem sido esse o entendimento do nosso Judiciário.[1]

O princípio de subsidiariedade

Como se pode notar, os empecilhos para mudar o ECA são muito mais políticos, culturais e ideológicos do que jurídicos. Cabe, pois, aos pais se manifestarem de uma maneira organizada, ordeira e legal contra essa tirania. Eles devem mostrar ao Poder Público que os pais de família são os verdadeiros educadores de seus filhos, e que o Estado deve respeitar o princípio de subsidiariedade.
Tal princípio constitui um dos fundamentos da Doutrina Social Católica consignado em numerosos documentos pontifícios entre os quais as renomadas Encíclicas Qadragesimo Anno de Pio XI eMater et Magistra de João  XXIII. Este princípio pode ser, sinteticamente, assim enunciado: o Estado, seja enquanto União Federal, seja enquanto Es­tado-membro da Federação, ou Município, não deve chamar a si funções que tanto grupos sociais intermediários quanto famílias possam exercer satisfatoriamente; e a ação estatal deve ter um caráter subsidiário (subsídio, do latim subsi­dium, significa auxílio) em relação às atividades de grupos sociais privados.

Papa Leão XIII
Papa Leão XIII

 A doutrina católica é clara a respeito do dever dos pais na educação dos filhos.  O Papa Leão XIII, na encíclica “Sapientiae christianae”, ensina: “Por natureza os pais têm direito à formação dos filhos, com esta obrigação a mais, que a educação e instrução da criança esteja de harmonia com o fim em virtude do qual, por benefício de Deus, tiveram prole. Devem, portanto, os pais esforçar-se e trabalhar energicamente por impedir qualquer atentado nesta matéria, e assegurar de um modo absoluto que lhes fique o poder de educar cristãmente os filhos, como é da sua obrigação, e principalmente o poder de negá-los àquelas escolas em que há o perigo de beberem o triste veneno da impiedade. “

Dever dos pais, educar os filhos

 O Manual de Instrução Religiosa do conhecido autor francês A. Boulenger ao tratar, na 6ª lição, do 4º Mandamento da Lei de Deus, honrar pai e mãe, ensina que os deveres dos pais para com os filhos são: afeto, educação e exemplo.
A educação tem objeto duplo: corpo e alma. Seu fim é desenvolver as faculdades físicas, intelectuais e morais da criança.
a) Os pais têm obrigação de proporcionar, aos filhos, a subsistência material. É um dever que se impõe logo no alvorecer da existência da criança. Cabem à mãe, os primeiros desvelos. Ela é quem há de, primeiro, alimentar a criancinha. E não pode falhar à sua missão providencial. Não pode, sem motivo ponderoso, furtar-se ao papel essencial da maternidade: criar, ela mesma, a prole. Quando maiorzinha essa, será o pai, mais particularmente indicado para prover ao sustento material da família. Ou melhor, pai e mãe hão de conjugar seus labores, cada um na esfera de sua atividade, para ministrar aos filhos o de que precisam, quanto ao alimento e à roupa, segundo as exigências de sua posição social e as possibilidades de sua situação.
b) Cumpre, além disso, que zelem pelo desenvolvimento das forças corporais de seus filhos, incitando-os a lançar mão, para isto, de exercícios físicos em harmonia com a idade: a saúde do corpo é, com efeito, poderoso fator de saúde da alma (mens sana in corpore sano). É no enrijar dos elementos de resistência do organismo, que os menores habilitar-se-ão a enfrentar os embates da existência, as lutas da vida, e a dobrar-se, serenos e inamolgáveis, às duas leis magnas do sofrimento e do sacrifício.
c) Enfim, precisam acostumar os filhos ao trabalho. O meio mais eficaz, nisto como em tudo, não esqueçam que é o bom exemplo. Trabalhar com afinco, perseverante e aturadamente, muito embora suas posses lhes permitam eximir-se, viver no ócio e nos divertimentos.” [2]
            É também dever dos pais, segundo a doutrina católica, a educação intelectual e moral que “consiste na formação das duas faculdades mais nobres da criatura humana: ainteligência e a vontade, por meio da instrução e da educação propriamente dita.
a) Instrução — É da máxima importância o cultivo do espírito. Antes, porém, de encaminhar os filhos neste ou naquele ramo, de enfronhá-los nestas ou naquelas ciências, os seus mentores hão de levar em conta, os gostos e as aptidões dos pequenos. Do contrário, teriam, mais tarde, de curtir amargas decepções, cruéis e irremediáveis desenganos. Devem descobrir e auxiliar os planos divinos; logo indagar da vocação dos filhos, favorecê-los de toda a maneira, abstraindo por completo dos interesses mesquinhos, ou de estultos sonhos de megalomania.
b) Educação — Por mais alevantado que seja, o valor da instrução, ela seria vã, balofa, e até extremamente prejudicial, se não ombreasse com ela, emparelhando, a educação. É pérola preciosa, um espírito acepilhado. Joia de mais fino quilate, porém, a vontade reta e forte, o caráter adamantino. Consegue-se esta lapidação lenta, pela persuasão, pela autoridade, pela influência moral de todas as horas. Exige dos pais o cumprimento escrupuloso de dois deveres de relevância suma: vigiar e corrigir.” [3]

