COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

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sexta-feira, 7 de novembro de 2014

DESDOBRAMENTO DO PETROLÃO: "Youssef afirma que deu R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi"

Youssef afirma que deu R$ 1 milhão para a campanha de Gleisi

Doleiro preso repete versão dada por ex-diretor da Petrobras e diz que petista recebeu dinheiro de esquema de corrupção para sua campanha ao Senado em 2010, mostra o Estadão. Senadora nega ter pedido ou recebido o recurso


Ag. Senado
Senadora diz que não conhece o doleiro, que jamais pediu recursos a ele e que estuda medidas judiciais contra Youssef por declaração
O doleiro Alberto Youssef afirmou, em sua delação premiada, que repassou R$ 1 milhão do esquema de corrupção na Petrobras para a campanha de Gleisi Hoffmann (PT-PR) ao Senado em 2010. Youssef repetiu o que havia dito o ex-diretor da estatal Paulo Roberto Costa em sua delação premiada. É o que revela reportagem do jornal O Estado de S. Paulo.
Ambos sustentam que o dinheiro partiu de comissão de contratos superfaturados firmados por empresas com a estatal e que o repasse foi  feito a pedido do atual ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, marido de Gleisi. Na época, ele comandava o Ministério do Planejamento.
O casal nega conhecer Youssef e ter pedido o recurso. De acordo com o relato dos repórteres Ricardo Brandt e Fausto Macedo, o doleiro contou que entregou a quantia a um empresário, dono de shopping em Curitiba, em quatro parcelas.
Presos na Operação Lava Jato, Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa são réus do processo que apura superfaturamento, desvios, lavagem de dinheiro, corrupção e propina na Petrobras. Os dois colaboram com as investigações na tentativa de reduzir a punição na Justiça.
Eleita senadora em 2010, Gleisi se licenciou do Senado no início de 2011, quando virou ministra da Casa Civil. Deixou o cargo este ano a tempo de se candidatar ao governo do Paraná. Com pouco menos de 15%dos votos, ficou na terceira colocação, atrás do governador reeleito Beto Richa (PSDB) e do também senador Roberto Requião (PMDB).
De acordo com o Estadão, Youssef não revelou o nome do emissário que, segundo ele, seria o responsável pela entrega do dinheiro ao dono do shopping. O empresário, conforme o doleiro, foi quem entregou o montante à campanha da então candidata. Paulo Bernardo confirmou conhecer o proprietário do centro comercial, mas negou ter solicitado ou recebido a quantia em nome de Gleisi.
Veja a íntegra da reportagem no Estadão
Mais sobre a Operação Lava Jato

Oposição vai pedir que Procuradoria Geral da República investigue Lula e Dilma

Petrobras

Oposição vai pedir que PGR investigue Lula e Dilma

Como mostra reportagem de VEJA, doleiro Alberto Youssef afirmou à PF que presidente e seu antecessor sabiam dos desvios bilionários na estatal

Gabriel Castro, de Brasília
Dilma ao lado de Lula no centro de São Paulo - 03/10/2014
Dilma ao lado de Lula no centro de São Paulo - 03/10/2014 (Reuters)
Os partidos de oposição vão pedir nesta sexta-feira que a Procuradoria-Geral da República investigue se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e sua sucessora, Dilma Rousseff (PT), sabiam do esquema de corrupção na Petrobras. Como revela reportagem de VEJA, em depoimento prestado na última terça-feira, o doleiro Alberto Youssef, que atuava como banco clandestino do petrolão, implica a presidente e seu antecessor no esquema de corrupção.
DEM, PSDB, PPS e SD vão subscrever o pedido. O objetivo é pedir que a PGR apure a eventual participação de Dilma e Lula no esquema. O presidente da República só pode ser investigado e denunciado pelo procurador-geral. O líder do DEM na Câmara, Mendonça Filho, diz que as revelações explicam o empenho do governo na tentativa de minar a CPI da Petrobras no Congresso. "O governo está criando obstáculos para a investigação desde o primeiro momento. Uso eleitoral é esconder esses fatos tenebrosos", diz ele.
A representação dos partidos oposicionistas deve ser entregue nesta tarde por advogados das siglas, já que a maior parte dos parlamentares está em seus Estados de origem.
VEJA mostrou que, em depoimento prestado na última terça-feira, Youssef afirmou que Dilma e Lula sabiam das irregularidades na Petrobras, que era usada de forma sistemática para desviar recursos que abasteciam os caixas do PT e de outros partidos aliados. Paulo Roberto Costa, ex-diretor de Abastecimento da empresa, também está preso por sua participação nos desvios. Ele e Youssef firmaram um acordo de delação premiada, o que os obriga a comprovar as afirmações que fizerem para ter a pena reduzida.

Fonte: Revista Veja
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