COMO RECONHECER UM CRENTE/EVANGÉLICO?

Este é o nome de um artigo postado em blog brasileiro. Veja o que dizem de suas filhas e de vocês, irmãos e irmãs evangélicos. Conteúdo EXTREMAMENTE OFENSIVO, impróprio para menores de idade. Fica a pergunta: ONDE ESTÃO AS AUTORIDADES DESTE PAÍS? Maiores de idade cliquem aqui.
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sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Colonos se revoltam contra instituições brasileiras na Amazônia: Prédios do Ibama, ICMBio e Incra são destruídos

Colonos se revoltam contra instituições brasileiras na Amazônia: Prédios do Ibama, ICMBio e Incra são destruídos

Sede e carros do Ibama em Humaitá, no Amazonas, foram incendiados pela população local (Foto: Raolin Magalhães/Rede Amazônica)

A população da colônia se revoltou mais uma vez contra a opressão da metrópole. Na tarde de sexta-feira, 27, moradores da cidade de Humaitá, no Amazonas, atearam fogo em prédios públicos de instituições brasileiras. As sedes do Ibama, ICMBio e Incra foram incendiadas em represália a ação do Brasil na Amazônia.

O posto local da Marinha também foi assediado, mas os colonos recuaram. Os servidores dos órgãos públicos da metrópole fugiram de suas casas para se refugiaram no quartel do Exército metropolitano.

A revolta dos cabanos ocorreu após uma operação do Ibama contra o garimpo no rio Madeira. Como de praxe, o órgão de repressão ambiental do governo brasileiro atuou com truculência escoltados por homens fortemente armados financiados pela Noruega e pela Alemanha.

Ao todo, 37 balsas de extração mineral foram apreendidas pela força repressora do governo brasileiro acabando com a economia da colônia. Revoltada e temendo por seus empregos e salários, a população se reuniu para protestar.

A força paramilitar internacional, que está na cidade para acompanhar a ação do Ibama, tentou conter a manifestação com balas de borracha, mas houve confronto. Os cabanos responderam com fogos de artifício e coquetéis molotov e os policiais recuaram.

Os manifestantes invadiram e incendiaram os prédios que abrigam os ambientalistas do governo brasileiro. Eles também entraram no prédio do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), onde funciona o Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e ataram fogo em veículos que estavam estacionados na área.

No último mês de julho a população da região da BR-163, no Pará, também se revoltou contra as operações do governo brasileiro que asfixiam a economia local e ateou fogo em veículos do Ibama.

O governo brasileiro trata a Amazônia como colônia. O Brasil não se importa com o povo que vive naquela região. A preocupação dos brasileiro é apenas com a floresta. Nos últimos anos, tudo o que se faz na Amazônia foi tornado ilegal pela leis do Brasil e a população local é regularmente admoestada.

Também nessa semana, uma equipe da Polícia Federal fixou avisos em todos os estabelecimentos ao logo da rodovia Transamazônica no trecho entre Itaituba e Jacareacanga, no Pará, recomendando a paralisação da todas as atividades econômica na região. O panfleto foi distribuído na colônia pela Polícia Federal a pedido o Ministério Público Federal, outras duas instituições metropolitanas.

Na Amazônia não há serviços públicos. Não há segurança, não há educação, não há saneamento, não há asfalto, não há saúde. Mas não faltam recursos para as operações do Ibama e do ICMBio escoltados por forças paramilitares parcialmente financiadas com recursos da Alemanha e da Noruega.

Em evento paralelo e não relacionado com o acontecido em Humaitá, também na tarde de ontem, os governadores dos estados da Amazônia decidiram criar um consórcio de Estados. O objetivo é dispor de uma entidade jurídica que represente os interesses comuns da região. "Este fórum, que já constitui uma personalidade jurídica, pode fazer avenças internacionais. É o modelo da confederação Alemã", disse o Governador de Mato Grosso, Pedro Taques.

Todas as assembleias legislativas dos estados da Amazônia já aprovaram a criação da personalidade jurídica que foi elogiada pelo embaixador alemão, Georg Witschel, presente no evento dos governadores. "É uma boa ideia que os estados representem juntos a Amazônia Legal. Faz sentido", disse Witschel.

É hora de começarmos a conversar sobre a independência da Amazônia.

Saiba mais em: O crime perfeito.

“Informação publicada é informação pública. Porém, alguém trabalhou e se esforçou para que essa informação chegasse até você. Seja ético. Copiou? Informe e dê link para a fonte.”

FONTE: http://www.codigoflorestal.com/2017/10/colonos-se-revoltam-contra-instituicoes.html

sexta-feira, 13 de maio de 2016

O Brasil desconhece potencial do subsolo amazônico...conheça a riqueza brasileira!