Falhas da educação moderna nas escolas

A principal objeção de “especialistas” contra o homeschooling, está no afastamento do convívio social com outras crianças; é preciso ter “socialização”, alegam. Para eles, a criança tem que aprender a conviver com as “diferenças”, sem preconceitos. Essas “diferenças”, certamente, são os gays, lésbicas e outras denominações do tipo. Isto vai na lógica da ideologia de gênero que querem impor nas escolas.
Outro argumento absurdo, segundo o Sr. Ricardo Dias, presidente da ANED (Associação Nacional de Educação Domiciliar), é de “que os pais que não mandam os seus filhos para a escola são egoístas. Não pensam na sociedade.”
As famílias adeptas do Ensino Domiciliar discordam desse argumento, pois socialização se aprende com os pais, irmãos, familiares, vizinhos, amigos das aulas de esporte, de música etc. Elas entendem que é necessário combater os princípios absurdos aplicados em nome da igualdade dos sexos e da liberação da mulher, de uma “socialização” que tem como objetivo a imposição da ideologia de gênero e da educação sexual com cartilhas pornográficas, muitas vezes distribuídas pelo MEC.
O prof. Rinaldo Belisário, cujos filhos estudaram pelo método homeschooling, assinala as principais vantagens desse sistema:
“1. O ensino é de um para um, exclusividade. Faz menção ao ensino acadêmico dos filhos dos reis nos tempos antigos. 
2. O aprendizado busca entender e assimilar o conceito/entendimento sobre a matéria/assunto.
3. Busca aprimorar o desenvolvimento por meio daquilo que chama interesse do estudante.
4. Leva menos tempo em aprender e possibilita o desenvolvimento na leitura aplicada.
5. O convívio em grupo é baseado no ambiente familiar, aperfeiçoando o caráter de cada indivíduo. Verdadeira sociabilidade.” [4]
Em palestra proferida na Global Home Education Conference 2016, no Rio de Janeiro, o prof. Rafael Falcon declarou: “A escola moderna não pode oferecer uma educação clássica. O único modelo que atualmente pode oferecer educação clássica, ou educação no sentido pleno, é o homeschooling e nenhum outro. E na medida em que a educação institucional se abrir para o homeschooling – e se tornar mais parecido com ele – ela voltará a ser educativa. É por isso que o homeschooling será o pivot de uma transformação social, para o bem de todos. E as escolas se aproveitarão disso.” [5]
*         *         *
O crescente número de famílias adeptas do homeschooling tanto nos Estados Unidos como no Brasil é característica da insatisfação contra o ensino moderno e do totalitarismo do Estado. As dificuldades impostas pelo ECA (que, nessa parte, deveria ser revogado) e pelo Judiciário, demonstram também o interesse de destituir o pátrio-poder. Desta forma, as crianças ficam sujeitas a uma doutrinação socialista e imoral, como é caso de ideologia de gênero, da educação sexual, do kit gay etc.
homeschooling daria meios para os pais de educar os seus filhos de uma maneira sadia e seria uma forma de fazer oposição a esta imposição cultural e ideológica do Estado moloch.
Referências:
[3]Idem, ibidem
 [5] https://www.youtube.com/watch?v=LjJlus8oC9M
FONTE:http://ipco.org.br/ipco/homeschooling-uma-alternativa-sadia-para-a-educacao-dos-filhos/?utm_source=feedburner&utm_medium=email&utm_campaign=Feed%3A+feedipco+%28IPCO+-+Instituto+Plinio+Corr%C3%AAa+de+Oliveira%29#.V12vmvkrLDc

