COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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domingo, 21 de dezembro de 2014

HETEROSSEXUALIDADE está inscrita no DNA. Homossexualidade NÃO !

Ser homem ou mulher está inscrito no DNA, assegura especialista      


ACI/EWTN Noticias

Luis Jensen
Luis Jensen
SANTIAGO, 16 Dez. 14 (ACI/EWTN Noticias) .- Luis Jensen, médico membro do Instituto das Famílias de Schoenstatt e do Centro de Bioética da Pontifícia Universidade Católica do Chile, assinalou que a homossexualidade “jamais vai permitir o desenvolvimento pleno da satisfação da complementariedade”.

No dia 10 de dezembro deste ano, apresentou-se no Chile um projeto de lei de “Matrimônio Igualitário”, que quer modificar a Lei do Matrimônio atual para permitir as uniões homossexuais.

O projeto de lei foi pensado e redigido pelo Movimento de Integração e Libertação Homossexual (Movilh), o mesmo que criou o conto “Nicolás tem dois papais”.

Em declarações feitas ao Grupo ACI, Jensen indicou que “se eu acredito que na natureza tudo tem o mesmo valor, então a pessoa desaparece, porque a pessoa é o mais extraordinário, é distinta, é outra entidade diferente ao resto das coisas naturais”.

“O ser homem e mulher, que são as duas formas de ser pessoa, tem uma razão de ser, um por quê, um para que, está inscrito no DNA. Se você ignorar isso, está ignorando uma coisa que não é eletiva, mas constitutiva”, afirmou.

Luis Jensen explicou que “a pessoa que realmente necessita se move para procurar o outro e se enriquece com o outro. E nessa relação, descobre que o outro também tem necessidades. E para fazê-lo feliz, que é a essência do amor, dá o mais próprio de si como dom, como presente ao outro. Essa é a dinâmica do amor, a dinâmica do dom, da gratuidade”.

Entretanto, advertiu o perito, as relações que se estabelecem hoje “não têm como base a complementariedade”.

Jensen sustenta que “estas relações (homossexuais) ficam na reciprocidade: em que eu te dou e você me dá, que é na verdade um intercâmbio comercial, funcional, estrutural, mas não da natureza da pessoa. Onde está a gratuidade? Já não é a dinâmica do amor mas a dinâmica da organização, do intercâmbio, da comercialização”.

Para o médico, a polaridade homem-mulher tem a sua causa na “unidade do homem e da mulher por quanto são capazes de complementar-se em todos os campos”.

“Isso jamais vai acontecer na homossexualidade, por muita imitação que façam, por muita intenção, boa vontade ou amor pessoal que tenham, não acontece. Por isso mesmo, acredito que hoje querem tirar o conceito da complementariedade do vocabulário e ficar com o da reciprocidade”.

Para Jensen, atualmente se busca “reduzir o tema do essencial do ser humano a róis: Há um rol feminino e um rol masculino, um rol paternal e um rol maternal, e já não se responde ao que é a natureza masculina e feminina”.


“Tomou-se o mundo social como referência e não o mundo pessoal”, criticou, denunciando que agora “os modelos se constroem em base a como se organizou socialmente o homem e não em base ao que é o homem”.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

"Imprensa manipula notícia de ‘gene gay’

Imprensa manipula notícia de ‘gene gay’

Imagem: DivulgaçãoA matéria publicada no site do ‘O Globo’, nesta sexta-feira (14), evidencia a constante pressão da imprensa em empurrar goela abaixo dos leitores incautos a farsa de que ser gay não é uma escolha do indivíduo, mas um “fator genético”. O título “Ser gay é uma questão biológica, e não uma escolha, sustenta pesquisa” induz o leitor a acreditar que há uma verdade científica para tal afirmação, porém ao longo do texto o mesmo se contradiz e apesar da manipulação da informação, por fim, nega a existência de um gene homossexual. Os destaques em vermelho, são do próprio texto, e é a prova da manipulação da notícia.
Leia a matéria na íntegra:
Ser gay é uma questão biológica, e não uma escolha, sustenta pesquisa
Ser gay não é uma escolha, mas algo que se carrega no DNA, afirma nova pesquisa da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. Cientistas descobriram dois genes que estariam ligados à homossexualidade nos homens. Com possibilidade de teste genético durante a gravidez, estudo gera temor de que discriminação possa incentivar abortos.
Pesquisadores analisaram o DNA de 400 irmãos gays, recrutados em festivais do Orgulho Gay durante vários anos. Eles conseguiram destacar dois genes que afetariam a orientação sexual dos participantes. Mas ainda não se sabe qual a sua atuação.
O resultado da pesquisa foi divulgado na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência e reabre a polêmica do “gene gay”, levantada após pesquisa de 1993 que apontou evidência genéticas para a orientação sexual. No entanto, outros estudos que se seguiram não conseguiram encontrar uma ligação genética.
- Orientação sexual não tem nada a ver com a escolha. Nossos resultados sugerem que pode haver genes em jogo. Encontramos evidências para dois conjuntos que determinam se um homem é gay ou hétero – disse Michael Bailey, da Universidade Northwestern, em Illinois, que contribuiu para o estudo, ao “Daily Mail”. – Embora esta descoberta possa um dia levar a um teste pré-natal para definir a orientação sexual masculina, este não seria muito preciso, uma vez que existem outros fatores que podem influenciar o resultado.
Apesar de dizer que o resultado não seria definitivo, o pesquisador aumenta a polêmica ao incentivar o uso de exames para o “diagnóstico sexual”.
- É claro que os pais não devem ter permissão para torturar ou matar bebês. Mas eles podem atualmente optar por interromper a gravidez no início, por isso, devem ser autorizados a ter o máximo de informações sobre a criança – afirmou Bailey.
O psicólogo Qazi Rhaman, da instituição britânica King’s College, em Londres, explicou que a genética é considerada responsável ​​por até 40% da orientação sexual de uma pessoa, e que é provável que muitos genes estejam envolvidos. Portanto, ele acredita que é muito difícil que um teste genético determine a orientação sexual de um indivíduo.
- Não há risco real de alguém encontrar um teste genético para a orientação sexual com base nessa ou em qualquer outra descoberta científica sobre a genética da sexualidade nos últimos 20 anos – ressaltou Rhaman. – A razão é que não há nenhum “gene gay”. Por isso, você não vai ser capaz de desenvolver um teste para encontrá-lo.
Rhaman, que estuda a biologia da orientação sexual e as implicações para a saúde mental, acrescentou que todos os traços psicológicos envolvem a genética e as pessoas não devem ter medo sobre a ligação da homossexualidade com o DNA.
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Fonte: O Globo
Fonte secundária: http://paper.li/CristPolit/1310712961
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