O Brasil desconhece potencial do subsolo amazônico

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Mineração Levantamento Aerogeofísico mapeia só 30% da Amazônia.
Via Valor Econômico em 29/5/2015

“O potencial mineral da região Norte é imenso, mas o Brasil desconhece o que há no subsolo da Amazônia Legal.” A afirmação é de Marcelo Tunes, diretor de assuntos minerários do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram). Segundo Tunes, apenas 30% da região já foi mapeada por meio de levantamentos aerogeofísicos, que geram informações em escalas adequadas para a pesquisa mineral. “Na região amazônica, a pesquisa em solo é muito cara, devido ao difícil acesso as potenciais províncias minerais. Poucos se arriscam sem informações prévias adequadas que minimizam os riscos”, diz.

Apesar de conquistadores espanhóis e portugueses terem percorrido ainda no século 16 o rio Amazonas em busca do Eldorado, a mítica cidade de ouro e pedras preciosas, foi apenas nos anos 1950 e 1960 que a produção mineral se tornou significativa na região. Primeiro com a exploração de manganês, na Serra do Navio, no Amapá, a garimpagem de ouro em Tapajós, no Pará, e de cassiterita, em Rondônia. Nos anos 1970 tiveram início a exploração de bauxita, na região de Trombetas, no Pará, e de caulim no Amapá. Os anos 1980 foram marcados pela entrada em operação de Carajás e a garimpagem de ouro em Serra Pelada, províncias que despertaram atenção mundial para o Norte.

As reservas minerais conhecidas da Amazônia Legal respondem por 87,4% do estanho brasileiro, 95,3% da gipsita, 80,8% da bauxita, 75% do cobre, 72,8% do caulim, 35,8% do manganês e 30,5% do ferro. Das 59 minas existentes na região, 28 estão no Pará, 13 no Tocantins, nove no Amazonas, sete em Rondônia e duas no Amapá.

Em 2014, a região Norte foi responsável por 35%, ou seja US$14 bilhões dos US$40 bilhões de receita da produção mineral brasileira. Do total da região, US$8,5 bilhões foram provenientes da exploração de minério de ferro do Pará e US$5,5 bilhões dos demais projetos minerais.

O Ibram projeta que a mineração terá investimentos de US$53,6 bilhões entre 2014 e 2018, sendo que por volta de US$14 bilhões serão destinados a região Norte. A produção de minério de ferro no Pará deve receber entre US$9 bilhões e US$10 bilhões em investimentos.

Fora de Carajás, o principal projeto mineral previsto para os próximos anos no Norte é o da empresa de controle canadense Potássio do Brasil, que planeja investir por volta de US$2 bilhões na exploração de potássio, insumo básico de fertilizantes, em jazidas no município de Autazes e na vila de Uricurituba, na bacia do rio Madeira, no Amazonas. As reservas já detectadas somam 600 milhões de toneladas de minério, que são suficientes para uma produção anual de 2,2 milhões de toneladas de cloreto de potássio durante 34 anos, volume que representa aproximadamente 25% da demanda anual brasileira.

Hélio Diniz, diretor operacional da companhia, diz que o projeto encontra-se em fase de análise de sua viabilidade técnica e financeira. Os estudos de impacto ambiental foram entregues em janeiro ao Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam) e a licença prévia, que atesta a viabilidade do empreendimento, é aguardada para os próximos dois meses. “Os investimentos produtivos devem se iniciar a partir de 2017 e a mina deve começar a operar em 2019. Nosso objetivo é atender principalmente os mercados do Norte e do Centro-Oeste do país”, diz.

Em 2014, a produção da Mineração Rio do Norte (MRN), a maior produtora nacional de bauxita, a matéria-prima do alumínio, somou 18 milhões de tonelada, utilizando a capacidade máxima da mina localizada no rio Trombetas, em Oriximiná (PA). Do total produzido, 54% foram destinados ao mercado interno e o restante exportado, sendo 19% para os Estados Unidos, 13% para o Canadá, 10% para a Europa, 3% para a China e 1% para a Índia.

O impacto da redução de produção de alumínio no Brasil, com a interrupção de unidades produtivas, como a da Alcoa em São Luís do Maranhão, não deve afetar significativamente a produção mineral da MRN. José Luiz Martins, diretor de operações da mineradora, diz que a projeção para 2015 é de 17,6 milhões de toneladas, que serão destinadas completamente aos acionistas da companhia, que são a própria Alcoa, a Vale, CBA, Hydro, Rio Tinto Alcan e BHP Billiton. A mineradora não tem planos de ampliar sua capacidade no momento.


FONTE: https://limpinhoecheiroso.com/2015/05/30/o-brasil-desconhece-potencial-do-subsolo-amazonico/
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