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

URGENTE...Pais perdem guarda dos 5 filhos por ensinarem Cristianismo em casa, Ajude os pais, assinando Petição abaixo!

Link deste artigo: http://bit.ly/21LZWno

Pais perdem guarda dos 5 filhos por ensinarem Cristianismo em casa

29 mil pessoas já assinaram petição em favor do casal

Jarbas Aragão
Uma polêmica na Noruega está chamando atenção pelo inusitado. O casal formado pelo romeno Marius Bodnariu, e a norueguesa Ruth, têm cinco filhos, sendo três meninos e duas meninas. Um deles é bebê de colo e ainda mama. Uma denúncia foi encaminhada ao serviço social do país que retirou deles a guarda das crianças, alegando “radicalização e doutrinação cristã”.
No dia 16 de novembro, as assistentes sociais retiraram os dois filhos mais velhos da escola sem o conhecimento dos pais. Em seguida, chegaram acompanhados da polícia na casa da família e levaram os outros dois. Deixaram apenas o bebê com a mãe. No dia seguinte, após tentarem, sem sucesso, resolver a situação na delegacia de polícia local, o casal foi obrigado a entrega-lo também.
Uma petição on-line pedindo o retorno das crianças foi assinada por mais de 29.000 pessoas. O caso chamou atenção por que a Europa está testemunhando diferentes protestos de pessoas que não querem a chegada de imigrantes muçulmanos no país, pois isso levaria a uma imposição de regras jihadistas. O discurso do politicamente correto predomina, afirmando que deve se respeitar as diferenças culturais.
Na página que pede que o governo devolva as crianças aos pais, o irmão de Marius é o pastor da igreja pentecostal à qual a família pertence. O texto da petição diz: “Eles são apenas uma família cristã normal. Tentam criar seus filhos no conhecimento de Deus! Não há qualquer tipo de abuso documentado de nesta família!”.
A porção final pede que os cristãos orem pela situação, uma vez que são acusações infundadas.
Aparentemente, as crianças receberam uma formação rígida, aprendendo sobre o pecado e o castigo divino. Isso chegou ao conhecimento da escola onde estudam os filhos mais velhos. Foi realizada uma denúncia, com suspeita de abuso, uma vez que eles seriam corrigidos pelos pais. Mesmo sem existir qualquer comprovação que as crianças sofram agressões, os pais perderam a apelação no tribunal regional.
Em sua defesa, Marius e Ruth afirmam que todos têm um bom desempenho escolar e que entendem ser prerrogativa dos pais ensinar valores. Por enquanto, o casal só poderá visitar seu filho de três meses de idade, duas vezes por semana, durante duas horas, bem como os seus filhos. Por enquanto, não terá acesso às filhas, que foram colocadas em um lugar diferente dos irmãos. Com informações de WND e The Nordic Page
Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:



Livro gratuito: http://bit.ly/11zFSqq
Novo Testamento gratuito em mp3 dramatizado com música


Para fazer o download, siga este link:

http://juliosevero.blogspot.com/2012/12/novo-testamento-dramatizado-disponivel.html

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

HOMESCHOOLING : Famílias brasileiras querem legalização da educação escolar em casa

4 de dezembro de 2014



Famílias brasileiras querem legalização da educação escolar em casa

Julio Severo
Um grupo de famílias fez uma viagem de 12 horas para estar em Brasília, a capital do Brasil, para comparecer a uma votação no Congresso Nacional sobre a educação escolar em casa. A votação foi adiada, mas a presença dessas famílias e seus filhos tocou muitos deputados.
Famílias que educam em casa no Congresso Nacional
Essas famílias, que estavam sendo patrocinadas pela ANED (Associação Nacional de Educação Domiciliar), prometem estar em Brasília de novo na próxima quarta-feira, quando haverá uma possível nova votação.
Deputados aderindo às famílias que educam em casa
O atual governo brasileiro é controlado pelo socialista Partido dos Trabalhadores, e é hostil à educação escolar em casa. O governo passado do PSDB, do marxista Fernando Henrique Cardoso, era similarmente hostil.
A oposição ideológica do Partido dos Trabalhadores nos faz recordar do Partido dos Trabalhadores na Alemanha uns 80 anos atrás. Aliás, esse era o Partido dos Trabalhadores Nacional Socialista da Alemanha, também conhecido como Partido Nazista, que proibiu a educação escolar em casa na Alemanha na década de 1930. Depois da proibição, o ditador nacional socialista Hitler disse: “As crianças de hoje sempre serão os adultos do futuro. Por esse motivo, colocamos diante de nós a tarefa de inocular nossas crianças com o espírito de sociabilização em idade bem nova, numa idade em que os seres humanos não foram ainda pervertidos e portanto estão ainda intactos. O governo nazista tem as crianças como sua base e está se construindo para o futuro nessa base. E o governo nazista não dará suas crianças a ninguém, mas assumirá o controle delas e dará a elas a própria educação e a própria criação do governo.”
A lei de Hitler que proibiu a educação escolar em casa está em vigor na Alemanha ainda hoje. A Alemanha, que tolera muitos tipos de práticas e costumes muçulmanos radicais de seus imigrantes islâmicos, tem mostrado intolerância radical para com toda prática de educação em casa de pais cristãos.
A Alemanha está longe de um dos fundadores mais importantes da moderna língua alemã, Martinho Lutero, que disse: “Muito temo que as escolas comprovarão ser as grandes portas do inferno, a menos que elas diligentemente trabalhem para explicar as Santas Escrituras, gravando-as no coração dos jovens.”
Sobre o governo brasileiro, por que ele deveria imitar a conduta do governo alemão contra os pais cristãos? Sobre a presidente Dilma Rousseff, que era admiradora da União Soviética, por que ela deveria manter a lei que proíbe a educação escolar em casa? Por que o governo dela deveria perseguir os pais cristãos que educam os filhos em casa de um modo cristão?
A União Soviética não mais existe. Na Rússia de hoje a educação escolar em casa é legal. Em minha reunião pró-vida e pró-família em Moscou dois meses atrás, um dos mais proeminentes líderes da educação escolar em casa no mundo me disse que a Rússia tem vários currículos de educação em casa. Na Rússia de hoje, não é crime educar os filhos em casa. Por que no Brasil é?
A CBN News, do Pat Robertson, noticiou que a Rússia “é uma das nações mais livres para educar os filhos em casa.”
“Temos completa liberdade de educar em casa na Rússia, em termos de legalidade,” disse Pavel Parfentiev, líder pró-família na Rússia.
“A Federação Russa é mais ou menos uma campeã de direitos humanos nessa área específica. Por isso, é evidente que penso que a Rússia é um bom exemplo para a Alemanha e Suécia onde os adeptos da educação em casa são perseguidos,” disse ele para a CBN News.
Se Dilma admirava muito a velha Rússia, por que ela deveria admirar menos a nova Rússia? Ela deveria permitir a educação escolar em casa e até imitar uma lei russa que proíba a propaganda gay para proteger as crianças.
Ela não deveria imitar a Alemanha, que pratica intolerância para com os pais cristãos que educam os filhos em casa, mas tolera de forma extrema os radicalismos islâmicos.
Dilma deveria fazer uma viagem a Rússia e aprender lições básicas de liberdade, proteção e escolhas educacionais para as crianças.
Ela deveria proibir a propaganda homossexual, não a educação escolar em casa, para crianças e adolescentes.
Versão em inglês deste artigo: Brazilian Families Want Legal Homeschooling
Leitura recomendada:

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Líder cristão denuncia plano do governo americano de estatizar crianças aos 4 anos de idade

Comentário de Julio Severo: R.C. Sproul faz uma importante denúncia para que os pais cristãos nos EUA reajam ao plano do governo americano de estatizar, por meio das escolas públicas, as crianças de 4 anos. Essa denúncia é necessária.

Mas, o leitor perguntará, o que isso tem a ver com o Brasil? Em 2009, denunciei um plano semelhante (aliás, muito pior) do governo brasileiro, que abaixou a idade de escolarização obrigatória para 4 anos. A lei já foi aprovada, e está agora gravada na Constituição do Brasil. Crianças brasileiras de 4 serão obrigadas a frequentar os templos estatais de ensino, onde aprenderão a prestar culto ao Estado. E nenhum líder cristão proeminente no Brasil denunciou o plano do governo brasileiro, conforme mostra meu artigo na época: Escravidão educacional para crianças de 4 anos. Que o Brasil tivesse alguns líderes como R.C. Sproul. A seguir, artigo da CBN News:
R.C. Sproul: Crianças cristãs não devem estar em escolas públicas A Casa Branca está propondo que o governo faça parceria com os estados para fornecer financiamento pré-escolar para todas as crianças de 4 anos de idade para famílias de renda baixa e moderada.

Mas um importante escritor e palestrante cristão, R.C. Sproul Jr., disse que acredita que o problema vai muito mais longe do que a etiqueta de preço de um sistema universal de pré-escola. R. C. Sproul
Ele disse à CBN News que crê que enquanto os cristãos continuarem a permitir que seus filhos recebam treinamento do Estado, os EUA continuarão a ter uma cultura que presta adoração ao Estado. “Minha convicção é que a educação é sempre e em toda parte religiosa”, disse ele. “Não é surpresa que quando 80 por cento dos pais evangélicos têm seus filhos em escolas do governo que eles vão adotar a religião do governo, que é a adoração ao Estado”. Sproul discordou da noção de que as escolas públicas estão fracassando, dizendo que elas estão fazendo exatamente o que foram projetadas para fazer.

É por isso que ele crê que os cristãos não deveriam deixar seus filhos na escola pública.
Traduzido por Julio Severo do artigo da CBN News: Sproul: Christian Kids Shouldn’t Be in Public School

Fonte: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:
Escravidão educacional para crianças de 4 anos
Por que os políticos não querem mandar seus filhos às escolas públicas?
A Marca da Besta: A Educação do Futuro
Visite o blog Escola Em Casa: www.escolaemcasa.blogspot.com

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Justiça obriga pais que educam filhos em casa a matricular filhos na escola

Por Julio Severo O pai e a mãe de dois adolescentes de 13 e 14 anos, que educam seus filhos em casa, em Belo Horizonte, foram obrigados pela Justiça a matricular os meninos em escola pública ou particular, num prazo de 30 dias. O caso foi denunciado pelo Ministério Público que acusou o casal de “abandono intelectual” dos filhos.
Juízes decidem: filhos pertencem ao Estado. A decisão do juiz da Vara Cível da Infância e da Juventude de Belo Horizonte, Marcos Flávio Lucas Padula, foi proferida em 16 de janeiro, mas divulgada pela corte somente nesta sexta-feira (25). No processo, os pais afirmaram que possuem prioridade sobre o Estado no oferecimento da educação escolar para os filhos. Eles mostraram que um dos meninos foi aprovado no exame de conclusão do ensino fundamental — prova suficiente para comprovar que os filhos não estão intelectualmente abandonados. O Ministério Público, porém, mostrou que o Estado tem o direito exclusivo de impor a escola formal como única opção para os pais, afirmando que é “direito” (mais propriamente traduzido como obrigação) de toda criança e adolescente o acesso à educação formal. O Conselho Tutelar do Barreiro, região de Belo Horizonte onde a família reside, chegou a intimar pai e mãe por violar o direito do Estado de impor sua educação sobre os adolescentes do casal. Eles foram intimados para fazer as matrículas dos filhos. Quando disseram que continuariam educando em casa, o Conselho Tutelar acionou o Ministério Público contra o casal por “abandono intelectual”. Se abandono intelectual significa deixar os filhos sem a doutrinação imoral das escolas do Estado, de fato os pais cometeram esse “crime”. As escolas estão ensinando tantas depravações que deixariam qualquer prostituta de bordel envergonhada. As crianças voltam muitas vezes da escola com vergonha de dizer aos pais as “lições” de sexo homossexual e outras imoralidades que aprenderam em sala de aula. Nesse quadro cada vez mais real no Brasil, os pais cristãos têm a obrigação moral de remover os filhos das escolas e educá-los em casa. O próprio Martinho Lutero nos deu um alerta profético 500 anos atrás: “Muito temo que as escolas comprovarão ser as grandes portas do inferno, a menos que elas diligentemente trabalhem para explicar as Santas Escrituras, gravando-as no coração dos jovens”. Se a Justiça do Brasil não estivesse tão adoecida por ideologias politicamente corretas, não se envolveria na opção educacional dos pais para os filhos, nem os puniria. Em vez disso, intimaria e puniria ministro da Educação e outros agentes do Estado que passam dia e noite elaborando estratégias para impor kits gays e outras depravações para as crianças de escola. É claro que o casal de Belo Horizonte não cometeu “abandono intelectual” e crime algum, pois educam os filhos em casa. Mas o Estado e seus agentes usarão qualquer desculpa e mentira para manter os filhos debaixo do seu poder e manipulação doutrinária. O juiz considerou que, apesar de deterem o poder familiar, “os pais não estão autorizados a simplesmente retirar os filhos da rede regular de ensino, uma vez que isso os priva também do convívio social”. O convívio social na escola hoje atira, em grande parte, as crianças à má influência de drogas, violência e prostituição. É uma socialização negativa, na melhor das hipóteses. Mas o Estado insiste nessa desculpa. Para fundamentar sua opinião de total controle do Estado sobre as crianças e a proibição da educação escolar em casa, o juiz se amparou no ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e na Constituição Federal. O Brasil se transformou numa “democracia” ditatorial. Se o casal de Belo Horizonte trabalhasse como professores, distribuindo kits gays nas escolas, o juiz e outros agentes do Estado elogiariam seus serviços ao Estado pró-sodomia. Mas pelo fato de que cometeram o pecado imperdoável de tirar seus filhos dos braços do monstro estatal, o juiz mostra toda a sua força em favor dos interesses do gigante estatal contra um indefesa família. Nos primeiros séculos, os cristãos desobedeciam ao Estado romano quando obedeciam a Deus. Se os pais cristãos do Brasil crerem e demonstrarem que os filhos pertencem a Deus, estarão definidamente desobedecendo ao Estado. Se tentarem tirar os filhos dos braços do monstro estatal, estarão cometendo um “crime”. Com informações do UOL Notícias e R7. Fonte: www.juliosevero.com Leitura recomendada: Quem comete “abandono intelectual”: as escolas públicas ou os pais que educam? A Marca da Besta: A Educação do Futuro Uma nova Reforma para contra-atacar as grandes portas do inferno? Por que os políticos não querem mandar seus filhos às escolas públicas? Escravidão educacional para crianças de 4 anos O Conselho Tutelar e a Lei Anti-Palmada Visite o Blog Escola em Casa: www.escolaemcasa.blogspot.com
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...